
sábado, 30 de junho de 2007
O que se disse...
Vasco Pulido Valente, Público
sexta-feira, 29 de junho de 2007
VI Festival de Música Medieval

VI Festival de Música Medieval
7, 8, 14 e 15 de Julho de 2007
http://www.festivalmedieval.sapo.pt/Organização: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
Daqui e dali... João Lopes de Matos
Comecemos pelo passado, que é afinal tudo o que fica para trás, tudo aquilo que já se viveu. Ao vivê-lo (presente) tivemos determinadas emoções, sentimentos, reacções, e ao lembrá-lo voltamos nalguma medida a rir, a sorrir, a sofrer. Certas recordações fazem-nos outra vez particularmente felizes ou particularmente tristes.
O futuro é formado pelas nossas aspirações, sonhos, vontade de que algo venha a acontecer, por exemplo, que nos saia o euromilhões, idealizando de seguida o que poderemos fazer com muito dinheiro, pois nós sempre sonhamos que nos saia muito.
De permeio, entre o passado e o futuro, está o presente, que é o momento que passa, que estamos a viver e que flui constantemente, preenchendo permanentemente o passado e tornando realidade o futuro.
Afinal a única realidade existente é o presente, pois, através dele, o passado é lembrado e o futuro perspectivado.
Se hoje eu não estivesse aqui, não vos escreveria isto (presente), a falar no já vivido (passado), e no que há-de acontecer-lerdes isto (futuro).
Afinal o presente é a parte mais importante das nossas vidas. Através dele, existe o passado, existe o futuro. Sem ele não existe nada.
O tempo talvez seja sempre presente, num fluir constante, num devir permanente.
E se estão de acordo comigo, então é porque só digo evidências e terá, portanto, razão o meu amigo: - eu só digo o óbvio.
João Lopes de Matos
Terra Flor com mais oferta regional - Vila Flor
Desfibrilhadores em falta nos centros de saúde

Israelitas vão ensinar técnicas de rega aos transmontanos

quinta-feira, 28 de junho de 2007
Outros Olhares... Roberto Moreno Tamurejo
A Felicidade é aliada da Saudade,
Matar saudades é sinónimo de felicidade.
Echo de menos mi tierra,
Mas quando regressar,
Echaré de menos ésta.
Qual é a minha terra?
¿Es aquella donde están mis raíces?
Ou é aquela onde está minha vida?
Será que sou um cidadão do mundo,
Como decía Aristóteles,
E não sou nem “extremeño” nem transmontano?
No lo sé,
Só sei que as saudades,
Son como las malas hierbas,
Depois de mortas,
Não param de crescer.
Roberto Moreno Tamurejo
O que se disse...
António Cândido Oliveira, Prof. da UM, in JN
A4 até Bragança

quarta-feira, 27 de junho de 2007
Empresas deviam apostar em técnicos qualificados
Câmaras estão falidas
Frasquilho critica descriminação do interior
Mirandela - Primeira clínica para doentes renais

