sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Em 2008 as câmaras vão receber mais dinheiro

Pode ser uma boa notícia para os autarcas da região. O secretário de Estado da Administração Local anunciou que em 2008 se vai registar um crescimento generalizado das transferências financeiras do Estado para os municípios do interior. RBA

O que se disse...

"(...) a diplomacia portuguesa obedeceu ao hábito e avaliou a visita do Dalai Lama pelo manual da hipocrisia".
Manuel Carvalho, PÚBLICO, 13-09-2007
DN

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura

Paulo Mendes da Rocha,
em 5 notas soltas

O brasileiro Paulo Mendes da Rocha, o terceiro de língua portuguesa a receber o maior prémio de arquitectura internacional, o Pritzker, depois de Oscar Niemeyer e de Álvaro Siza, disse ao Público cinco coisas (entre muitas) importantes notas soltas:

Que a primeira dimensão do arquitecto é o senso político. O que se deve valorizar não é essa arquitectura de fachada, do espectáculo, do cenário... mas as redes de esgoto, de água, de gás, de electricidade, de comunicação, da internet, e disponibilizar tudo isso para que a população possa usar. Não existe cidade feita de monumentos e palácios. A cidade é feita de desejos... Existe antes que se faça. [O meu amigo João Lopes de Matos decerto concordará. Depois, quando se constrói, deve-se fazer o elogio da arquitectura. E isto o que é? É fazer brilhar a técnica.]

Que a ideia da 'indústria do turismo' é um tanto apavorante. A graça do turismo é a espontaneidade feita da sedução de um lugar que se procura porque tem algo de invejável. Destruindo a vida local com artefactos, hotéis estapafúrdios, comidas mais ou menos estandardizadas, mata-se a essência do turismo. [Concordo em absoluto com.]

Que se devem fazer exposições de arquitectura sem recorrer às maquetas e aos desenhos, pois são de uma abstracção... É como se os físicos quisessem fazer uma exposição do seu trabalho e se pusessem a pôr equações matemáticas nas paredes, em vez de artefactos que mostrassem os fenómenos naturais. [O Gilberto Pinto o que diria? Que as duas coisas?]

Que os cientistas são mais poetas líricos... Ao mandar recolher amostras de poeira da cauda de um cometa, os próprios cientistas deram o nome à operação de "Stardust", uma música do Nat King Cole. E os arqueólogos que descobriram, há uns anos atrás, uma mandíbula do que seria a fêmea humana de uma época muito remota, chamaram-lhe Lucy, de "Lucy in the sky with diamonds", canção dos Beatles! [Adoro quando os físicos e os arqueólogos se passam e ficam musicólogos, poetas... &tc., num absoluto. Gosto mais de generalistas do que de especialistas, como se fosse possível existirem estes, ignorando as outras visões científicas sobre.]

Mas a propósito de novos poetas: Que as relações masculino-feminino se alteraram, pelo que dentro dessa consciência quais serão os novos sonetos de amor? Já pensaram que "A garota de Ipanema" é de Camões? "É ela que passa no seu doce balanço a caminho do mar"... É Camões puro: "Descalça vai para a fonte Leonor pela verdura vai formosa e não segura". Vinicius de Moraes e Tom Jobim estavam lá observando a mesma coisa e sabiam. Não é plágio. [Isto tem que ver com a sua noção de arquitectura, de que se considera continuador da moderna brasileira dos anos 40/50, famosa em todo o mundo... Como consequência de uma abertura para a questão social da cidade contemporânea — feita pela Revolução Russa. Logo, temos que valorizar o que já temos. Não é conservadorismo. É uma maneira de fazer-se a si mesmo. Não nos obrigarmos a ser sempre novos, novos, novos... É a sua noção.]

vitorino almeida ventura, citando Paulo Mendes da Rocha

Bragança e Mirandela aderem à semana europeia da mobilidade

De 16 a 22 de Setembro assinala-se a semana europeia da mobilidade e Bragança e Mirandela aderiram à iniciativa.

A Geologia da Região de Carrazeda de Ansiães

A Geologia da Região de Carrazeda de Ansiães

15 de Setembro

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Encontro: 9.00 horas, Igreja N. Sr.ª da Conceição - Vila Real
Itinerário: Vila Real - Carrazeda de Ansiães - Sr.a da Ribeira - S. Lourenço - Vila Real
Entidade Organizadora: Departamento de Geologia da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro (www.cienciaviva.pt)

Foto: "Jardim de Pedra" - (Zedes) RuiCMartins in Ansiães Aventura

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Empresários consideram incentivos fiscais anunciados pelo Governo insuficientes

As medidas de diminuição da carga fiscal anunciadas pelo primeiro-ministro para os empresários do interior são recebidas com agrado pelos empresários mas que continuam a dizer que ainda são insuficientes para inverter a tendência de abandono da região. O presidente da associação comercial, António José carvalho, dá exemplos claros: "Estas medidas vão ser aplicadas em todo o interior, mas Bragança continua em situação de desvantagem”, afirma referindo-se à falta de infra-estruturas e de acessibilidades que já existem noutros distritos, como Vila Real, Castelo Branco ou Guarda. Corremos o risco de criar mais um interior dentro do interior, alerta.

