Mostrar mensagens com a etiqueta Sabre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sabre. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Daqui e dali... Sabre07

Soro antiofídio precisa-se

Um jovem conta um fragmento da vida real e que podia dar origem a um final trágico, conta-a como a percepcionou e que sentimentos o envolveram.
Uma história para todos nós reflectirmos, sem ficção, a pura e dura sucessão de factos.
Parabéns ao Orlando, necessitamos de parar e fazer um exame de consciência sobre a velocidade vertiginosa que actualmente vivemos e dar mais valor à vida, ao essencial.
Infelizmente a politiquice que podia e devia estar afastada destes relatos, não consegue e sistematicamente resulta em ataque à candidata Olímpia Candeias (OC), a veneno acumulado é tanto que presumo que esteja acidentalmente a ser inoculado por alguns comentadores, dando origem a neurotoxicidade, causando repetições enfadonhas, porque o som, surge sempre da mesma tecla, sem novidades portanto!
Durante quatro anos, estiveram os jovens sem transporte camarário para a piscina, pessoalmente não concordo, mas quem esteve distraído durante todo este tempo? Quem devia reactivar estes transportes e não o fez? Pergunta endereçada a todos os “políticos autárquicos” com poder de aconselhar, propor e executar.
Ou será que OC ainda detém o poder absoluto na autarquia? Que me dizem dos transportes colectivos camarário dos jovens para a piscina, só este ano? E aos fins-de-semana, não é necessário? Quem não quer pagar, e não tem pago noutras situações, as horas-extras? Para os mais distraídos, foi encontrado o culpado “eleições”.
Curso teórico-prático de suporte básico de vida, para os funcionários a exercer a sua actividade profissional na piscina, dois anos seguidos, quem teve a iniciativa? … eu digo, OC. Alguns funcionários da câmara estiveram presentes, nestas acções, pode ser confirmado. Abandonou-se a iniciativa porquê, e quem?
Quanto a perseguições e castigos aos funcionários, sou apologista da resolução dos problemas por via negocial, com uma dose de tolerância, mas tudo tem limites, quando estes são ultrapassados a via é participação, inquérito com instrução do processo por quem de direito e conclusões, sendo estas aceites pelo “chefe” ou não. Preferem a anarquia, ou cada um ser chefe de si próprio?!
A democracia, de que tanto se fala, alguns serviram com gratidão, muitos e muitos anos, os “ditadores”. Hoje renegam esse apoio/colaboração. O ditado popular diz: os ratos são os primeiros a abandonar o barco, ou quem tem telhados de vidro (se não estiver tudo quebrado) ….
Ontem elogiavam o trabalho de OC, hoje nada foi bem feito, pelo contrário. Durante todo este tempo (4 anos), nem habilidade para modificar o que de “mal” foi feito!!!! Haja pachorra, porque paciência eu tenho.
Esta é a democracia à nossa maneira. Democracia não é apenas discutir é muito mais decidir, os objectivos ou a melhor maneira de os atingir.
Pode apontar-se mais que um caminho para a resolução dos problemas desta terra, mas de uma coisa tenho a certeza, o suicídio (envenenamento) não é solução, por muito que insistam nela.

Sabre 07

terça-feira, 28 de abril de 2009

Daqui e dali... Sabre07

Por quem os sinos dobram.