Noite de Fados
terça-feira, 26 de junho de 2007
Daqui e dali... Zaratustra
Sugiro aos familiares de utentes e a todos os utentes de recintos aquáticos, a leitura do Decreto Regulamentar n.º 5/97, que aprova o Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos Recintos com Diversões Aquáticas .
De entre outros aspectos, salienta-se a obrigatoriedade da presença de pelo menos 1 Nadador Salvador por cada 200 metros quadrados de pano de água.
Com esta informação, pretendo apelar ao cumprimento da lei por parte da entidade exploradora dos recintos aquáticos, para precaver algum incidente trágico. Desse modo, podem os pais das crianças estar mais tranquilos quanto à segurança dos seus filhos. Por outro lado os responsáveis pelas piscinas podem estar tranquilos na hora de apurar responsabilidades porque estão a cumprir a lei.
Boas leituras, boas braçadas.
Zaratustra.
O que se disse...
vitorino almeida ventura
Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura
O Livro das Revelações
Alexandre Quinteiro foi no colóquio com Carlos Tê, um grande moderador, demonstrando grande erudição.
Fernando Batista interpretou cómica dramaticamente um juíz de fora, no lançamento do livro 'Crónicas de Sancho Pança'. Ana Luísa ocupou-se das releituras do dr. Morais. Já Orlando de Carvalho e Alexandre Quinteiro souberam ler Gilberto Pinto, em 'A Casa da Prelada'.
Rui e Lara Pinto ilustraram em power-point duas horas e meia de conversa com Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo.
Joana Barbosa S. fez 12 estudos para dois cartazes...
Raquel Martins Borges esteve claramente à vontade nas perguntas, demonstrando que pode ocupar já o lado de dentro da mesa.
Emanuel Costa, Angélica e Francisco Carvalho, mesmo ausentes
estiveram sempre virtualmente presentes...
Nuno Teixeira e Ricardo Gonçalves ocuparam-se musicalmente da cosa nostra...
E outros amigos que vão e voltam por aqui, como as três maninhas Fernandes, o Emanuel Moura, o Paulinho Almeida, o Cristiano, o José Pedro Saavedra, o Ricardo Saavedra, o Tiago, o Hélder A., &tc., e outros que entram, como o Pedro Ferreira, e outros que prometeram entrar, como a Sofia Mesquita.
Ainda dizem que matéria-prima em Carrazeda não há...
Só faltam focos de luz.
vitorino almeida ventura.
Daqui e dali... Mário Abreu Lima
Retomando o tema abordado no artigo anterior, pretendo hoje comentar os impactos decorrentes da aplicação da OCM Vinhos, tal como a conhecemos, na Região do Douro, região com especificidades muito próprias que a distinguem de qualquer outra região demarcada do país e do Mundo. Desde logo por ser a única que, dentro do mesmo espaço, pode produzir duas denominações de origem das mais conceituadas do Mundo. Isto gera tensões várias e alguns desequilíbrios, que impõem uma difícil e complexa organização e uma competente e actuante estrutura de gestão e controlo. Num território de orografia muito difícil - o que eleva enormemente os custos de produção - a viticultura sustenta-se numa estrutura fundiária desequilibrada e economicamente dependente da produção do vinho do Porto. Ora, tendo em conta esta realidade, que todos sentimos e vamos vivendo, como enquadrar na região as propostas da senhora comissária Fischer Boel?
Grupo de Cantares de Carrazeda actua em Penamacor
Faltam os apoios para vítimas de violência doméstica

segunda-feira, 25 de junho de 2007
Idosos do interior com menos benefícios

O deputado vincou o número reduzido de beneficiários no mundo rural em relação às grandes cidades.
Futebol Clube de Carrazeda de Ansiães
IEFP dá formação para megaprojecto no Douro
Outros Olhares... Roberto Moreno Tamurejo
Después de llenar el estómago me apetecía alegrar la vista, pero ¿qué visito?... Lo único que me había llamado la atención hasta entonces fue una carretera de vértigo.
Pasaban los días y no visitaba nada, supongo que me estaba adaptando al entorno. Poco a poco fueron llegando a mis oídos informaciones diversas sobre posibles visitas a lindos parajes. Un día acordei bem disposto, me armé en valor, me colgué las mochilas, y comencé mi incursión hacia el Castelo de Ansiães, pero antes pregunté: ¿Em que parte da vila fica o castelo?, realmente ainda não tinha visto castelo nenhum, aquele castelo de Ansiães…? Deve ficar na parte antiga da vila, mas não, novamente a ignorância pregou-me uma partida, tive que calçar uns ténis adequados e reiniciar a caminhada, sozinho.
“Mejor sólo que mal acompañado” dizemos em Espanha, mas, infelizmente, gosto de boas companhias, pessoas com quem partilhar os meus descobrimentos e trocar impressões enquanto caminhámos e conhecemos.
Hace dos semanas redescubri cantinhos hasta entonces inexplorados con unos amigos que me visitaron. Una serie de olhares se entrelazaron y dieron lugar a un acontecimiento mágico: Nuestro reencuentro con la naturaleza.
Roberto Moreno Tamurejo
FunZone Villages é visto como um conceito inovador
Ligação a Bragança será prioritária para o Governo

