sexta-feira, 20 de julho de 2007

Água castanha obriga Câmara a encerrar piscina

A Câmara de Carrazeda de Ansiães decidiu ontem encerrar a banhos as piscinas descobertas por causa da má qualidade da água. Apesar de não ter problemas relacionados com bactérias, apresenta uma cor acastanhada, resultado da presença de ferro e manganês. Às voltas com dificuldades semelhantes encontra-se a empresa Águas de Carrazeda que assegura o abastecimento a domicílio. Somam-se as queixas relativas à cor do líquido que sai da torneira, que por vezes mais parece chá, e que já causou alguns prejuízos.

O delegado de saúde de Carrazeda, Luís Sá, garante que "as análises efectuadas não revelaram problemas bacteriológicos, pelo que as pessoas podem estar descansadas em relação a eventuais riscos para a saúde". Porém, diz "não estar satisfeito" com o aspecto da água, pois "tem uma cor que não devia ter". Ora, segundo Luís Sá, esta tonalidade é causada pela presença de quantidades "acima do normal" de Ferro e Manganês na água proveniente da albufeira da Fontelonga, que dá de beber a quase todo o município e a partir da qual se encheu a piscina.
O administrador da Águas de Carrazeda, Francisco Morais, explica o caso com a eutrofização da barragem, na sequência dos últimos anos de seca, que a deixaram quase vazia. O processo de enchimento durante o último Inverno fez com que "houvesse desprendimento de substâncias das lamas do fundo, como o Manganês, tornando-se solúvel". A reacção deste metal com os produtos de tratamento acabou por dar uma tonalidade castanha à água. "Estamos a proceder às afinações necessárias para resolver o problema", garantiu aquele responsável, notando que "a inconstância da meteorologia, este verão, também não ajuda nada".

A empresa esta a experimentar captar a água mais à superfície, para ver se a presença dos metais diminui. Três especialistas em Química deslocaram-se às piscinas para estudar o problema e tentar encontrar uma solução. "Vamos instalar filtros específicos mas não podemos prever quanto tempo vamos ter as piscinas encerradas", adiantou o presidente do município, Eugénio de Castro.

Enquanto a Câmara procura solução para tornar a piscina azul e a Águas de Carrazeda tenta devolver líquido incolor às torneiras dos domicílios, os carrazedenses lamentam-se e protestam.

Vasco Sousa, 15 anos, e Tiago Alegre, 16, costumam passar os seus dias nas piscinas "É o único sítio para os nossos momentos de lazer". Vão para "apanhar sol e relaxar", porque meter-se na água dá-lhes "algum nojo" e motiva-lhes "receio de apanhar doenças".
Maior problema é o de Fernando Figueiredo "várias peças de roupa boa irrecuperáveis, com manchas castanhas provocadas pela água na máquina de lavar". Já foi queixar-se à sede da Águas de Carrazeda, onde apresentou os prejuízos. "Estou aborrecido com esta situação, parece que a roupa está enferrujada", desabafou, esclarecendo que nem sequer está a "requerer uma indemnização". Apenas exige mais "responsabilidade" da empresa para que estas situações não se verifiquem no futuro.
Eduardo Pinto in JN

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Um mau cartão de visita do "Douro Património da Humanidade"

Estradas da região estão sujas e pouco asseadas

Quando se pugna por um Douro mais limpo, mais atractivo, as vias de comunicação apresentam um grande estado de desmazelo, quanto à limpeza das sua bermas. Raras são as estradas que se apresentam limpas e asseadas. O Encarregado de Missão do Douro, Ricardo Magalhães, quer pôr fim à falta de asseio das vias rodoviárias durienses e vai propor um plano, para ser cumprido. (...)
De referir que a área da UNESCO é alvo de duas campanhas que podem, entre outras coisas, “lavar a cara” às estradas durienses. Uma é denominada “Douro Limpo”, promovida pela UTAD. Este projecto conta com muitas acções de sensibilização ambiental, seminários, distribuição de material técnico didáctico sobre a gestão de resíduos de construção civil, sucatas ou os designados monstros domésticos. A outra é denominada “Erradicação das Dissonâncias Ambientais do Alto Douro Vinhateiro” que tem como objectivo a identificação de “pontos negros ambientais” e a elaboração de propostas de reabilitação paisagística para os treze concelhos que integram o Douro Património Mundial. O projecto que tem como entidade executora o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) representa um investimento de 1,6 milhões de euros, financiados pela ON – Operação Norte, através da sua medida ON-Douro. A campanha vai percorrer os concelhos de Alijó, Peso da Régua, Mesão Frio, Santa Marta de Penaguião, Sabrosa, Vila Real, Lamego, Carrazeda de Ansiães, Armamar, Tabuaço e São João da Pesqueira. Jornal Regional

Daqui e dali... Zaratustra

Passado – Presente – Futuro - Outra visão

A mãe das ciências da Natureza, a Física, ensina-nos que o Presente é um instante em movimento. E por isso esse instante já foi, ou seja, passou ao Passado ainda que acontecesse milésimos de segundo antes.