Depois de um breve período de acalmia, com alguma chuva que não chega para afugentar receios de seca persistente nas torneiras, eis que aparece uma tempestade tropical, sol radioso acompanhado de elevação de temperatura. Dizem o entendidos que é de pouca dura, regressamos ao mau tempo no inicio de próximo fim-de-semana.
E esta tempestade não teve origem no anticiclone dos Açores como é frequente, mas nas fileiras do PSD, deste concelho.
De uma assentada relegaram para o anonimato vários candidatos, alguns com potencial ganhador. Para estes, a estratégica é bem simples, corram muito quando estiverem cansados vão ter que pedalar novamente. Frase célebre “Vocês sabem de quem falo”.
É perfeitamente normal, tal como noutros desportos, haver simpatias e adeptos mais fervorosos (fundamentalistas) em todas as claques. Faz parte, para o bem e paro o mal, da libertação das energias acumuladas e se bem doseado espevita os sentidos.
Não é destilando ódios, esconjurando demónios ou consultando profecias no livro de Nostradamus, que a nossa Carrazeda evolui.
Os candidatos afirmam-se, quer se goste ou não e sempre há e vai haver partidários de ambos os lados.
Os insultos são um lenitivo para a caminhada, quanto mais se encarniçam mais valor dão a essa pessoa (também podem ser interpretados como sinal de medo). Mais grave é ser votado ao ostracismo, não merecer um único comentário por depreciativo que seja.
Por mim dividia a presidência da câmara pelos dois candidatos na área do PSD (se fosse essa a vontade dos eleitores de Carrazeda).
De forma o mais opaca possível, nova votação e democraticamente encontrava-se um número par de elementos da comissão política que iriam votar. Na contagem dos votos encontrava-se um empate dos votados, não os que foram a votos. (Aviso: para ler na desportiva, não há intenção de ofender nem por em causa os visados, que são conhecidos e pessoas de bem).
O problema é que a nossa câmara tem horário de funcionamento de segunda a sexta, e na divisão por mim pensada, alguém tinha que ficar com a presidência ao sábado. Mais um ponto de discórdia (2ª,4ª e 6ª/3ª,5ª e sábados), não, esta linha de raciocínio não serve, mas…sempre se podia alterar o funcionamento semanal da câmara, era muito trabalhoso e alteravam-se as rotinas. Repito não, assim não dá.
Vamos à luta com galhardia, todos somos poucos, e no fim as cicatrizes sejam, se têm que existir, leves e passageiras e que ganho o melhor para o bem de todos e não de interesses privados.
Vamos deixar correr o tempo, que tudo cura.
O seu a seu dono, o eleitor vai ter a última palavra.
Sabre07

sábado, 25 de outubro de 2008

Daqui e dai... Sabre07, João Lopes de Matos, Ezequiel Maia

Eleições
Mas algum candidato com bom senso apresenta propostas, digo promessas, em manifesto eleitoral? E se as apresentar são para levar a sério?
Ter ideias, inovar, desenvolver e sonhar tudo é possível, basta querer. Mas o mais importante é saber onde conseguir a parte financeira indispensável para edificar qualquer projecto. Não basta dizer que se vai fazer, mas como vamos fazer (meios).
Conseguir saneamento financeiro é o objectivo mais importante, para posteriormente existir possibilidades de alcançar investimentos, e muitos são prementes neste concelho, cito como exemplo, gimnodesportivo, parque de campismo, resolução definitiva da “carência” de água na barragem, etc. A gestão não passa apenas por obras, todos sabemos, a dinâmica autárquica e dos processos deve ser melhorada, como sempre o todo é a soma das partes.
Mas estamos desejosos de promessas, mesmo que continuem a não ser cumpridas, vamos insistir no S. Lourenço e noutros lugares comuns, quem sabe se não conseguimos um milagre?Os principais candidatos ao mais alto lugar autárquico aí estão, goste-se ou não. Estes são importantes, as companhias também, vamos ver o que nos reservam.
Sabre07


Sabre 07 aflora o problema do investimento público.
Temos que começar a pensar naquilo que verdadeiramente interessa à Câmara fazer.
Qual é a primeira necessidade? Julgo que será criar postos de trabalho, não só no sector público mas também no sector privado.
A Câmara tem que lutar por fazer obras necessárias à vivência com mais qualidade das pessoas residentes e deve promover o incremento do investimento privado, construindo as infra-estruturas.
Tanto umas como outras devem, na medida do possível, tender para a auto-sustentabilidade e para a criação de empregos.
Sem estes,Carrazeda desaparece porque fica sem ninguém nas actividades económicas. O gimnodesportivo, a busca de mais água são necessários.
Mas a construção de infra-estruturas turísticas ainda é mais. Contribuir para uma agricultura e pecuária modernas também é importante.
Contribuir para que os cidadãos válidos tomem decididamente as rédeas da economia e criem postos de trabalho é uma atitude urgente de todos os responsáveis autárquicos.
João Lopes de Matos

Caro Dr. João
Criar postos de trabalho, é o problema mais importante e ao mesmo tempo o mais difícil de conseguir. Estou plenamente de acordo, é desejável fixar os jovens, mas tarefa árdua, quase missão impossível. Onde os criar, na agricultura? Pecuária? No estado actual das coisas não sei se não é mais rentável, mesmo com os condicionalismos actuais, investir na bolsa. Os espanhóis colocam aqui todos os produtos, a preços inferiores aos nossos, esta é a realidade.
A autarquia criar emprego? Já foi chão que deu uvas, quadro completo durante vários anos. Investimento privado, nomeadamente no turismo, filme várias vezes revisto. Por muito que acenem que temos potencialidades, território virgem (não devem acreditar), ninguém lhe pega, nem assim nem com algumas infra-estruturas.
Concordo que temos uma população envelhecida e descrente, mas é isto que temos, e a renovação da população não existe, ano após ano acordamos com crescimento demográfico negativo, alguém se deu ao trabalho de saber qual o decréscimo populacional desde os censos 2001? Nem vale a pena..
Só falta desviarem deste concelho alguns serviços, para a migração, despovoamento ser maior.
Mas continuo a pensar que o saneamento financeiro autárquico é o ponto principal, e a realidade a ser o que consta, endireitar as contas vai demorar anos. Logo investimentos, em qualquer área, na linha vermelha. Não podemos desanimar, baixar os braços, convém incentivar toda a gente, mas a realidade é cruel e não se compadece com estados de alma.
Espero estar enganado e concluir que sou pessimista.
Já agora uma provocação, para quando, o JLM, ser nomeado para as listas autárquicas (não se devem desperdiçar bons elementos, a/c dos candidatos conhecidos à câmara).
Sabre07