domingo, 24 de junho de 2007
Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura
foi de Gilberto Pinto o momento maior, dizendo que, se a literatura é uma recriação da obra, as «Crónicas» apresentam uma dupla ironia: de se constituir uma recriação da recriação, sendo ele e todos os outros autores carrazedenses, minhas personagens...
vitorino almeida ventura
Teatro de Pombal de Ansiães - TEPO

sábado, 23 de junho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Outros Olhares... Américo Meira
Em Carrazeda, encontrei sinais de um passado mágico e sedutor: Ansiães com a românica igreja que nos transporta para um tempo medieval gravado em fantásticas imagens esculpidas no inesquecível portal e que nos deixa pensativos meditando no sentido de tão estreitas janelas. Ansiães apela à nossa ânsia de nos entendermos descobrindo o que em nós ainda vive do que imaginaram e construíram os nossos mais longínquos antepassados.
Em Carrazeda, descobri o Tua e o Douro tão diferentes e tão iguais: o Tua é uma fita de água que se desenrola entre linhas da terra cobertas por vides e sulcadas por comboios ocasionais; o Douro tem o mistério que nasce de uma toalha de água tranquila entre encostas que depressa chegam ao cume e passar no comboio pela borda de água desperta em nós o desejo de navegar o rio e de trepar pelos montes acima. Pelo que aqui disse com as palavras possíveis, deve perceber-se que a minha primeira viagem a Carrazeda foi um feliz encontro com uma terra a que anseio voltar.
Américo Meira
Promover o turismo no Douro

quinta-feira, 21 de junho de 2007
Região Norte vai apostar no turismo
Daqui e dali... Zaratustra
Concurso Aldeia Jardim
Objectivos:
- Visa a jardinagem amadora das ruas do concelho, promovendo um embelezamento natural, nomeadamente com recurso a vasos e pequenos quintais murados realizado pelos habitantes de cada rua, lugar ou avenida;
- Fomentar o convívio entre vizinhos pela cooperação e competição saudável;
- Criar um ambiente mais agradável nas diversas ruas das freguesias;
- Preservar e valorizar a rua onde cada um vive;
- Promover turisticamente o concelho.
Regulamento:
1. As inscrições são feitas na Câmara Municipal pelos presidentes das Juntas de Freguesias, até ao último dia útil do ano, e válidas para o ano seguinte.
2. A Câmara Municipal financiará às Juntas de Freguesias participantes o Prémio Rua Jardim no valor de 500€. Este montante terá de ser gasto em géneros alimentares e infraestruturas de festejo, na rua vencedora e aquando dos festejos de Santo António.
3. Cada Junta de Freguesia, promoverá um concurso entre ruas, e apresentará à Câmara Municipal até ao ultimo dia útil do mês de Maio a rua vencedora. Seguidamente levantará o Prémio Rua Jardim.
4. Cada Junta de Freguesia tem uma comissão de Júri para seleccionar a rua vencedora e que é composto por um representante de cada rua da freguesia. No acto de selecção da rua vencedora, este representante não pode avaliar a sua rua. O presidente de Junta procederá ao desempate se necessário.
5. Cada rua nomeará um representante que fará a inscrição da sua respectiva rua na Junta de Freguesia.
6. Entre as festas de Santo António e as Festas de S. João, será apurada a freguesia vencedora de entre as participantes. A selecção desta aldeia é votada entre os representantes que cada Presidente de Junta propuser no acto da Inscrição. a Câmara Municipal garante o meio de transporte em dia oportuno para realizar o périplo entre as diversas freguesias. Os representantes de cada freguesia não podem avaliar a sua freguesia.
7. O Prémio Aldeia Jardim, no valor de 2500€ , será atribuído à Junta da Freguesia vencedora e tal verba será exclusivamente para a criação ou manutenção de espaços recreativos e culturais nas infraestruturas da aldeia.
Conclusão:
Se esta fosse uma ideia vendida, teria mais probabilidades de ser concretizada. Como é uma ideia oferecida, será desvalorizada ou pura e simplesmente ignorada.
A todos os conterrâneos deixo votos de ruas felizes.
Zaratustra
Daqui e dali... Rui Guerra

