Francisco Sarsfield Cabral,"Público"
terça-feira, 18 de março de 2008
O que se disse...
Francisco Sarsfield Cabral,"Público"
Edite Estrela foi à Escola incutir interesse pela Europa
Uma mensagem transmitida, na última sexta-feira, na Escola Básica 2,3 e Secundária de Carrazeda de Ansiães, no âmbito de uma palestra sobre a Europa. “É muito importante ter consciência da nossa cidadania europeia e que estamos integrados num espaço privilegiado”, sublinhou. Eduardo Pinto/Rádio Ansiães
Distrito de Bragança com duas comarcas judiciais
O distrito de Bragança vai ser contemplado com duas comarcas na reforma da justiça. O novo mapa judiciário é apresentado hoje pelo Governo e fica marcado pela concentração de comarcas.Para o distrito de Bragança estava prevista apenas uma, na capital de distrito, mas o Governo acabou por criar uma segunda comarca, cuja localização ainda não é conhecida, mas tudo aponta para que fique sedeada em Mirandela.
O mapa já foi divulgado e revela que para a região foram criadas as comarcas de Alto Trás-os-Montes, com sede em Bragança e a comarca de Trás-os-Montes, provavelmente com sede em Mirandela.
Para o distrito de Vila Real mantiveram-se as duas comarcas inicialmente previstas: Alto Tâmega, com sede em Chaves e Médio Douro com sede em Vila Real.
O movo modelo do mapa judiciário vai estar à prova a partir de próximo ano em três comarcas-piloto: Alentejo Litoral, Grande Lisboa Noroeste e Baixo Vouga.
O período experimental termina em 2010, ano em que a reforma será aplicada a todo o território nacional.
CIR/Eduardo Pinto/Rádio Ansiães
Sete barragens em obras estarão prontas no fim do ano
Neste momento, estão em fase de construção ou conclusão grandes barragens de abastecimento público de água Ferradosa, em Freixo de Espada à Cinta; Olgas, em Torre de Moncorvo; Sambade, em Alfândega da Fé; Valtorno-Mourão, em Vila Flor (sujeita a selagem de fissuras); Pinhão, entre Sabrosa e Vila Pouca de Aguiar; e Pretarouca, em Lamego. "Até ao final deste ano, estarão todas construídas", garante Alexandre Chaves, presidente da empresa Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro (ATMAD). JNsegunda-feira, 17 de março de 2008
Movimento cívico acusa REFER e LNEC de «desinteresse e desleixo»
O Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT) acusou hoje de «desinteresse e desleixo» a Refer e o Lnec por ainda não terem garantido as condições de segurança, o que quase levou à suspensão da circulação este fim-de-semanaO Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) emitiu dia 14 uma ordem de interdição da exploração comercial no troço acidentado há um ano.
A ordem foi revogada poucas horas depois, tendo sido dada uma semana à Refer e ao Lnec para providenciarem os estudos e intervenções para garantir a segurança da operacionalidade da linha.
Para o MCLT, «é incompreensível e inaceitável o facto de estas duas entidades não terem garantido, executado e terminado dentro do prazo todas as intervenções necessárias para garantir o normal funcionamento da Linha do Tua, facto esse que merece total repúdio e condenação».
«Certo é que após a reabertura da linha, os trabalhos de reforço da segurança estão por terminar e este aspecto representa bem o desleixo e desinteresse por parte dos responsáveis pela gestão e manutenção da Linha do Tua» , considera o movimento num comunicado enviado.
Ao MCLT «causa grande estranheza, desconfiança e suspeição que um ano não seja suficiente para estudar os perigos e efectuar os trabalhos necessários numa linha que demorou apenas dois anos a construir, há 120».
Foi com «grande preocupação que o movimento recebeu a notícia da ameaça de enceramento da linha do Tua», um mês e meio depois da reabertura do troço entre a Brunheda e a estação do Tua.
A reabertura ocorreu quase um ano depois do acidente que, em Fevereiro de 2007, matou três ferroviários e feriu dois passageiros.
O IMTT deu uma licença provisória para a reabertura da linha que expirava a 15 de Março.
Dentro deste prazo, a Refer e o Lnec deviam ter providenciado os estudos e medidas necessárias à segurança da circulação, que está a ser feita, no referido torço, no chamado regime de «marcha a vista».
Embora a velocidade não seja muito inferior à normal nesta linha, que liga Mirandela à linha do Douro, e, Foz Tua, o propósito é permitir ao maquinista parar perante qualquer obstáculo.
Por não ter recebido os relatórios de que foram feitas as diligências necessárias, o IMTT emitiu uma Instrução Complementar de Segurança (ICS) em que interditava a circulação, neste troço, a partir de Domingo.
A ICS foi revogada poucas horas depois por uma semana e prorrogado pelo mesmo período o prazo para o Lnec e a Refer apresentarem os requisitos exigidos.