Fiquei com a ideia de que a partir da decisão da não candidatura do actual presidente da câmara (que toda a gente aplaudiu, excepto o próprio que estava à espera que lhe implorassem para se candidatar), a posição da concelhia local do PSD seria a de acabar de vez com a promiscuidade que se respira, para de uma vez por todas apresentar à presidência da câmara pessoas até agora afastadas da politiquice reinante, mas que não deixam de estar presentes na vida activa desta vila.
Espanto meu, quando vejo anunciado o próximo candidato, que, sem ter qualquer intenção de menosprezar, penso ser uma pessoa do sistema (aquele sistema de que tanto se fala), que progrediu por seus próprios meios pela sua inteligência pela sua vontade, nada está em causa, mas que não é possível separa-lo destas décadas de puro despotismo.
Pergunto-me agora o que se passou? É o sistema que impõe as regras?
A política e os políticos estão desacreditados, toda a gente o sente, e o desinteresse vem precisamente quando são tomadas atitudes de seguidismo quando toda a gente estava à espera de rejuvenescimento.
A perpetuar-se as candidaturas existentes, mais as independentes que estão para aparecer, não vejo senão trocas de lugares. Como não tenho jeito para liderar uma candidatura, por incompetência assumo, não me vejo representado por qualquer das pessoas de que se fala, por isso, só me resta votar em branco… E se todos os abstencionistas que não vão votar por não se sentirem representados votassem em branco de certeza que seria a maioria e, aí, poderia haver espaço para se modificar as mentalidades.A abstenção significa desleixo e incapacidade de pensar.
Ezequiel Maia

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Daqui e dali... Sabre07

Elogio

Quando tantos se apressam em denegrir, eis que um ex-vereador da oposição faz um elogio que julgo sincero, pode constatar o trabalho desenvolvido, na Câmara Municipal deste Concelho, e na Assembleia da República, pela Dra. Olímpia Candeias.
Não tenho dúvidas em reconhecer que o Dr. Manuel Amaro subiu uns degraus na minha consideração, acredito não existirem outros motivos além de manifestar o seu sentir e reconhecimento meritório do seu desempenho.
Podemos ter opiniões (muita das vezes subjectivas e não esquecer que as propostas/inovação são sempre dependente da aprovação superior na autarquia) diferentes desse trabalho e da sua competência, mas ter um louvor dos “adversários” sabe muito bem.
Reconheço que a posição pessoal do Dr. Manuel Amaro não beneficiou a oposição, mas também não encontro razões para se escamarem pois nem os “situacionistas” lhe renovaram a intenção de contarem com ela nas últimas eleições.
Não partilho do pior melhor, mesmo sem interesse pessoal, gosto que as gentes de Carrazeda sejam notícia pelos seus méritos e não apenas pelas desgraças. Já agora a infalibilidade não é característica do ser humano.
Os candidatos ao mais alto cargo autárquico não devem descurar todas as cabeças pensantes disponíveis e que possam trazer mais valia ao Concelho, dada a situação financeira difícil da autarquia.
E não devemos simplesmente rotular as pessoas a favor ou contra de acordo com a simpatia partidária, mas sim com ou sem valor, no caso concreto, à causa autárquica.
Para terminar junto-me ao Dr. Manuel Amaro no elogio efectuado.

Sabre07

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Fórmula infalível contra insucesso escolar

Os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola

TEXTO: «Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã? E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah. Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver??? O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?»
Autor desconhecido

Colaboração: Sabre07

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Daqui e dali... Sabre07

A saúde no distrito, não justifica…
Tudo tão previsível.

Não justifica investimento na saúde, não justifica, repito. As distâncias em tempo até vão ficar mais reduzidas, com a efectivação da auto-estrada Porto-Bragança. E justifica-se ter três (3) hospitais??? Quando devíamos ter um com todas as valências, elevado à categoria de central, o que é necessário para assumir que este é o melhor caminho, se como dizem o problema não é dinheiro (para quem não o tem, digo eu)?