Independentemente dos argumentos de uns e outros, que a mim pouco interessam, tal é o momento de descrença que estou a viver, fiquei atónito, e ao mesmo tempo não, com o “jamais” do Sr. Ministro Mário Lino.
Se quiserem, digam que sou fundamentalista, mas primeiro que tudo em Portugal, fale Português, já basta o que não é evitável, por via do actual mundo global.
Então na margem Sul não porque não há gente, não há estradas, ponte, hospitais, escolas, etc, etc! Por outras palavras, além dos euros a gastar no aeroporto, quereria o Sr. dizer, seria necessário gastar também em futuras infraestruturas diversas, de apoio a muita gente, que por via do aeroporto, iria deslocar-se para essa região, pouco povoada ou desenvolvida?
Pois sem com isto querer que entendam, o assumir de alguma forma de apoio, é antes uma critica clara, ao raciocínio, ao pensamento “lógico”, da maioria da classe politica, que não é de hoje ou ontem. Foi assim e continua a ser – se não há gente para quê, fábricas, escolas, hospitais, caminhos-de-ferro? É ou não assim? Claro que é, e quem manda são os números, as estatísticas que resultam precisamente desta forma injusta e não solidária de pensar, de muitos anos. Claro que não havendo coragem de ir contra a maré, contra o implacável poder absoluto dos números (históricos e fabricados, sempre em prejuízo do interior), governos após governos, nuca mais será invertida esta situação. Então assumam duma forma clara e transparente e perante toda a Nação, a vossa estratégia de concentração inequívoca de investimentos públicos, no litoral e grandes metrópoles, sempre, sempre em prejuízo do interior.
Há muitas regiões do País, que se desenvolveram extraordinariamente, por via de investimentos públicos ou privados. E tenho a certeza, não possuíam mais potencial atractivo que as nossas terras, nem gentes mais capazes, porque com os que cá estão, e os muitos que viriam, seríamos certamente capazes, de criar uma região mais rica mais competitiva e capaz de produzir riqueza bastante, para acarinhar os filhos da terra e acolher outros que a demandassem.
Tenham a coragem de cumprir com a frase “os últimos serão os primeiros”, então talvez o destino destas terras, não seja no futuro, uma qualquer coutada de caça, turismo natureza, ou enorme parque natural, para alguns se passearem nos seus 4/4, ou passarem um fim de semana na sua cabana de campo, vindos de uma terra qualquer do litoral.
A verdade dos números é enganadora, porque são apenas consequência da (má) vontade dos homens, que injustamente e ao longo das décadas, abandonaram politicamente a região, investindo aqui tostões e no litoral milhões. E assim, os filhos da terra chorosamente foram partindo, engrossando os números (estatísticas) de outras paragens, em prejuízo da sua terra.
Daí a minha descrença no futuro, oxalá esteja enganado…
Azibo vai ter campo de golf público
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Oficina de Letras - Clã
postura muito relaxada, o que facilitou em muito a colocação das perguntas. Foi uma tarde bem passada.
Outros Olhares... Francisco Moita Flores