Se até sábado, o IMTT não vir satisfeitas estas exigências, a ICS entra em vigor e a circulação fica interdita.
«Estranhamente ou não, também se pode verificar que este infeliz e inoportuno episódio coincide com as vésperas do concurso para a construção da barragem» , refere o movimento de defesa da linha, referindo-se à hidroeléctrica que faz parte do plano nacional de barragens e irá submergir parte da linha.
O MCLT condena ainda o que considera «o genocídio ferroviário que tem vindo a ser praticado na Linha do Tua e manifesta-se contra novo encerramento da linha, exigindo que seja normalizada a circulação entre Brunheda e o Tua o mais breve possível».
Lusa / SOL
Câmara limpa 1600 hectares de floresta
O município de Mogadouro está a limpar e desmatar 1600 hectares de floresta de um total de cinco mil hectares na área circundante à freguesia de Castelo Branco. Trata-se de uma mancha florestal sensível e com importância económica, que no Verão constitui uma preocupação acrescida. JNEstação de Barca de Alva pode ser hotel de charme
domingo, 16 de março de 2008
O ‘fim do mundo’ é já ali
Para os lados do Cachão e enquanto a água do Tua não cobre os carris, as viagens de comboio fazem-se à velocidade das velhas locomotivas a vapor.Há 150 anos «era mais fácil» ir de Lisboa a Southampton do que a Bragança. Hoje, o comboio de que falava a socióloga Maria Filomena Mónica demora mais tempo a chegar do Porto a Mirandela do que uma qualquer automotora ronceira espanhola a ligar duas províncias. Mas a quase inevitável submersão da linha do Tua pela albufeira de uma nova barragem está a gerar amores e ódios entre autarcas.
Em 2006, quando se batia pela manutenção da maternidade, o presidente da Câmara de Mirandela mandou colocar dois outdoors no IP4. Num deles, José Silvano escreveu a seguinte mensagem: «Aqui termina o Portugal da igualdade de oportunidades. Bem-vindos a uma zona de desertificação. Próxima saída a 70 quilómetros, Espanha». Dois anos depois, o autarca está novamente envolvido numa batalha contra a interioridade, agora porque o Governo está prestes a afundar-lhe o comboio ou, melhor, o Metropolitano Ligeiro de Mirandela. Mas, desta vez, está sozinho, porque os municípios servidos pelo metro (Vila Flor, Alijó, Carrazeda de Ansiães e Murça) são favoráveis à construção da barragem. E são-no, diz José Silvano à VISÃO, porque «vão ganhar uns equipamentos que o Governo lhes prometeu para estarem calados».
Mas, afinal, que linha é esta pela qual José Silvano tanto se emociona? No último dia de 1906 ficou pronta a ligar o Tua a Bragança. Também em Dezembro, mas de 1991, o primeiro-ministro Cavaco Silva reduziu-a a menos de metade para, de seguida, inaugurar o «metro de superfície». Há 11 meses, um acidente próximo da Brunheda terminou com a morte de três pessoas e o trajecto entre esta estação e o Tua passou a ser feito de táxi. Os mais de 440 mil euros gastos nas obras não dão garantias ao LNEC, razão pela qual a via só esta semana reabriu, mas com «condicionamentos» de vária ordem. Ironia do destino, foi um descarrilamento próximo da aldeia de Sortes que ditou o encerramento do troço Bragança-Mirandela.
Trás-os-Montes parece, assim, condenada a estar cada vez mais distante do litoral. São tão-somente 194 kms para cada lado. Contudo, ir do Porto a Mirandela de comboio exige tempo e um espírito de sacrifício redobrado. Sair pela madrugada (07h25) é condição indispensável para se regressar no mesmo dia. De qualquer modo, só próximo das nove da noite é que a viagem chega ao fim! Até à última segunda-feira havia ainda pela frente uma outra aventura: depois de se chegar ao Tua, na linha do Douro, entrava-se num táxi que nos conduzia à Brunheda. Aí, apanhava-se o comboio em direcção a Mirandela. Cada quilómetro transforma-se numa eternidade...
Para o ministério do Ambiente «é prematuro falar de cotas e prazos» para a construção da barragem. Mas Francisco Correia, o ministro, já fez saber que «não se pode ter sol na eira e chuva no nabal». A «abertura urgente» do troço encerrado há um ano era, até aos últimos dias, o que interessava a José Silvano. Depois, quando a água tocar os carris, a Câmara «deixa de estar interessada» em explorar o metro. Ou, então, o Governo terá que construir uma nova linha.