O que é importante é transportar as pessoas para locais a centenas de quilómetros de distância e não estamos a falar de problemas de saúde menores, referimo-nos, também, a doentes oncológicos, a tratamentos que debilitam e causam mal-estar, não justifica!!!. E justifica em Vila Real, muito mais perto dos centros de decisão e de concentração do melhor que há em saúde no país, porquê?

Não podemos exigir ter todos os meios, somos realistas e conscientes, mas temos direito à definição destes e a uma informação mais substantiva e justificada do rumo dado na política de saúde para este distrito, Não podemos (nem devemos) esquecer o caos da emergência médica, e das promessas não cumpridas, aqui também se mostrava a excelência das propostas e os méritos da sua implementação, e o que temos, honestamente alguém viu ou está a pensar ver a curto prazo melhorias? Não foi para poupar uns euros apenas, onde para a operacionalidade dos meios? E justifica a maternidade em Bragança, mantém os critérios para estar a funcionar? E não coloco o profissionalismo e a competência dos profissionais, pois nunca estiveram em causa nem foram factor de decisão para a manutenção ou encerramento.

E a saída dos profissionais de saúde dos hospitais pondo em causa o normal funcionamento dos serviços com sobrecarga de trabalho, justifica-se pela incerteza do rumo a seguir, e que incentivos oferecem para a sua fixação?

Justifica a esperança em dias melhores para a região ou devemos começar pela debandada (aqueles que ainda podem) de todo o ser vivo e pensante do nordeste transmontano? A desertificação é processo irreversível, mas com medidas deste teor pode ser acelerada e a curto prazo.

Quem sabe se não há-de chegar a hora de ter que fazer as necessidades no litoral, não justifica manter o saneamento básico nestas paragens, podendo ter um serviço de excelência no litoral, vamos a apertar a barriga ou descarregar ao ar livre.

Em compensação podiam aliviar-nos, em jeito de compensação, de alguns impostos.

Estas afirmações de responsáveis pela saúde assim a seco não caem bem, mas apenas se apresentam como pontos de vista, que não concordo e tenho o direito de contestar.

Haja saúde.

PS: Tudo desculpamos e esquecemos basta a selecção de todos nós ganhar, assim espero… “tragam o caneco”.

Bom fim-de-semana

Sabre07

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Daqui e dali... Sabre07

Candidatos a Presidente da Câmara(PC):

Mais uma acha, que o tempo vai mau.
Constitui-se arguido o actual PC, com os crimes que se descrevem a seguir.
-Este concelho fica localizado no deserto, dentro do pequeno oásis do distrito, culpa do PC.
-Só passa por aqui quem tem GPS desorientado ou necessidades imperiosas, culpa do PC.
-Raras são as empresas sedeadas nesta maravilhosa terra, culpa do PC.
-O Concelho é pobre, culpa do PC.
-A agricultura já não é rentável, e vai ficando a monte, culpa do PC.
-A indústria é de pequeníssima dimensão, e foge para outras paragens, geralmente o litoral, culpa do PC.
-O turismo é uma eterna criança, e com futuro adiado, culpa do PC.
- O comércio é de subsistência, culpa do PC.
A fauna já debandou à muito, culpa do PC.
A flora (virgem) já foi, culpa do PC.
Confirmam-se os factos e o réu e condenado à pena de jejum autárquico durante quatro anos, a ser cumprida na íntegra, após 2009, dado a persistência destes crimes durante alguns mandatos. Fim de citação.

Voltando a este Concelho, é notório a insatisfação e o desânimo instalados no espírito (fado) carrazedense, no domínio do progresso, passando pela melhoria do nível de vida e terminando na criação de empregos. Partindo destes pressupostos, podemos continuar o rosário de queixumes, de imputar responsabilidades a torto e a direito, seguindo este caminho é certo e sabido que não vamos a lado algum, mas dás-nos imensa alegria, gozo e satisfação, conseguimos passar muito das nossas responsabilidades ou insuficiências para terceiros e com esta paixão cega conseguimos culpar o PC por necessidades não satisfeitas quando compete a nível superior, leia-se governo.

Vamos ao essencial, deve o actual PC recandidatar-se? Falo em renovação.

