sexta-feira, 4 de julho de 2008

Voto de congratulação pela libertação de Ingrid Betancourt aprovado com oposição do PCP

O PCP ficou hoje isolado durante um debate parlamentar sobre a libertação da ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, que estava refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), escusando-se a condenar essa organização e contestando que seja terrorista. Público

8 comentários:

João disse...

O PCP tem que fazer o que os italanos chamam"aggiornamento",isto é,têm que transportar-se para os dias de hoje e adequar a sua prática política às realidades actuais.
Tal como outras instituições,partidos ou pessoas tiveram (ou terão)que actualizar-se também o PCP tem que fazê-lo.
E as organizações mais ou menos terroristas não têm hoje qualquer sentido:são de longe mais os males que acarretam do que os benefícios que trazem.
JLM

Anónimo disse...

O partido comunista, aliás o comunismo está morto. É um fantasma que persiste em nos assombrar com um passado sombrio e derrotado.O PCP com atitude perante a libertação de Ingrid Betancourt e a posição que tem sobre as (FARC), revela a genese do partido. Por quanto tempo é que este fantasma ainda vai ter assento parlamentar?

Anónimo disse...

foi pena nao estar là a deputada cada vez mais d.ra olìmpia candeias. votaria como os comunistas, a julgar pelos louvores que lhes fez na 1ª intervençao.
ateia

João disse...

A sociedade que tende a vingar parece ser a liberal.Liberal em todos os domínios:económico,ideológico,cultural,religioso.
O Estado terá que garantir um mínimo de vida digna a toda a gente,ajudado pelas pessoas religiosas e de boa vontade. Nesse mínimo está a segurança social, a saúde,a educação,a justiça.
Tudo o mais pode e deve ser feito pelos cidadãos res onsáveis,desempenhando o Estado o papel de garante do funcionamento regular da liberdade .
A economia,com base nas leis do mercado,pode funcionar através de iniciativas mais ou menos singulares ou colectivas e nestas pode o PCP desempenhar um papel importante promovendo a constituição de associações em que a entre-ajuda seja um elo de ligação entre as pessoas.Claro que este papel pode ser também desempenhado pelas Igrejas.
A liberdade ideológica,religiosa,cultural será plena, com a única e importante restição de não se admitirem processos que não sejam pacíficos.
JLM

Anónimo disse...

(provocação-zinha-):

O quê, senhor doutor J.Matos? "ajudado pelas pessoas religiosas..."? Nen parece um assumido agnóstico a falar!
Mas pronto, de contradição em contradição, haja paz, senhor!

João disse...

Por eu ser agnóstico não quer dizer que não tenha muito apreço pelas virtudes dos que acreditam em Deus.Esta crença leva muita gente a fazer obras muito meritórias,designadamente a ajudar o próximo.Acho até que devemos contar com essas pessoas para resolver muitos problemas sociais.Onde está a contradíção?
JLM

Anónimo disse...

As ditaduras, venham elas de onde vierem, são sempre um atropelo e um óbice ao desenvolvimento e ao progresso.

Anónimo disse...

Este P. comunista está cada vez mais longe do que pretende, mas não se dá conta...