
Sendo que é precisamente o FEF o principal suporte orçamental das câmaras mais pequenas. Só que o edíl de Carrazeda de Ansiães não dá como certo que o município continue nessa lista negra. Inicialmente as contas falavam numa derrapagem de um milhão e setecentos mil euros face ao valor de endividamento possível. Eugénio de Castro assegura que o valor já foi revisto e ainda pode diminuir. Por isso adianta que a contestação ainda não acabou. Eugénio de Castro explica que o principal problema está no facto de em 2006 terem mudado as regras quanto ao endividamento e tinha um passivo acima do previsto, relativamente a 2005. Por outro lado, o autarca queixa-se também de se ter endividado com obras que deveriam ter sido comparticipadas pelo Estado e acabaram por ser suportadas unicamente pelo município. O autarca admite que se a situação já não se alterar, a quebra de 10% no FEF vai penalizar o concelho. Carrazeda tem dez dias úteis para contestar. RBA
1 comentário:
AH!!! Enganaram o sabe tudo!!!
tadinho!!!
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