
No concurso público, a Rede Ferroviária Nacional não solicitou a nenhum dos concorrentes soluções que resolvam a subersão da linha. Uma condição prevista no caderno de encargos proposto pelo Instituto Nacional da Água e que valerá cerca de 20% na avialação final das propostas. A REFER mantém até um plano de investimentos na consolidação da via férrea, na ordem dos dois milhões de euros. Curioamente, parte dos trabalhos estão previstos para uma zona que deverá ficar submersa pela construção da barragem. Ao concurso, aberto pela REFER, para a concepção, construção e exploração da Barragem da Foz do Tua, deverão apresentar propostas a EDP, GALP, ENDESA e Gàs Natural. O início da construção deverá ocorrer no início de 2009, com um prazo de sete anos para a execução de todos os trabalhos. RBA
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