Nas últimas autárquicas renovou a equipa, ficou mais jovem, todos sabem que assim foi, podemos sempre discutir, se as apostas foram bem feitas, mas será uma discussão estéril porque como é bom de ver, cada um nós tem ideias diferentes, seria pessoalizar os candidatos e não as suas capacidades para as funções ou trabalho produzido. Sempre podemos dizer que não participamos nessas escolhas, o que é verdade, mas que não se negue a renovação que existiu.

Quero chegar ao ponto, dar lugar aos novos, frase muito badalada.
Para qualquer potencial candidato, será importante a idade? Ou os projectos que apresenta?

Quanto aos projectos: deve haver plano de actividades, objectivos realistas e metas exequíveis, quem as tem? Quem as poderá ter? É que não basta ter ideias é fundamental ter capacidade económica para a sua realização, e na situação actual desta Câmara, tenho muitas dúvidas que alguém com sentido de responsabilidade possa assumir e cumprir qualquer programa de trabalho (lá estou a levar as coisas a sério).

Serei pessimista ou realista?
O conhecimento procura-se no desconhecido, confirma-se este dizer.

Para que não fiquem dúvidas contesto pontualmente a gestão autárquica, (a democracia deu-nos essa liberdade) muitas coisas faria de forma diferente, focalizo as promessas não cumpridas, uma ou outra nunca irá ser concretizada, todos temos opinião e raramente será compartilhada ou igual, mas também tenho a certeza que dificilmente se pode aspirar a um futuro mais risonho só porque se mudam os actores. Para mudar deve ser para melhor, neste momento (ainda é cedo?) só fumo negro.

Qual será o melhor candidato?

Por mim, voto nos desempregados, nos do rendimento de inserção social (sem ofensa). Vá lá, mostrem que são capazes, colaborem no progresso desta autarquia, façam as vossas candidaturas, sempre ficam com emprego, ou será que este não é apelativo e sedutor?

Com o desespero de mudança, vale tudo.

Sabre07

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Daqui e dali... Sabre07

O jogo continua.

Vários são os tipos de jogos, proponho jogar às cartas. Podemos utilizar mais ou menos cartas do baralho consoante o tipo de jogo, estes podem ser individuais, solitários, de sorte e azar e de adivinhação.
Vamos a jogo.

Podemos começar com o chincalhão que é atrevido e agressivo nas tácticas, com piscar de olhos e mexer em algumas zonas do corpo, este é de boa aceitação pelos jogadores de oposição sistemática ao poder instituído, podem falar constantemente, sendo levados pouco a sério pela maioria dos intervenientes.
Outro jogo mais simples e fácil de entendimento é o denominado burro, não tem parecenças com o célebre animal, para jogar é obrigatório assistir (mostrar-se) e ganha o que mais alto ficar, jogo muito apreciado e quase obrigatório para os que estão ou aspiram o poder ou regalias.
Muito utilizado é a bisca, jogo de parceiros, por norma são escolhidos os parceiros em função do seu valor, contabilizando todos os potenciais votos amigos e familiares.
Alguns gostam de jogo solitário, há de vários tipos, servem para ocupar o tempo não se perdem nem se gastam trunfos, mas também pouco se ganha, denominado de paciência, coisa que alguns pretensos candidatos autárquicos, não estão a ter, a este solitário denomina-se falta de paciência.

A adivinhação faz parte dos jogos, neste momento, o jogo mais jogado em todo o lado, fazem-se previsões sérias e de base científica, em relação aos futuros candidatos a lugares autárquicos, as apostas ainda estão fracas porque o (bolo) dinheiro está caro, mas vão aumentar.

Podem apostar.

As cartas já foram dadas, uns escondem outros mostram o jogo.
Uns demonstram pouco interesse, querem indiciar que têm uma mão fraca, outros pelo contrário apresentam fácies de alegria e tentam desanimar os indecisos, sinal de mão forte, há os confiantes que acreditam no valor que (de) têm e por fim os que desistem com facilidade e passam o tempo com lamúrias e em penitências mais ou menos prolongadas, reclamam-se de azar permanente.

Mas ainda há muitas cartas no baralho, e muito jogo (algum viciado) vai-se perfilando, crescendo em relação directa da diminuição do tempo de eleição dos candidatos.

Mas ser actor neste jogo também é feito de prazer e saborear todos os detalhes dos intervenientes na partida. As figuras do jogo, ainda não estão todas descobertas e sendo estas as mais valiosas. Neste momento só temos um rei, onde param os ases?

A partida ainda não terminou, continuamos em jogo.

