
Segundo a Lusa, o projecto promovido pela Associação de Municípios da Terra Quente deverá entrar, em breve, na fase de análise exploração de uma rede de fibra óptica com potencial para larguras de banda de 10 Gbps.
Concessões de exploração para operadores tradicionais ou parcerias entre municípios e empresas são hipóteses sobre a mesa. Além desta nova infra-estrutura para a Terra Quente Transmontana, também deverão ser lançadas mais três redes comunitárias (Évora, Vale do Lima e Vale do Minho), no âmbito de um programa liderado pela UMIC – Agência para Sociedade do Conhecimento. Diário de Trás os Montes
Sem comentários:
Enviar um comentário