Mirandela, cidade sui generis
Mais ou menos ordenada, com melhor ou pior gosto, a região de Trás-os-Montes cresceu imenso nos últimos anos e Mirandela não é excepção. O município que reclama «as mais afamadas» alheiras de Portugal até tem um «metropolitano ligeiro», cujas composições foram pomposamente baptizadas de Lisboa, Paris, Estrasburgo e Bruxelas. Este ímpeto europeísta também atingiu as estações do metro, que receberam o nome de Jean Monnet, Jacq. Delors, Tarana (cidade indiana) ou Jean Piaget.
E se os lugares e aldeias preservam «nomes solares», a toponímia da cidade dá-nos a conhecer a Rua Dr. Francisco Pinto Balsemão, a Av. das Comunidades Europeias, a Rotunda das Bandeiras ou, por exemplo, a Rua Cidade de Orthez. Tal como em Coimbra, aqui também existe uma Ponte Europa e junto à velha travessia sobre o Tua, bem no centro da cidade, está colocado o único monumento ao jet-ski nacional: um repuxo que se eleva a cerca de duas dezenas de metros, partindo de um enorme espelho de água. Uma «homenagem» da «capital do jet-ski em Portugal» à modalidade que nos últimos anos tem levado a Mirandela os campeonatos nacional e europeu e a Taça do Mundo da especialidade. Visão
sábado, 15 de março de 2008
Por cada 15 imigrantes saem 100 portugueses

Sente-se, por exemplo, uma ligeira viragem no perfil do emigrante, com a saída de pessoas mais qualificadas. Mas essa percentagem continua a ser ínfima no total de emigrantes que «apenas querem ganhar dinheiro e se submetem a trabalhos que não fariam em Portugal», explica o padre Pedro Rodrigues, que está há mês e meio numa paróquia de Londres. «Todos os dias chegam pessoas vindas de regiões que até nem era normal procurarem Inglaterra, como o Alentejo», conta. Sol
sexta-feira, 14 de março de 2008
Linha do Tua: Suspensão adiada, REFER E LNEC têm uma semana para criarem condições
Linha do Tua: Circulação novamente suspensa a partir de domingo
A linha do Tua vai ser encerrada novamente no troço afectado pelo acidente de Fevereiro de 2007, por determinação do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.
De acordo com a mesma fonte, o instituo fiscalizador ainda não recebeu do LNEC e da REFER a comprovação de que foram executadas as medidas de segurança necessárias à circulação ferroviária.
A linha reabriu, entre a Brunheda e Foz Tua, a 27 de Janeiro, com uma autorização temporária, que determinava que até 15 de Março teriam de ser entregues no IMTT os relatórios das condições de segurança.
Segundo a mesma fonte, essa informação ainda não chegou ao instituto, que notificou as diversas partes de que a partir de 16 de Fevereiro está interdita a exploração comercial da linha naquele troço.
Contactada pela Lusa, a CP informou que vai acatar a decisão da entidade de supervisão e que não depende desta empresa o retomar da circulação ferroviária.
A CP refere que "é afectada como os clientes", um mês e meio depois de a linha ter reaberto em toda a extensão, quase um ano passado do acidente que matou três ferroviários..
A REFER é a empresa responsável pela infra-estrutura e pelas obras já executadas e medidas de segurança a tomar, por indicação do LNEC.
Ricardo Martins questiona reestruturação nas finanças
quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
Douro: Freguesias dependem demasiado de terceiros financeiramente - estudo
O Orçamento de Estado e municípios atribuíram 86 por cento dos sete milhões de euros arrecadados pelas freguesias do Douro em 2006, o que revela uma forte dependência face a terceiros, refere um estudo divulgado hoje, em Alijó.Perto de meia centena de presidentes de juntas de freguesia do Douro participaram nas jornadas autárquicas "As Freguesias e a Lei das Finanças Locais".
No decorrer desta iniciativa dedicada às contas das autarquias, foi apresentado um estudo "inovador e único" de caracterização financeira das freguesias da NUT Douro, correspondente a dados de 2006.
Joaquim Santos Costa, director de Serviços de Apoio Jurídico e à Administração Local da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), referiu que o estudo incidiu numa amostra de 117 das 301 autarquias locais durienses.
Em 2006, as freguesias arrecadaram cerca de sete milhões de euros, dos quais seis milhões (86 por cento) resultaram de transferências financeiras obtidas de terceiros, com destaque para as do Orçamento do Estado e as dos municípios.
"Estes valores realçam a forte dependência das freguesias face a receitas de terceiros", salientou o Joaquim Santos.
A restante fatia, cerca de um milhão de euros, resulta das designadas receitas próprias das freguesias, ou seja, as provenientes da actividade desenvolvida, através da cobrança de taxas e de preços e as que resultam da gestão do seu património.(...)
Estes municípios abrangem seis por cento da população e 19 por cento da área geográfica de toda a Região Norte.
