quarta-feira, 26 de março de 2008

Daqui e dali... Júlio César

O nosso espelho…

O HOMEM...
Prepotente …

É de sempre que a prepotência se faz companheira do homem. Na definição do Aurélio prepotência significa grande poder ou influência. O prepotente é aquele que abusa do poder ou autoridade a que está investido é o senhor absoluto um tirano e opressor.

O homem neste século não difere muito do homem dos séculos passados, apesar do desenvolvimento e o avanço tecnológico, ele continua, em termos sociais, indiferente às necessidades de um povo, um Concelho. As suas atitudes e acções são visíveis aos olhos dos mais atentos, e, quem mais sofre resultado dessa indiferença, somos todos nós.

Normalmente este ser prepotente, quanto mais tem mais deseja, não importa como, o que importa é a satisfação do seu ego. Não importa o que ou quem esteja á sua volta, pois o seu sucesso supera qualquer estado de coisas que levem todos os outros a uma condição de subjugação.

Um conjunto de factos, resultado deste ser prepotente e insaciável, explica a situação em que nos encontramos, se mergulhar-mos na história recente, últimas duas décadas, estamos inundados de uma insensatez humana inqualificável.

O medo muitas vezes, coloca uma venda escura impedindo a denúncia dos mais atentos. É muito comum ouvir “cala o bico senão comes”. E, assim, fica evidente a tranquilidade daquele que detém o poder, pois as estruturas pré-estabelecidas, deste ou daquele seguimento de poder tem a garantia de que jamais serão abaladas.

Não devemos desanimar, nosso olhar deve estar sempre voltado para o futuro. E é cada vez mais urgente que os ambientes sejam desinfectados, não podemos omitir, ante a opressão nascida da insensatez humana, que um ser insaciável, destrua um povo que ao longo destas últimas décadas tem vindo a ser enganado e humilhado.

Não podemos fugir a essa missão, de alertar, denunciar, “ O prepotente não veio senão para oprimir, reinar, destruir”.

A nossa prática deve ser a prática de alertar, denunciar, construir, sabemos e somos conscientes de que as barreiras dos prepotentes de hoje são difíceis de derrubar, mas também não podemos negar que existem formas de participações e lutas para mudanças, são as nossas acções individuais e/ou conjuntas, que serão sinais para o povo de que é possível que todos, sem qualquer exclusão, lutem por uma terra melhor.

Abandonar este homem insaciável (prepotente) é o único caminho que nos poderá trazer alguma LUZ. Fica para cada um de nós, uma reflexão, poderei dizer no final “combati o prepotente combati”.
Júlio César

1 comentário:

Anónimo disse...

A prepotência, apanágio dos fracos, que não conseguem impor as suas ideias e medidas sem a utilizarem, é ignóbil, vergonhosa e evidencia, claramente, o fraco jaez de quem dela se serve. Ela é o estandarte dos ditadores disfarçados de democratas. Infelizmente, temos sentido bem os seus maléficos efeitos. Só espero que, no momento oportuno, saibamos usar devidamente a nossa arma, o voto. Como tantas vezes tenho dito, urgia implementarem-se algumas alterações e corrigir muitos procedimentos, mas estes nossos governantes têm ido longe demais. E fico-me por aqui, embora reconheça, como diz, e muito bem, o articulista,ser necessário denunciar, alertar para que os despautérios não se avolumem.