Francisco Moita Flores, in “A Fúria das Vinhas”
terça-feira, 19 de junho de 2007
Futsal - Torneio Inter-Aldeias/Associações de Vila Flor

Bloco operatório em Mirandela encerrado das 24h00 às 8h00
Oficina de Letras - Vitorino Ventura e os Clã

segunda-feira, 18 de junho de 2007
Daqui e dali... Carlos Fernandes
Os amigos de infância, esses já partiram. Restam os mais idosos. Pessoas cansadas da labuta do campo ou mesmo já reformadas.
Estou a falar da zona antiga da vila de Carrazeda de Ansiães: - Fundo da Vila.
Local onde no passado se faziam grandes festas de S. João, onde grupos de crianças brincavam ao peão, á “caçadinha”, ao eixo, bem como ao jogo do burro; onde se faziam imponentes cascatas embelezando as famosas "Fonte das Sereias" salpicando águas cristalinas. O hoje! Simplesmente abandonadas.
Espero que de futuro o Fundo da Vila possa ser visto com outros olhos, já que foi deste local que Carrazeda de Ansiães se desenvolveu.
O que se disse
Daqui e dali... Roberto Moreno Tamurejo
Criticar y comparar pueden tener significados muy parecidos, en español decimos que las comparaciones son odiosas, y por ello una comparación puede ser una crítica negativa. Aquellos que acostumbran comparar no saben que las culturas son diferentes y que cada pueblo se acostumbra a su cultura.
Por eso, amigos míos, un español normal y corriente está habituado a ver películas dobladas y cuando se trata de una película subtitulada apaga el televisor. Por eso, cuando llego a España me preguntan: “¿Eras capaz de se ver una película y leer al mismo tiempo?”, es una cuestión de costumbre, que acaba por volverse cultural.
Estoy de acuerdo con vosotros, ver las películas en versión original es una manera práctica de aprender inglés. También suena mejor la voz de Paul Newman en inglés que en español, pero quizá no sepáis que los españoles estamos acostumbrados a un Paul Newman que habla en español y que cuando habla en inglés habla “raro”.
Pues sí, muchos portugueses me han comentado tal diferencia y han “criticado” el daño que hacemos a las películas cuando robamos grande parte de su originalidad. Pensemos el lado positivo: tal vez todo sea por motivos laborales, mientras que nosotros empleamos a traductores y posteriormente dobladores, los portugueses sólo emplean a traductores, porque para dar voz ya tienen a los originales, ¿no es verdad?
Lo cierto es que traducimos TODO, que no es del TODO correcto. Incluso nombres de grupos tan conocidos como: “Xutos e Pontapés” y “Rolling Stones” aparecen en su versión española: “Patadas y Patadas” y “Las Piedras Rolantes”. A veces la costumbre no es solamente sinónimo de cultura sino también de excesiva comodidad.
Roberto Moreno Tamurejo
Ministro não revela prazos de lançamento de obras no IP 2, IC 5 e auto-estrada

VI Festival de Música Medieval

Com direcção artística de Pedro Caldeira Cabral, o evento conta com a participação dos grupos La Batalla, Ensemble Amadis (França), Media Vox Ensemble e Amar Contra o Silêncio. Correio da Manhã
sábado, 16 de junho de 2007
Daqui e dali... Carlos Fernandes
A Tocha Olímpica dos Jogos da Era Moderna é acesa com a concentração da luz solar reflectida com um pequeno espelho parabólico.
A Bandeira Olímpica é constituída por um pano branco, símbolo da paz, tem 5 círculos desenhados e entrelaçados entre si, que representam os cinco continentes: (azul, Europa; amarelo, Ásia; preto, África; verde, Oceânia; e vermelho, América). Com as cinco cores podem ser compostas todas as bandeiras do mundo.
A bandeira traz também o lema olímpico "Citius, Altius, Fortius" (Mais rápido, mais alto, mais forte), que foi idealizado por um monge francês chamado Didon, amigo íntimo do Barão Pierre de Coubertin.
Espero que o nosso pequeno Portugal se faça representar ao seu mais alto nível nos próximos jogos Olímpicos (Pequim 2008).
Por: Carlos Fernandes
Bloco do Hospital de Mirandela vai fechar à noite por falta de médicos

