
O prazo de execução era de sessenta dias e a REFER apontou então o final de Outubro como data para a reabertura da linha em toda a sua extensão.
Um desabamento de pedras foi a causa apontada, em dois inquéritos, para o acidente que arrastou uma carruagem do metro de Mirandela ao serviço da CP por uma ravina de 60 metros em direcção ao rio Tua. Fonte da Procuradoria-Geral da República disse à agência Lusa, sobre o seu trabalho de investigação, que o seu inquérito continua ainda a decorrer não havendo, até ao momento, quaisquer conclusões que se possam revelar.
Recorde-se que, desde o acidente, ocorrido em Fevereiro, o comboio só circula entre Mirandela e Brunheda, com o restante percurso, entre a Brunheda e o Tua e a consequente ligação à linha do Douro, a ser feito de táxi.
De acordo com a fonte da REFER esta situação deverá prolongar-se por pouco tempo já que a empresa prevê que, “dentro de alguns dias, será retomada a circulação em toda a linha”, embora não adiante ainda uma data concreta. De acordo com a informação disponibilizada à agência Lusa, está a decorrer neste momento “a fase final de avaliação relacionada com a segurança da operação” e só depois de esta ser ultimada é que será possível retomar a circulação. Na sequência do acidente e dos trabalhos de reparação do troço acidentado, a linha foi alvo de vistorias para determinar as condições de segurança, estando a reabertura dependente dos pareceres técnicos. PJ
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