Sabre07

terça-feira, 22 de abril de 2008

Daqui e dali... Sabre07

Provocações….
Barragem no Tua
Muitos investem o seu tempo e saber a esconjurar a malfadada barragem, que ainda nem das intenções passou, argumentos são vários e variados, desde o património que se perde até aos coitados dos turistas que deixam de maravilhar os olhos pelas belezas naturais, pena é que ainda não foi descoberto nenhum rato em vias de extinção, seria motivo mais que justo para o impedimento, mas já foi procurado em acalorada reunião para os lados do Alentejo, a temperatura assim o aconselhava..
Cá para mim, muitos nem de longe conhecem o vale do Tua, mas todos dão palpites e são opiniões soberanas e de elevado conhecimento científico, sem dúvida que há excepções.
Para Carrazeda quais são os benefícios passados, presentes e futuros? Deixar aos vindouros o património, ricos vão ficar, uma linha que tal como está não serve a ninguém, fala-se em centenas de turistas por ano (mas não estão contabilizados), o equivalente a duas camionetas de excursão e tantas passam no distrito num ano. Que mais temos a ganhar? O tempo está para a reflexão.
A barragem apenas nos trás temporariamente algum emprego, depois uma entrada constante, nos cofres das câmaras, de alguns euros, reserva de água (o petróleo do futuro) e quem sabe investimento no turismo, para o país menos dependência energética, é pouco bem sabemos, mas é alguma coisa.
Já insistem no potencial turístico do referido vale, sem barragem, é motivo para perguntar e que foi feito até hoje? Lá diz o ditado a mulher casada não lhe falta pretendente.
Um convite ao deve e haver, quer se queira quer não a sociedade rege-se por estes princípios, há outros mais importantes, sem dúvida e que se deve acautelar o futuro, mas é necessário colocar o acento tónico nessas explicações e não em divagações filosóficas.
Não quero ser mais problema que solução, mas..

Neste jogo, por mim passo.
Sabre07

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Daqui e dali... Sabre07

Mota Andrade e SAP’s até 2012

Alguns apontamentos referentes a esta notícia.
Diz este deputado que os sap's não encerram, e diz bem, porque não se pode encerrar o que de facto não existe, o anterior ministro da saúde tirou-lhe o último suspiro de vida e ao mesmo tempo fez de coveiro, as frases bombásticas ainda ecoam na nossa mente.
Mas vamos acreditar que a consulta aberta se vai manter em funcionamento, o que significa um mal menor, retirar esta segurança para as populações é o mesmo que pedir a um para-quedista para saltar do avião sem para-quedas.
As distâncias para atendimento a situações agudas ou urgências não se medem com régua e esquadro sobre o mapa político de Portugal, o sofrimento dos que carecem de cuidados de saúde não pode ser desprezado.

Quanto ao helicóptero, está próximo, mas nos protocolos assinados não ficou, preto no branco, a obrigação dos autarcas locais de construir o heliporto, quantos foram executados e estão operacionais? Pode-se dizer que é pouco importante, mas temos o exemplo do grave acidente na linha do Tua e a envolvência dos meios aéreos foi tudo muito complexo e confuso para os mais atentos.
Quando aos carros sejam SIV/VMER’s e companhia, só são importantes e podem, de facto, trazer mais valia (salva-vidas) aos cuidados de saúde prestados, se os meios humanos envolvidos estiverem operacionais que pelos vistos acontece raramente.
Por fim os residentes no interior deste país, pagam religiosamente os seus impostos, como todos os outros, assim têm o direito, no caso particular da saúde tratamento igual a todos os outros.
Os argumentos que os custos são mais elevados, e é verdade, não podem servir de desculpa para o abandono das necessidades básicas da população, se abdicarmos nesta pretensão, com o argumento de custos de interioridade, este motivo serve no futuro para justificar todo o atraso a que sempre estivemos voltados e o caminho no futuro vai certamente ser mais penoso.
No caos da saúde, esta é uma exigência que cabe a cada um de nós, hoje com saúde amanhã doentes e carentes.

Se as más redes viárias, falamos de acessibilidades, forem motivo para a consulta aberta estar operacional, então vamos estar descansados, o encerramento não se vai verificar tão cedo, excepto se não houver meios humanos para manter em funcionamento os referidos serviços.
A boa notícia é a afirmação, e não desmentida, de se manter em funcionamento a consulta aberta e nalguns períodos em prevenção.
Datas propostas para além do prazo deste governo, assim nada nos garante que o governo se mantenha e nomeadamente que as políticas da saúde sejam as mesmas, com tantos ministros a rodarem pelas cadeiras do poder e sempre com políticas diferentes, vamos esperar para ver, (se a vista alcançar).