Esta visão micro, pela indução, constrói uma visão macro e reduz-nos somente ao Passado e ao Futuro. -Nada de novo para Einstein com os seus dualismos antagónicos.

Se não existe Presente o que existe então? Todo o Futuro à nossa frente e todo o Passado atrás.

Como o Futuro ainda não aconteceu, só nos resta o Passado. O passado são as nossas memórias e portanto, nós somos tão somente memórias. Somos tão somente Passado.

Adjacente a esta leitura, nasce um princípio de vida: Devemos programar o Futuro de maneira a construir um bonito passado. Ou de outra forma, devemos pautar-nos por construir bons momentos de modo a que tenhamos boas memórias e dessa forma sejamos naturalmente boas pessoas.

Na psicologia, um bom passado constrói uma boa pessoa.

"Perder tempo é, assim, o primeiro e, em principio, o mais fatal dos pecados. A duração da vida humana é efectivamente pequena e preciosa para que se tenha a certeza de que cada um é eleito. Perder tempo devido à sociabilidade, à ociosidade, à luxúria, ou até ao facto de se dormir mais do que o necessário para a saúde […] é digno de uma condenação moral absoluta."- Max Weber.
Portanto não desperdicem bons momentos. Pela vossa felicidade,
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Zaratustra

Linha férrea desactivada

A INVESFER, uma empresa pertencente à REFER, pretendia que as autarquias da região pagassem uma renda mensal de 250 euros para cada quilómetro de caminho de ferro desactivado para a sua transformação em Eco Via. (...)
Uma proposta que os autarcas do distrito de Bragança recusaram liminarmente. Brigantia

O que se disse...

«É uma palavra curiosa esta “Carrazeda”, onde diabo virá, Carrazeda? Bom, cada um diz a sua coisa. Olhem, há aqui uma pessoa local, não vou dizer o nome, tenho aliás por ela a maior simpatia e até admiração, mas imaginem que escreveu este disparate.
Que Carrazeda vem de cara azeda, porque aqui as pessoas têm uma cara muito azeda. Bom, isto não tem pés nem cabeça porque as pessoas acham sempre que as pessoas da sua terra têm uma cara linda, se fosse esse o critério em Portugal não havia vila, nem aldeia nenhuma que não se chamasse “vila da cara linda” são lindas sempre, os sítios, e as pessoas, e as expressões da terra onde nascemos.»

A Alma e a Gente – “Nas ruínas de um castelo” in RTP
José Hermano Saraiva

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Actividade falhada!


"Se gostas de te divertir, gostas de água, gostas de competição, gostas de aventura,
Então não percas tempo. Procura 7 amigos que tenham 16 anos ou mais e entra no desafio
."
Entre 14 e 20 de Julho
Inscrições até 22 de Junho com as Técnicas de Desporto nas Piscinas Municipais
Organização: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
  • Má qualidade da água?
  • Falta de divulgação?
  • Ausência de inscrições?

Água de cor castanha em Carrazeda de Ansiães

Há dias em que a água que corre nas torneiras do concelho de Carrazeda de Ansiães mais parece chá, tal é a sua cor acastanhada. O problema fica a dever-se a uma reacção físico-química na água, relacionada com excesso de um metal chamado manganês.
O esvaziamento que a albufeira da Fontelonga, de onde sai a água que abastece a maior parte do concelho, sofreu nos últimos anos de seca, não é alheio à situação.
Francisco Morais, administrador da empresa Águas de Carrazeda, explica que o que causa o tom acastanhado da água é “o abaixamento do nível da água da albufeira, que leva o manganês, que se encontra no fundo, a subir”.
Apesar da cor castanha da água que é distribuída ao público em Carrazeda de Ansiães, Francisco Morais assegura que não existe qualquer problema para a saúde.
A Águas de Carrazeda continua a ajustar o sistema de tratamento para tentar debelar o problema e devolver água incolor às torneiras do concelho de Carrazeda de Ansiães. Brigantia

Número de pipas conhecido em Agosto

O conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) vai decidir o número de pipas que a Região Demarcada do Douro vai transformar em Vinho do Porto na próxima colheita, até Agosto, devendo o Comunicado de Vindima de 2007 ser publicado no primeiro domingo do próximo mês, segundo fonte do Ministério da Agricultura. JN

Daqui e dali... Alexandre Quinteiro

This Mess We're (not) In

Enquanto lia um excelente texto de Roberto Moreno Tamurejo no blog Pensar Carrazeda, o media player trouxe-me uma música especial: This Mess We're In, Pj Harvey e Thom Yorke.