Mirandela: Deputado do PSD reclama reabertura um ano depois do encerramento

Adão Silva, deputado do PSD eleito por Bragança, apelou ontem ao ministro da Saúde para que reabra a maternidade de Mirandela. Um ano decorrido sobre o encerramento daquela unidade de partos, o deputado diz que começam a ser conhecidos resultados “dramáticos”.
No último ano, o Distrito de Bragança registou um pequeno aumento da natalidade, mas quase um terço das crianças nasceram fora da região, em Vila Real, de acordo com dados disponibilizados pelas maternidades de Bragança e Vila Real para um trabalho publicado no início do mês de Setembro pela Lusa.
Mulheres que dão à luz nas estradas, assistidas por bombeiros sem preparação, fuga de parturientes para fora do distrito de Bragança, sobretudo para o Hospital de Vila Real e decadência física e de recursos humanos da maternidade de Bragança” é o balanço que o parlamentar faz do encerramento que deixou o Distrito com apenas uma sala de partos, em Bragança. (...)
Por tudo isto, o parlamentar faz “um veemente apelo ao Ministério da Saúde para que medite na realidade criada pela sua decisão leviana de encerrar a maternidade de Mirandela, confesse que se enganou e reabra, sem mais delongas, a maternidade de Mirandela, mantendo as duas maternidades, devidamente apetrechadas, como aconteceu, aliás, no distrito de Vila Real, onde persistem as maternidades de Vila Real e de Chaves”. PJ

Ansiães Aventura

In Jornal Nordeste em 04/09/2007

MODCOM atribui 500 mil euros de incentivos para o distrito

500 mil euros de incentivos para o distrito no âmbito do programa MODCOM- modernização do comercio. No total foram aprovadas 20 candidaturas repartidas por comerciantes de vários concelhos. Brigantia

Boa colheita de maçã após anos de prejuízos

Depois de uma década de prejuízos sucessivos, este ano vai ser um ano com melhores colheitas de maçã, no concelho Carrazeda de Ansiães, um dos maiores produtores da região Norte. Esta terá sido uma das poucas culturas que não foram afectadas pelo Verão atípico e aleatoriedades climatéricas, o que liberta boas perspectivas dos agricultores que já iniciaram a apanha.(...) Eduardo Pinto, JN

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Reabertura da Piscina Municipal - AFINAL NÃO ABRIU!


Reabertura da Piscina Municipal de Carrazeda de Ansiães prevista e anunciada para ontem saiu gorada!

Sobre a piscina municipal: Quentes e Frias!

Daqui e dali... João Lopes de Matos

Passado, presente e futuro do concelho

O concelho começou por ser profundamente rural.
As entidades públicas, durante muito tempo, pouco ou nada ligaram às necessidades das populações. Estas viviam mansamente a cuidar das suas hortas, das suas poucas árvores, dos seus baldões, a arrancar as ervas e a limpar as paredes.
Sair da terra era uma aventura muito difícil de encetar. E se as pessoas eram felizes, contando com a amizade dos vizinhos e, sobretudo, com o relacionamento íntimo com as suas duas ou três figueiras, as suas videiras malvazias, bastardas ou mouriscas, a sua pereira, os pessegueiros (dois ou três), as suas couves, as suas disputas de extremas, de passagens e de águas…, para quê querer mais?
Tudo corria no melhor dos mundos e o Estado escusava de se preocupar pois as populações tudo resolviam: as derrocadas, os incêndios, o arrancar dos dentes, o tratamento de todas as doenças, até as provocadas por espíritos malignos. Nesta vivência, tinham a ajuda preciosa do Sr. Pároco (para os exorcismos), do Sr. Professor (para escrever cartas ou ajudar a tratar assuntos na vila), do Sr. Regedor (para impôr a ordem ou resolver alguma contenda).
Mas como a felicidade, melhor, a paz não dura sempre, vieram os espíritos irrequietos (irrequietude provocada pela ida à guerra lá longe em África) a lembrar que, a salto, se podia, nesta vida, chegar ao paraíso - a França.
As notícias vindas da estranja desestabilizaram tudo: - narravam abundância, exibiam-na … e foi a inquietude. Os proprietários começaram a sobressaltar-se: começou a faltar mão-de-obra e tiveram que gastar o pouco dinheiro que tinham em maquinaria (motores de rega, tractores) para resolver os problemas.
Mas a hemorragia não estancava.