Sabre07

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Daqui e dali... Sabre07

Alguém no Boticário
sugeriu que se fizesse chegar este excelente texto, às mãos de Correia de Campos.
Com os agradecimentos ao Besugo pela autoria e ao MSP pela descoberta, não resisto a replicá-lo aqui, para, desta modesta forma, contribuir para um melhor esclarecimento dos nossos zelosos governantes.

«Vive gente em Ourense. Ourense tem um Hospital com uma Unidade de Cuidados Intensivos e mais merdas.Chaves não tem, Bragança e Mirandela não têm, Macedo de Cavaleiros e Moncorvo não têm, Régua e Lamego não possuem. Tem isso, apenas, essas merdas, Vila Real.
E vamos agora acelerar, que a minha vida não é esta e tenho de me levantar cedo. São precisos dados? Muito bem. A Província de Trás-os-Montes e Alto Douro tem 2 distritos, Vila Real e Bragança. Trás-os-Montes e Alto Douro tem, portanto, cerca de 400.000 habitantes, mais ou menos. A Província de Ourense tem à volta de 345.000 habitantes. Pode comparar-se assim? Penso que assim se pode. A província de Trás-os-Montes e Alto Douro tem uma área de 11.000 Km2, enquanto a de Ourense tem, por alto, 7.300 Km2. Pode comparar-se: as pobrezas comparam-se em todas as dimensões. Em Trás-os-Montes e Alto Douro é como se sabe. Posso fazer um desenho um dia destes, mas por hoje passo. Vamos à Província de Ourense, à Galiza interior. Vamos?

Bom. A Província de Ourense tem 92 concelhos. Vão de Avion a A Peroxa, Monterrá a Maside, Verin a O Barco de Valdeoros, de Ourense a Castrelo de Miño. São 92 concelhos. O curioso é que tirando Ourense (110.000 habitantes), o resto são pequenos povos. Tirando Verín (13.500), Barco de Valdeorras (13.300), O Carballiño (12.800) e, vá lá, Xinzo de Limia (10.000), o resto tem entre 600 e 4000 almas viventes. A Teixeira tem, mesmo, só 569 pessoas, sendo de referir que os concelhos de O Bolo e de A Bola, juntos, perfazem 2900 seres humanos. É assim, não vale a pena inventar.
Ora bem. Então e nestes 92 concelhos quantos Centros de Saúde há? Há 110. Porquê? Porque sim. Porque há 14 concelhos que têm mais que um. Ourense tem 5. E Castrelo de Miño, por exemplo, tem 3. Palavra de honra: tem 3, e tem 2095 habitantes. Deve ser, talvez, terra de pouca gente e muito ancha, não?
Desses Centros de Saúde, 15 têm Serviços de Urgências permanentes. Falo de Ourense, de Verín, mas também de Viana de Bolo, Xinzo de Limia, O Carballiño, O Barco de Valdeorras, Bande, Ribadavia, são 15. Ribadavia tem 5500 habitantes, por exemplo.

Os Centros de Saúde que não têm urgência "drenam" (detesto esta palavra, mas, como disse, não me pagam para escrever - quanto mais para escrever bem), num critério que não é outro senão o da proximidade, para o Centro de Saúde - com urgência - mais próximo.

Os Centros de Saúde com Urgência permanente têm, em mais de 60% dos casos, além de clínicos gerais (habilitados a fazer suporte básico de vida, que é fundamental pelos motivos que se prendem com aquela parte de o coração bater e de a gente respirar), pediatras, e enfermeiras de Obstretrícia. Em 25% deles há dentistas - cá, nem nos hospitais. Há Fisioterapia, em cerca de 10% dos Centros.