Dois mundos. Dois mundos muitos diferentes.

A adaptação a Carrazeda de Ansiães de um lado, a melancolia nova-iorquina de outro. Melancolia nova-iorquina? Não percebo.

Sim, duas pessoas, um homem e uma mulher, tudo o resto, é-lhes indiferente.

Por vezes apetecia-me trocar de mundo, sair para o barulho, não de férias, não como emigrante, mas nascer de novo, cidadão de uma grande cidade da Terra. Não como emigrante pois o que mais me atrapalha não é a ideia de me adaptar (isso para mim é fácil), mas sim a forma como os outros olhariam a minha adaptação.

Mas por outro lado, amo o meu Mundo. Amo a minha Carrazeda de Ansiães, gosto de mostrá-la aos outros Mundos.
Pode ser pequena, calma demais, quente no Verão e fria no Inverno. Mas é minha...e eu gosto de gostar dela!

Alexandre Quinteiro
Silêncio é o barulho baixinho...

terça-feira, 17 de julho de 2007

Parque do Pinocro - Fontelonga

21 de Julho
Sábado

22.00 h - Bandits

23.00 h - Quinta do Bill

Organização: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães

Outros olhares... Roberto Moreno Tamurejo

Fronteras

El teléfono móvil es el primero que te alerta, te encuentras en “área desconocida”, acabas de cruzar la frontera…

Con un grupo de chicos atravesé un puentecito que une a España con Portugal, se encuentra entre Zamora y Bragança. El autobús explotó en júbilo, todos ellos dibujaron una sonrisa en sus caras. Ya conocían el camino a casa, podían llamar por teléfono sin ser estafados, se sentían identificados con el paisaje…

Entre Chaves y Verín vemos una frontera paisajística. Aún no hemos abandonado Portugal y ya se divisa Verín, como Badajoz cuando abandonamos Elvas. Dejando Ourense (Galiza), nos adentramos en el norte de la provincia de Zamora, muy cerca de Sanabria. Me llamó la atención el dialecto que hablaban algunos de los ciudadanos, no era portugués ni gallego, tampoco español, era una mezcla extraordinaria, fruto de la frontera, del acercamiento histórico de dos realidades diferentes y al mismo tiempo parecidas.
Hay un mirador en Miranda do Douro, ¿lo conocen?, observen el horizonte, céntrense en la parte amarilla, allí hay un dos, según la leyenda sólo se casa quien lo encuentra. Un amigo se sentó junto a mí y me invitó a imaginarme España, sólo continuar aquel río y perder de vista esa montaña. Allí está mi país.

¿Hablamos en español o en portugués?, pregunté en un café en Vilar Formoso. Me arranqué en portugués. No me podía resistir a un café antes de cruzar la frontera. Entro en España, esta vez he tenido que pasar por antiguas “aduanas”, que extraña sensación de historia. Adiós Portugal.

Tal vez sea mi frontera preferida, une a Badajoz con el Alentejo portugués…
Ó Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista!
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Roberto Moreno Tamurejo

Marca de Trás-os-Montes lembrada pelo Nordeste 21

A criação de uma marca de Trás-os-Montes e Alto Douro foi a proposta que reuniu maior consenso no âmbito do segundo ciclo de seminários do Projecto nordeste 21, implementado pela empresa intermunicipal Resíduos do Nordeste.
As acções decorreram ao longo dos últimos meses nos concelhos de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Vila Flor, Mogadouro, Vimioso e Miranda do Douro. Brigantia

Interrupção da Gravidez disponível em Bragança e Mirandela

Os Hospitais de Bragança e Mirandela estão desde esta segunda-feira a aceitar marcações de consultas de grávidas que pretendam efectuar uma Interrupção Voluntária da Gravidez até às 10 semana. Um procedimento que será possível realizar em ambas as unidades de saúde do distrito. Brigantia

Câmara de Freixo ouve população

Pelo segundo ano consecutivo, o executivo municipal de Freixo de Espada à Cinta desloca-se ás freguesias do concelho para auscultar os problemas da população. Trata-se da iniciativa Semana do Municipio com o lema “Mais perto de todos, mais perto das soluções”. RBA

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Começou o desmantelamento da carruagem que caiu ao Tua