sexta-feira, 15 de junho de 2007
Daqui e dali... RuiCMartins
Senti falta da prática da natação, desporto que começava a ser habitual e que entrou na minha actividade quase diária.
Perante o encerramento prematuro e, quanto a mim injustificado, da piscina municipal de Carrazeda de Ansiães, vulgo “piscina aquecida”, surgiu a hipótese de recorrer à piscina ao ar livre no parque de lazer da barragem de Fontelonga.
Rapidamente afastei tal ideia dada a instabilidade metereológica que se verificava e que se prevê para os próximos tempos.
Pensei noutras hipóteses:
- piscina de S. João da Pesqueira (só encerra no mês de Agosto);
- piscina de Alijó (só encerra no final de Junho);
- piscina de Vila Flor (só encerra no final de Junho);
- piscina de Macedo de Cavaleiros (vai manter-se sempre aberta);
- piscina de Mirandela (só encerra em Agosto);
Uma vez que todas estas piscinas só fecham quando tal encerramento se justificar mesmo, fiquei com várias alternativas a considerar.
Optei por Mirandela, terra que apesar de ter um clima bastante mais quente do que o nosso, mantém a sua piscina municipal de água quente aberta ao público.
Chegados aí, encontrámos pessoal receptivo e simpático que nos deram as boas vindas, estranhando o encerramento tão prematuro da piscina municipal de Carrazeda de Ansiães: “Houve alguma avaria?!” ou “Não têm água?!”, perguntaram. Não respondemos!
O espaço interior é muito agradável, o tamanho das piscinas é igual ao das piscinas de Carrazeda de Ansiães, mas notámos imediatamente uma diferença substancial: havia muita actividade naquele espaço e gente de todas as idades.
Numa das piscinas um monitor ensinava a uma turma de alunos de natação os vários estilos daquela modalidade desportiva; na outra piscina estava outra turma com outro monitor a terem aulas de hidro-ginástica.
Notava-se empenho tanto de monitores, como de alunos.
Sem esta forma empenhada de estar de uns e outros, obviamente nem uns aprenderiam a nadar, nem os outros lucravam, com os benefícios da hidro-ginástica.
Viemos satisfeitos com a prática da natação, mas ao mesmo tempo com um sentimento de frustração causado por vários aspectos:
1 – a piscina municipal de Carrazeda de Ansiães é excelente;
2 – a piscina municipal de Carrazeda de Ansiães está encerrada ao público;
3 – os gastos de manutenção deste espaço mantêm-se;
4 – o tempo tem estado frio e chuvoso e as previsões indicam que assim vai continuar, fazendo com que a piscina ao ar livre esteja “nem às moscas!”;
5 – os gastos com o pessoal das piscinas mantêm-se;
6 – ninguém pode praticar natação em Carrazeda de Ansiães, apesar de existirem agora excelentes condições estruturais para a prática daquele desporto.
Por outro lado, com tristeza, já se ouvem apostas sobre a não reabertura atempada das piscinas municipais de água aquecida no fim da presente época balnear:
- uns dizem que vai ser por não haver água;
Numa coisa todos estão de acordo: das piscinas mencionadas, as de Carrazeda de Ansiães vão ser das últimas a reabrir.
Eu não penso assim. Penso que, para compensar o encerramento prematuro e, quanto a mim, injustificado que a semana passada se verificou, estas vão ser as primeiras a abrir. Haja optimismo!
RuiCMartins
Oficina de Letras - Domingo 16 horas