Nesses 110 Centros de Saúde trabalham, ao todo, salvo óbitos recentes ou intervenções externas de Correia de Campos, 275 médicos generalistas, 45 pediatras, 15 dentistas, um porradão de enfermeiras e enfermeiros, variadíssimos técnicos, assistentes sociais. Muitos desses Centros têm possibilidade de fazer análises clínicas e radiografias.
Ora bom, encurtando distâncias que ainda tenho de ir mandar um e-mail ao Paulo Bento: além destes Centros de Saúde, a Província de Ourense tem que mais?
Bom. Tem o Centro Hospitalar de Ourense, com tudo, mas tudo mesmo (mesmo as merdas que não há em Vila Real, sim, a Cirurgia Vascular, a Neurocirurgia, a Radioterapia, os Cuidados Intensivos Pediátricos, a Unidade de Transplantes, a Endocrinologia, a Reumatologia, a Geriatria, a Oncologia Médica e Cirúrgica, a Angiografia, a RMN, a TC helicoidal, o c....... Tem mesmo tudo, galegos dum raio). E tem 505 médicos e 811 camas.
E que mais? Bom, há o Hospital Comarcal de Valdeorras, com Medicina Interna, Cirurgia, Nefrologia com hemodiálise, Fisioterapia, Anestesiologia e Reanimação - pudera, têm todos, eu sei - Unidade de Dor e a p... que os pariu; pois é. E são 100 camas de internamento, e são 52 médicos.
E agora uma pausa educativa. Escutei assim uma pergunta, há bocadinho: "isso de Verín, com 13.000 habitantes, é preciso ver até que ponto vai o quase...".Vai até aqui: 80 camas, 42 médicos, Medicina Interna, Cirurgia, Anestesiologia, Reanimação, Dermatologia, Unidade de Dor, Fisioterapia, Otorrino, Oftalmologia, Urologia, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Psiquiatria... por aí fora. A Régua, a cidade, tem 11.000 habitantes. E não tem quase nada.
Os cuidados de saúde são como o resto. Devem relacionar-se entre si da mesma maneira que se relacionam as pessoas: ou há relações - e têm de ser próximas, daí a importância dos lugares, porque os lugares são as pessoas em espaços pequenos, médios, do tamanho que tiverem - ou não as há e, nesse caso, que se f... a Bwin Liga.
Se é assim na Galiza Pobre, pensem como será na Galiza Rica. Na Catalunha, na Comunitat Valenciana, no País Basco, na Andaluzia, no c......!
Eu é que misturei tudo? Muito bem, então desmisturem, a ver o cheiro das tintas!

Repito: pode haver coisas boas nos lugares e haver, na mesma, estradas que nos transportem entre lugares.

Nota de rodapé: já agora, entre o Tronco (Chaves) e Vila Real, são 99 Km. Ou seja, 1h13m, segundo o Via Michelin. Mulheres que estais de "interessâncias", apertai bem a vulva no caminho. »

domingo, 30 de dezembro de 2007

Daqui e dali... Sabre07

Ainda e sempre a etnia cigana

A comunidade cigana desta terra necessita de melhor sorte, não basta ser pacífica e estar integrada na sociedade dentro dos possíveis.
De etnia têm o nome e cultura pouco ou nada se vê. Diria que é apenas gente pobre.
Pugnamos pela liberdade, falta dizer todo o homem é meu irmão e a quadra propicia a estas divagações, mas podíamos escolher melhor, talvez a quaresma.
Mas vamos reconhecendo que não os queremos à porta, com a desculpa esfarrapada que têm modo de estar peculiar, o que se faz para mudar este comportamento?
Mas que devem ter melhores condições de vida e pela nossa parte, desde que não seja sistemático, podemos contribuir com alguns trocados. E podemos manter a rota das lamúrias, alimentamos o ego e os crentes expurgam as penas.
Todos sabemos o que é melhor para esta gente. Que estão mal no bairro do Iraque é verdade, mas alguém lhe perguntou onde queriam estar? Não é certo que muitos têm casas e recusam-se a viverem nelas?
Somos todos afinal defensores oficiosos dos ciganos, sem procuração, não seria possível auscultar os próprios e partir das suas necessidades construir pontes para uma vida digna e estes darem o seu contributo, o seu esforço, para a almejada mudança?
Tudo muda dos cavalos à solta já é passado agora estão muitos (alguns) debaixo da capota dos carros, sinais dos tempos. A cestaria não tem a saída de outrora. Fica o trabalho de feirantes casos raros destes ciganos, a vida é/está difícil.
Há anos a mais que estão no gueto, foram empurrados/escorraçados para aí, escondidos das vistas e das visitas e volta e meia fazemos o favor de nos lembrarmos deles.
Tenho conhecimento de trabalho realizado pela rede social, talvez encontrem estes e outros problemas e a tentativa de formular soluções que passam não só pelas várias entidades com responsabilidades no assunto mas também como já referi pelos próprios intervenientes.
Mais uma consideração, quantas pessoais em Carrazeda e estou a pensar nos idosos e não só, das nossas aldeias, vivem em condições habitacionais degradantes, não esquecendo as carências económicas e estes que não tem voz são os eternamente esquecidos.
Dar cama, mesa e roupa lavada aos ciganos (ou outros), digo Não.
Melhorar as suas condições de vida para que possam ser dignas, mas com responsabilidade e contribuição destes, digo Sim.
Muito fica por dizer sobre este assunto, o tema é demasiadamente vasto para ser explanado em poucas linhas, como convém, mas as opiniões devem ser breves, para abrir portas à discussão.

É este o meu pensar, sem querer ferir susceptibilidades para quem pensa diferente.
A todos um bom ano de 2008

Sabre