Joaquim Santos referiu ainda que a CCDRN está a proceder à avaliação da caracterização financeira de todas as juntas de freguesia da região Norte. RTP
Daqui e dali... João Lopes de Matos
Na comunicação entre pessoas há que ter em atenção dois lados: nós e os outros. Fixemos por agora a nossa atenção sobretudo nos outros, dito de modo singular, no outro.
Há quem pense que, quer nós quer os outros, devemos manter-nos sempre com o mesmo procedimento. Para ambas as partes serem autênticas, é preciso, pensa-se, que se tenha sempre a mesma postura, qualquer que seja a situação.
Mas não parece que deva ser assim.
Cada pessoa com quem lidamos tem características muito particulares: - tem impulsos, sentimentos, raciocínios, reacções muito especiais.
Quando falamos com alguém é conveniente estudar esse alguém para vermos qual a melhor forma de aproximação, de explanação de ideias, de expressão de sentimentos.
Ser sentimental com quem é frio leva-nos a cair no ridículo. Ser frio com quem é sentimental torna-nos num ser sem alma.
O nosso poder de observação deve estar sempre atento ao mais pequeno sinal do outro. E a nossa maleabilidade deve ser tal que permita uma rápida adaptação àquilo que pode ser de todo em todo inesperado no outro.
E isto tendo em vista sempre a melhor transmissão de ideias, a melhor sintonia, a harmonia dentro da diversidade de opiniões e comportamentos.
Tudo isto poderá parecer-vos um somatório de malabarismos e de inautenticidades, de todo em todo condenável.
Mas não. A vida não é linear. A mutação de situações é permanente e há exigência de adaptação pronta.
Como hei-de eu entender-me com uma pessoa cem por cento racional, se usar só argumentos sentimentais? Como hei-de entender-me com uma pessoa de raciocínio concreto, se eu usar, no diálogo, apenas o raciocínio abstracto? E o contrário?
O entendimento entre as pessoas não é algo que se consiga só com boa vontade. É preciso ir ao encontro do outro mas com olhos de ver, com muitos conhecimentos sobre o que seja falar com o outro.
A personalidade do outro, gostemos ou não, tende a modificar, no diálogo, pelo menos enquanto ele durar, a nossa personalidade, se é que queremos entender-nos, ou melhor, se não quisermos apenas falar para a parede.
João Lopes de Matos
“A Outra” pretende pôr Trás-os-Montes no mapa
A próxima novela da TVI vai encarregar-se de mostrar mais um pedaço de Portugal, a maior parte das vezes esquecido: Trás-os-Montes.Isso mesmo desejou do director-geral da estação, anteontem à noite, em Mirandela, na apresentação oficial da nova produção que, definitivamente vai chamar-se “A Outra”.
Assumindo-se como ilhéu, José Eduardo Moniz notou que “a maior parte dos Portugueses não conhece Portugal”. Ele próprio confessa que conhece melhor outros países. Daí não ter dúvidas que a nova novela, com estreia marcada para finais deste mês, vai contribuir, para “divulgar uma região lindíssima”.
São palavras que soam como música aos ouvidos dos autarcas dos Municípios da Terra Quente que brindaram com vinho produzido na quinta de Torre de Moncorvo pertencente a Tozé Martinho, autor do enredo, ele próprio responsável pela escolha da região para uma parte das gravações.

As Câmaras de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor vêem na novela uma oportunidade para atrair turismo e por isso se disponibilizaram para suportar parte dos gastos da produção, nomeadamente em alojamento e refeições. “Fica mais barato do que trazer cá o Tony Carreira”, assegura o edil de Vila Flor, Artur Pimentel. Mais: “o investimento é feito nos restaurantes e hotéis de cá, portanto o dinheiro não sai da região”.
“Fora de Lisboa e do Porto as Câmaras facilitam muito as gravações”, reforça Tozé Martinho, estendendo o elogio às populações locais “sempre disponíveis para participarem”, nomeadamente para emprestar casas como cenários. (...) Eduardo Pinto/JN /Rádio Ansiães
Estrutura de Missão promove formação de recursos humanos
A Estrutura de Missão do Douro está a desenvolver, em articulação com autarquias, escolas e centros de formação, um plano para qualificar os recursos humanos da região.Nesse sentido estão a ser ouvidas as entidades para definir prioridades e ofertas que deverão arrancar no Douro.
Dentro de um mês Ricardo Magalhães, chefe de projecto da Estrutura de Missão do Douro, espera que seja encontrada uma proposta que consiga a qualificação de oito mil pessoas até 2009. CIR/Eduardo Pinto/Rádio Ansiães
Hospital privado instalado em Bragança em 2010
Este projecto compreende a transformação do actual ISLA (Instituto Superior de Línguas e Administração) em Escola Superior de Saúde e Gestão de Bragança. Está ainda prevista a criação de um Hospital Particular que deverá integrar a Rede Nova Saúde. Rádio Ansiães