Implementação de Agenda 21 Local no Nordeste Transmontano prossegue os trabalhos em Carrazeda de Ansiães
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Daqui e dali... João Lopes de Matos
Respondo aqui à segunda parte da pergunta de Caracol: “Como sobreviver ao cérebro que nos calhou?”
Em meu entender:
João Lopes de Matos
Daqui e dali... Roberto Moreno Tamurejo
A veces tenemos prejuicios, sobre una persona, sobre una determinada cultura e incluso sobre un país; es la ignorancia la que aviva el prejuicio, y claro, en mi caso no podía ser de otra manera.
Conocía el nombre de Trás-os-Montes de vista, una vez lo vi reflejado en un libro de Saramago: Viagem a Portugal, esta colección de crónicas no alimentó mucho mi curiosidad. Me habían contado que se trataba de una zona pobre y poco desarrollada, lo que no ayuda a atraer la atención de curiosos ni de lectores.
Más tarde, a través de la dialectología, conocí algunos pueblos trasmontanos cuya proximidad con otros españoles, concretamente leoneses y gallegos, dieron origen a algunos dialectos. Me limité a aprender las características lingüísticas y culturales de dichos dialectos. No obstante, aún tenía la idea de que esta zona era “pobre”.
Un año después, un profesor portugués me enseñó un poco de cultura vinícola, y como el vino de Oporto no se produce en la Región del Miño, sino en la Región demarcada del Duero en Trás-os-Montes, tuve la oportunidad de conocer un poquito mi futura tierra. Aquel día que mi profesor explicaba la naturaleza del famoso vino no podía prever que algún día yo sería apreciador del mismo.
El destino y un Programa Europeo me ayudaron a entender que no todo lo que te cuentan es verdad, no todo porque Trás-os-Montes tiene sus atractivos como cualquier otra región portuguesa; alberga a una población que aún conserva valores y costumbres tradicionales; posee una belleza paisajística única, así como deliciosos platos gastronómicos… En fin, sólo puedo decir que se acabaron los prejuicios para mi y para todos aquellos que me conozcan, porque les mostraré imágenes y les contaré historias que no pasarán desapercibidas.
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Governo não contempla verbas para o IC5
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Música Tradicional - Carrazeda de Ansiães
17 de Junho de 2007 – 15:00 horas
Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães – Mar de Pedra – Associação Cultural e Recreativa de Vila Real – Grupo Etnográfico da Casa do Professor de Bragança
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Apoios: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães e Inatel
Câmaras celebram protocolos para incentivar aparecimento de novos amendoais

Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Vila Flor e Torre de Moncorvo, são alguns dos concelhos que fazem parte da denominada rota da amendoeira em flor. AgroPortal
Daqui e dali... Carlos Fernandes