Entretanto, os poderes públicos acharam por bem começar a assumir algumas tarefas para melhorar as condições de vida e para substituir as pessoas que iam faltando. Chamaram a si a electrificação, o saneamento, a abertura de estradas e caminhos, o combate aos incêndios, eu sei lá…
Ultimamente, até foram construídas duas piscinas (de água fria e quente), um centro cívico, uma biblioteca, polidesportivos nas aldeias. Tudo o que os poderes públicos achavam que lhes competia fazer, fizeram-no.
No entanto, a economia, que pertencia ser desenvolvida pelos particulares, permaneceu sem grandes alterações. Como os terrenos deixaram de ter, em termos actuais, rendimento, começaram a ser abandonados. Proliferaram o desleixo, o abandono, os incêndios. Claro que há honrosas excepções: as dos velhos que ainda podem trabalhar eque insistem em fazer as coisas à moda antiga.
A luta entre a modernidade e o conservadorismo agudizou-se e não ganhou nem aquela nem este.
Hoje há uma disputa entre os que defendem um ruralismo que mantenha tudo o que pode ser mantido da paz antiga e os que entendem que por métodos totalmente novos se pode construir a sociedade de futuro, aproveitando ao máximo a tremenda evolução tecnológica entretanto verificada.
O ruralismo é defendido sobretudo pelos velhos, mas estes já não têm força para nada.
A modernidade é defendida pelos novos, mas faltam-lhes as rédeas da parca economia existente, porque os velhos continuam a mandar, e porque ao mais leve pretexto vão-se para outras paragens.
Neste impasse, há quem descubra que fazer as coisas afinal não pertence às pessoas mas sim aos poderes públicos. Se estes quiserem, podem desenvolver o concelho independentemente das populações. O Estado é que deve resolver tudo. As pessoas, que eu julgava defensoras da iniciativa privada, começaram a defender a intervenção do Estado por tudo e por nada.
Mas não é essa a doutrina que agora predomina - é esta: - As pessoas fazem, o Estado ajuda, controla e complementa.
E o que agora está em causa, para a sobrevivência do concelho, é a criação de largas centenas de empregos, para que a população cresça e justifique a manutenção da autarquia.
De contrário, se nos outros concelhos acontecer o mesmo, de acordo com os novos métodos de racionalidade da governação, restarão quatro ou cinco concelhos a nível distrital.
Mas vamos ver em que sectores poderá haver aumento de emprego.
Na agricultura e pecuária, não parece, pois o que vier a ser feito há-de sê-lo por maquinarias, automações, racionalidades, que requerem pouca gente.
Na indústria, também não será. Mesmo que a câmara dê terrenos, isente de impostos, construa infra-estruturas, não sei que indústrias significativas irão aqui ser implantadas, sendo certo, por outro lado, que as fábricas hoje também não precisam de muita mão de obra.
Provavelmente, só nos resta o sector dos serviços, coadjuvado pela construção: - passeios pedonais e motorizados, desportos náuticos, aproveitando o Douro, águas termais, fomento da construção de pequenas quintas e casas de férias.
Abrilhantar alguns cabeços não chegará.

Será preciso aproveitar as águas de São Lourenço, o clima privilegiado da beira - Douro, as ruínas do Castelo.
E, por exemplo, preparar as infra-estruturas para a construção (por quem queira), com todas as condições modernas, de casas para férias em aldeias turísticas no Tua e na Senhora da Ribeira.
A constituição de pequenas quintas nas encostas do Douro parece-me acertado, mas há tanta gente a defender duma forma tão fundamentalista o património mundial que o Douro agora constitui que não sei se será viável esta hipótese.
A junção de desportos náuticos, radicais ou outros pode vir a dar azo à construção de hotéis.
Tudo isto exige muito investimento privado.

À câmara compete, e não é pouco, fazer publicidade, preparar infra-estruturas, dar facilidades burocráticas.
Que mais ela poderá fazer?
Que acontecerá se não conseguirmos investimentos de todo o género e feitio?
Os velhos morrem, os novos vão-se embora e os que partiram não regressam.
A população diminuirá para 4000, 5000 habitantes. E talvez deixe de ter razão de ser a existência de uma câmara autónoma.
Desaparecendo a câmara, a população diminui para 2000, 3000 pessoas.
Nada é eterno. Há que estar atento às mutações e tomar medidas, se for possível tomá-las.
Pode ser que o problema até só se resolva com teleféricos, helicópteros ou coisas mais ousadas.
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João Lopes de Matos
Fotos Rui Lopes in Ansiães Aventura

Trinta e sete parques desportivos

Foram assinados, ontem, em Macedo de Cavaleiros, vários protocolos relativos à instalação de 37 "minicampos desportivos" em diversos municípios da Região Norte. Os contratos-programa foram firmados entre o Instituto do Desporto de Portugal (IDP), a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), várias associações desportivas e cerca de quatro dezenas de municípios dos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Porto, Viana do Castelo e Vila Real. JN
DN

