Público
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O que se disse... ABC Diário Digital - Espanha
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O que se disse... João Lemos Esteves
Daqui e dali... João Lopes de Matos
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O que se disse... Pedro Santos Guerreiro
Pedro Santos Guerreiro, Negócios online
Daqui e dali... Henrique Raposo
Vários amigos, de várias latitudes, têm comentado com espanto: "mas o tipo continua a andar e não cai". O "tipo" é, obviamente, José Sócrates. Estes meus ingénuos amigos não encontram a força motriz de um homem que enterrou o país, de um homem que mentiu várias vezes ao dito país. Afinal de contas, Sócrates devia estar em casa, humilhado e com vergonha, tal como Guterres. "Mas o homem não se enxerga?", perguntam. Não, o homem não se enxerga. E o motivo para essa falta de dignidade é muito simples: nós não conseguimos humilhar uma pessoa que não acredita em nada. Se x não acredita em nada, x não tem pontos fracos do ponto de vista tático. Sócrates vai continuar a andar para a frente, porque aquilo que dizia na terça já não conta na quarta. É como jogar futebol sem ter uma baliza para defender, é só atacar a baliza dos outros.
Adentrando, podemos dizer que qualquer primeiro-ministro com um mínimo de crenças sólidas tinha apresentado a demissão após o discurso de Teixeira dos Santos. Porquê? Porque esse discurso consistiu numa sova ideológica e técnica na governação do socratismo. Se a incompetência, as mentiras e as omissões não fossem suficientes, este discurso exigia a demissão do primeiro-ministro . Mas Sócrates nem ligou, nem vai ligar, porque este indivíduo não acredita em nada. Nada. Está agarrado ao poder, porque é a única coisa que conhece. Pior: tem medo de sair do poder. Ele tem medo de ser um mero civil.
E, agora (se ainda existissem dúvidas), está provado que Sócrates nem sequer acredita em Portugal. Este homem não tem um pingo de patriotismo. Neste momento, o primeiro-ministro é o único português a recusar a ideia de pedido de ajuda. Em consequência, o governo está a endividar ainda mais o país. Sócrates criou mais uma mentira ("não, não precisamos de ajuda; vamos parar o FMI em Badajoz"), que está a acumular dívidas a cada dia que passa. Mas, desta vez, há uma novidade: ele está sozinho nessa mentira. E, meus amigos, começa a ser penoso ver o país nas mãos de uma pessoa que se comporta como um inimputável, que julga que todos os outros 9.999.999 portugueses são idiotas. Expresso
terça-feira, 5 de abril de 2011
O que se disse... Paulo Portas
Daqui e dali... Carlos Fiúza
Ao folhear uma revista sobre automóveis, onde se gabava a excelência das linhas de determinada marca, deparei com a seguinte frase: “DESIGN X.P.T.O.”
X.P.T.O. - há quanto tempo não lia (nem ouvia) tal expressão!
Se abrirmos o Tesouro de Frei Domingos Vieira, encontramos isto na letra X: “- Termo de gíria - XPTO; diz-se para designar excelência de cousa - Cousas de XPTO - Isto é XPTO. Diz-se também XPTO London. Qual a origem desta frase assaz espalhada e hoje pela primeira vez recolhida? XPTO era uma abreviatura de Cristo nos antigos manuscritos, mas a forma XPTO London parece indicar antes que a frase se originou numa marca comercial ou expedição.”
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Daqui e dali... Henrique Raposo
O país de Salazar é o país que franze o nariz a eleições ("ai, sei lá, aparecem em péssima altura, aparecem, aliás, de forma irresponsável"). O país de Salazar é o país que fica incomodado quando a democracia fura o debate feito na linguagem dos, vá, técnicos de contas e dos ministros das finanças. Para quê democracia, quando bastava um grupo de especialistas? Para quê eleições, quando bastava um grupo de professores de finanças? Para quê democracia, quando se podia formar já o bloco central versão Biggest Loser (CDS, PS, PSD)? sábado, 2 de abril de 2011
Tiro ao Alvo - Pombal de Ansiães - ARCPA

sexta-feira, 1 de abril de 2011
Un antipático contra todos - José Sócrates, primer ministro de Portugal
El primer ministro portugués se parece a un conductor que avanza a toda velocidad por la autopista en dirección contraria, convencido que son todos los demás automovilistas los que se equivocan. Los gobiernos europeos y las instituciones comunitarias dan por hecho que Portugal no puede salir de la crisis sin asistencia financiera, pero José Sócrates les contradice a todos diciendo que que el país puede superar sus problemas con sus propias fuerzas. Después de ser derrotado en el Parlamento ha presentado su dimisión y ha lanzado a su partido, el socialista, de frente y a toda velocidad contra la oposición liberal-conservadora, esperando que en el último momento un volantazo de buena suerte le permita dar la vuelta a las encuestas y regresar victorioso.
deseando». Sócrates no solo conoce perfectamente todo lo que se dice sobre él en los diarios de Lisboa (y por lo que se ve también de algunos de Madrid) sino que está convencido de que gran parte de sus problemas vienen del hecho de que no siempre cuentan las cosas del modo que más le gustaría. En la misma comparecencia atacó sin mucho disimulo las preguntas incómodas, a pesar de que coincidían con la opinión que estaban expresando los demás jefes de Gobierno en salas contiguas: «lo que causa la especulación son preguntas como las que me están haciendo. Portugal no necesita ninguna ayuda y si lo que se quiere es parar los movimientos especulativos, es infantil creer que eso sucederá si pedimos ayuda».
aparecieron al investigar el escándalo, o que algunos de los pocos exámenes que constan en su expediente los enviaase por fax desde el despacho de primer ministro o que el título lleve fecha de expedición en un domingo, no le impidió aparecer en televisión defendiendo su honorabilidad y acusando a sus adversarios de inventarse un plan para perjudicarlo.