È a competição desportiva mais importante do planeta que se realiza de 4 em 4 nos, onde qualquer atleta, dentro da sua modalidade gostaria de içar a bandeira do seu país, no mastro mais alto do pódio olímpico.
Os primeiros Jogos Olímpicos realizaram-se na Grécia Antiga, há mais de 2700 a.C, como uma importante celebração e tributo aos deuses; (Zeus) mas com a emergência do cristianismo no Império Romano e as suas ideologias, os cultos pagãos e tudo a eles inerente, começaram a ser exterminados. Entre 393 e 394; o Imperador Teodósio I acaba com esta concentração.
Pierre de Frédy, mais conhecido por Barão Pierre de Coubertin nascido a um de Janeiro de 1863, na cidade Luz; PARIS, foi pedagogo e historiador francês, tendo ficado para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.
Nascido na capital francesa numa família aristocrática, Pierre de Coubertin foi inspirado pelas suas visitas a colégios ingleses, propondo-se a melhorar os sistemas de educação. Nas melhorias que visionava estava incluída a promoção da educação para o desporto, em que acreditava ser uma parte importante do desenvolvimento pessoal dos jovens estudantes.
Após ter idealizado uma competição internacional para promover o atletismo e tirando partido de um crescente interesse internacional nos Jogos Olímpicos da antiguidade; tendo como base as descobertas arqueológicas encontradas nas ruínas de Olímpia. O barão de Coubertin concebeu um plano para fazer reviver os Jogos Olímpicos.
Depois de varias reuniões e congressos, nascem os Jogos Olímpicos de Verão de 1896, que foram um sucesso por completo. Estavam assim lançados novamente os Jogos Olímpicos.
Com o aparecimento dos Jogos olímpicos nasce a tocha olímpica, bem como a bandeira Olímpica, que seria exibida em 1920, mais propriamente nos jogos olímpicos de Antuérpia, na Bélgica.
Os Jogos Olímpicos da Era Moderna viriam a ser interrompidos novamente com o estala da 1ª e 2ª Guerra mundial.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Daqui e dali... Rui Guerra
Um fim de semana com imensas emoções de carácter cultural, religioso, familiar e desportivo, deixou-me indeciso e confuso neste inicio de semana, daí a diversidade dos assuntos, de que me ocorre falar-vos, o melhor é começar, logo se vê…
Na sequência daquela conversa sobre a Língua Portuguesa, vem mesmo à medida o seguinte: Acompanhando eu a minha esposa em compras ocasionai, que felizmente não aconteceram, e já vos digo porquê, entramos numa loja de roupa para criança, aparentemente de fabrico não nacional. Enquanto por ali deambulava, apercebi-me na publicidade em diversos cartazes coloridos, com 2 ou 3 rostos sorridentes e as seguintes frases: “Hace Amigos” e “Making Friends” e…e o quê? Isso queria eu, mas nada mais consegui ler. Por acaso sei o suficiente em castelhano e inglês para entender, e se não soubesse, a publicidade poderia não atingir o objectivo e não conseguir motivar-me o suficiente para comprar.
Ainda bem que a minha esposa nada comprou para a minha filhota de 8 anos, porque nada de jeito e à sua medida encontrou, mas também e em boa verdade, só lá haviam de comprar espanhóis e ingleses, não merecem compras de portugueses casmurros como eu.
Será que as marcas portuguesas com mercado no exterior, também publicitam os seus produtos em português, ignorando a língua dos locais?
Sou pouco viajado para ter certezas, mas não acredito.
E a propósito falando de viagens: É que o grande o maior exemplo deveria vir de cima, não lá do alto, porque Deus até andou bem atarefado com os seus devotos, todo o fim-de-semana, mas de seres humanos que não são mais do que nós, apenas deveriam sê-lo em responsabilidade, exemplo e conduta cívica. Ou será que os senhores deputados e outros políticos desta nação julgam-se do outro mundo, pois que com o tão apregoado défice, desemprego, funcionários pouco produtivos, etc., etc.?...
Afinal tantas lamúrias para justificar o aperto em que anda toda a nação, desde há vários governos, serve de pretexto para toda a classe política, apontar o dedo acusatório, quais bodes expiatórios de todas as enfermidades da nação.
Mas são estes mesmos senhores deputados e outros afins, autores por vezes de discursos inflamados de bem servir a nação pela causa pública, que abandonam o parlamento, deixando-o sem quórum e antecipando a seu bel-prazer o já antecipado fim-de-semana pascal. Porque é que a vossa tolerância de ponto teve início quarta-feira e não quinta-feira como os demais?
Sejam pois consequentes e coerentes os actos e as vossas palavras. Doutro modo as vossas palavras serão vento que passa e cai por terra algum respeito que o povo ainda vos tem, meus senhores. E já nem falo das faltas constantes ao parlamento dos principais responsáveis partidários.
E quando o exemplo deveria vir de cima, olhamos e vemos um vazio cada vez maior. Assim a democracia está enferma, pode até morrer e vocês serão os seus carrascos.
Rui Guerra (Do programa Tribuna Livre, emitido semanalmente na Rádio Ansiães)