Azibo recebe o segundo campo de golfe público

O secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, anunciou, ontem, em Macedo de Cavaleiros, que já está tomada a decisão de construir um campo de golfe junto à albufeira do Azibo, naquele concelho. Trata-se do segundo campo de golfe público que o Governo quer construir e custará cerca de três milhões de euros. O primeiro vai arrancar dentro de pouco tempo, no Estádio Nacional do Jamor, em Lisboa. O projectado para o Azibo foi classificado pelo governante como sendo uma instalação de "interesse regional e nacional". JN

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Reabertura da Piscina Municipal

Reabertura da Piscina Municipal de Carrazeda de Ansiães prevista para hoje!

O que se disse...

"[os benefícios fiscais para o interior] não produz resultados assinaláveis, custa pouco ao Estado mas fica bem a qualquer governo".
Paulo Ferreira, Público

Sub-Região de Saúde quer diagnosticar “Bullyng” nas escolas

A Sub-região de Saúde de Bragança quer realizar um diagnóstico nas escolas da região para compreender a dimensão da violência física verbal e psicológica. Para identificar este fenómeno aplica-se o termo Bullyng, os estudos existentes indicam que uma em cada cinco crianças é vítima de violência por parte dos colegas. Estas atitudes repetidas e continuadas podem ter consequências graves quer para as vitimas quer para os agressores, por isso em como medida de prevenção da saúde mental, Berta Nunes, coordenadora da sub-região de saúde, decidiu trabalhar nesta área.
Muitas vezes são agressões físicas outras vezes são humilhações e é evidente que estas agressões tem consequências. A curto prazo as crianças podem revelar dificuldades de concentração de relacionamento com os colegas a longo prazo estas crianças revelam mais baixa auto-estima e mais tendência para a depressão”, explicou. Brigantia

Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura

DELITO DE OPINIÃO

Embora não seja meu hábito responder a um pseudónimo, que tanto pode ser Maria como João, vou abrir uma excepção a quem teve a dignidade de reconhecer que se me dirigiu de forma algo excessiva (pelo que me contou o próprio administrador do blog, que não cheguei a ler tal comentário).
Aceito assim as suas desculpas, ou meias-desculpas, uma vez que continua a achar que terei eu primeiro colocado rótulos... ao povo. Ora,
nada de mais falso, dado que sobre o concerto de jazz me limitei a descrever, a pinceladas impressionistas, uns quantos comportamentos por demais impertinentes de alguns populares (apenas alguns) que envergonham ou deveriam a própria população de Carrazeda... E que (ainda bem) se não confundem com esta.
- I looooove, I looooove, vede como ronca a cabritinha!
- Olhai que música esta! Chongla, chongla, chongla...
& etc.
Como a Maria ou o João diz(em) os gostos devem ser respeitados. Sim,
obviamente, nem os gostos se discutem. O que se pode discutir é, numa estética outra, a qualidade. Mas mesmo a maioria deve respeitar os direitos das minorias e não se transformar em ditadura... Tentando calar quem traz uma cultura diferente, como se houvesse delito de opinião a todos os desvios, para que tudo lhe seja a uma só voz... Tudo visto,
nunca estiveram em causa nem os meus nem os gostos dos outros (vide ensaio que publiquei no blog pensar ansiães de João Peste, dos Pop dell arte, sobre o Gosto), mas o respeito que cada um deve ao Outro. Concluindo-me, quem desatinou é que
empobreceu e actuou contra si próprio, pois ao espelho se disse, impedindo o gozo de um bom concerto sem quaisquer interferências.

vitorino almeida ventura

domingo, 9 de setembro de 2007

Governo anuncia aumento de benefícios fiscais para empresas do interior

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje o aumento dos benefícios fiscais para as empresas já instaladas ou a criar no interior do país.
"Neste momento os benefícios fiscais são de cinco por cento para as empresas que existem. Vamos aumentá-los para o dobro, para dez por cento. Os benefícios para as novas empresas serão aumentados para 15 por cento", afirmou o chefe de Governo, adiantando que estas alterações já constarão no próximo Orçamento de Estado.
Com estas medidas, o Governo pretende assegurar uma "discriminação positiva" para que o interior do país possa desenvolver-se em condições de igualdade com o resto do país, sublinhou José Sócrates. "Podemos e devemos dar ao interior do país maior apoio em termos de benefícios fiscais à sua actividade económica e às suas empresas", acrescentou, sublinhando que uma discriminação positiva irá permitir mais "emprego industrial" e a oferta "aos seus cidadãos das mesmas condições de oportunidade que oferece todo o país". Público