A carruagem que caiu ao rio Tua no acidente do passado dia 12 de Fevereiro começou ao início da tarde desta segunda-feira a ser removida da ravina com cerca de 50 metros. Mais de cinco meses depois do descarrilamento os trabalhos de remoção vão consistir na desmontagem peça-a-peça da carruagem do Metro Ligeiro de Mirandela.
A empresa SEMES, pertencente à CP, é que estará à frente dos trabalhos que vão demorar um mês e ter um custo de 100 mil euros. Brigantia

Daqui e dali... João Lopes de Matos

Eternidade - outro texto

Vamos ser mais directos e esquemáticos, não falemos em nomes e usemos apenas o próprio cérebro.
Nota prévia:
-Não vamos preocupar-nos com minudências (ressurreição ou não) e limitemo-nos a um só
Problema: - Existe ou não vida para além da morte?
Primeira resposta: - Existe, porque não seria correcto que Deus nos fizesse iguais aos outros animais.
Segunda resposta: - Não existe, pois nós não passamos de animais como quaisquer outros.
Terceira resposta: - É-me indiferente esta questão. Vou vivendo e depois logo se verá.
Quarta resposta: - Não sei se há ou se não há. Não consigo resolver certas questões.
Minha posição: - Sou levado a crer que não existe, pois não sei o que fazer na eternidade.
- No entanto fico-me na incerteza ou dúvida. Mesmo na questão da existência de Deus tomo a mesma postura – agnóstica, embora aqui a vontade de crer seja mais forte porque é mais aceitável ao comum dos mortais acreditar que tudo tenha resultado dum impulso divino do que crer que tudo tenha resultado dum entrechoque das leis da natureza. Mas como não sou capaz de resolver certos problemas fico-me na dúvida.

Considerações finais: - Estes assuntos são muito interessantes mas prometo que vou deixá-los por uns tempos. Isto pode levar a uma crise existencial e é melhor preocuparmo-nos com questões do nosso mundo.

João Lopes de Matos

Exigida modernização da via-férrea

A Assembleia Municipal de Alijó aprovou uma moção "em defesa da Linha do Douro" que vai ser entregue ao Governo. Este documento contempla o interesse da autarquia duriense em "tornar a linha do Douro moderna e acessível a Espanha" e "unir quatro áreas classificadas como Património Mundial". JN

Fórum transmontano reunido

Os objectivos de dar mais dimensão e captar mais investimento, juntam, amanhã, em Chaves, 15 autarcas de transmontanos. O encontro tem como propósito uma aproximação a pensar num plano de acção conjunto com projectos estruturantes de âmbito regional para candidatar ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Os 15 autarcas representam os municípios que correspondem à chamada NUT III/ Trás-os-Montes, uma dimensão territorial que a União Europeia vai privilegiar no apoio a projectos. (...)
Os 15 concelhos da NUT/ Trás- os-Montes estão divididos em três associações de municípios, a Terra Fria, Terra Quente e Tâmega e cada uma tem já estudos para projectos nos seus territórios. Centros tecnológicos, turismo, produtos regionais, requalificação ambiental ou parques industriais são algumas das propostas em discussão no encontro de amanhã. (...)
As acessibilidades continuam à cabeça das necessidades da região, mas dependentes do poder central ou de projectos de um âmbito superior à região, na opinião de José Silvano.
Uma rede viária interna de acessibilidades podia ser candidatada ao próximo quadro comunitário, mas no âmbito da NU II da grande região Norte, na opinião de Silvano. (...) PJ

domingo, 15 de julho de 2007

DN

Autarcas do Douro querem linha férrea para Espanha

As câmaras servidas pela via-férrea do Douro pretendem a reactivação da ligação a Espanha e a requalificação da linha entre Marco de Canaveses e Barca de Alva.
Para o efeito estão a aprovar várias moções nas respectivas Assembleias Municipais para enviar ao Governo. Marco de Canaveses foi o primeiro município a aprovar o documento “ em defesa da linha férrea do Douro”, o mesmo aconteceu já com Alijó, enquanto outras câmaras se preparam para proceder de forma idêntica. A vontade das câmaras surge depois do interesse espanhol em reactivar o troço entre La Fuente de San Esteban (Salamanca) e Barca de Alva, ao mesmo tempo que vêem o abrir de uma porta ao turismo do país vizinho.

Ao que apuramos as diversas moções, assinadas pelas câmaras de Marco de Canaveses, Mesão Frio, Baião, Régua, Sabrosa, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Nova de Foz Côa, S. João da Pesqueira e Figueira de Castelo Rodrigo deverão chegar ao Governo antes do Outono. Correio da Manhã