«A saída voluntária de Sócrates foi um ato de bom senso e abriu a porta a dois candidatos a líder que têm a vantagem de ser pessoas inteligentes, experientes e honestas.»
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
O que se disse... Mário Soares
«A saída voluntária de Sócrates foi um ato de bom senso e abriu a porta a dois candidatos a líder que têm a vantagem de ser pessoas inteligentes, experientes e honestas.»quinta-feira, 26 de maio de 2011
O que se disse... Belmiro de Azevedo
«alguém foi responsável por todos os portugueses e muitas empresas neste período mais recente estarem 30 a 40% mais pobres. (...)tem que haver culpados nomeadamente aqueles que foram responsáveis pela gestão do país.»
Belmiro de Azevedo, JN
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O que se disse... Wolfgang Munchau
«Não se pode gerir uma união monetária com governantes como Sócrates»
Colunista do "Financial Times" acusa o primeiro-ministro português de se "preocupar apenas com o seu quintalinho" e de ter mentido ao país e diz que Portugal geriu a crise de forma "assustadora".
Wolfgang Munchau, Finantial Times
Negócio online
Colunista do "Financial Times" acusa o primeiro-ministro português de se "preocupar apenas com o seu quintalinho" e de ter mentido ao país e diz que Portugal geriu a crise de forma "assustadora".Wolfgang Munchau, Finantial Times
Negócio online
terça-feira, 10 de maio de 2011
O que se disse... Paulo Portas
«... não se deve colocar os 78 mil milhões da ajuda financeira externa nas mãos de quem andou a gastar mais e a endividar mais, ou seja, José Sócrates».
Paulo Portas
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O que se disse... Pedro Santos Guerreiro
«Em vez de uma marcha fúnebre, temos um cortejo de carnaval. José Sócrates conseguiu, dois dias depois de o País se ajoelhar, produzir o seu mais irreal discurso de sempre. O Congresso do PS encenou um triunfalismo que é ofensivo para um País intervencionado. Foi um delírio colectivo triste, um comício com o fanatismo de Vasco Gonçalves, uma propaganda alucinógena. Leni Riefenstahl, a cineasta de Hitler, ter-se-ia comovido. »
Pedro Santos Guerreiro, Negócios online
sexta-feira, 8 de abril de 2011
O que se disse... ABC Diário Digital - Espanha
«O que aconteceu em Portugal deve servir de exemplo de que quando um Governo é incapaz, o pior é obstinar-se no poder, o que aconteceu com Sócrates até que chocou com a realidade».
«lo ocurrido allí (Portugal) debería servir de ejemplo de que cuando un Gobierno es incapaz lo peor es empecinarse en el poder, que es lo que le ocurrió a Sócrates hasta que se dio de bruces con la dura realidad.»
ABC, Espanha
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O que se disse... João Lemos Esteves
«E você, até quando acreditará em José Sócrates?
Se não fosse tão triste, seria uma cena digna de um filme cómico. José Sócrates - que na segunda-feira verberava contra a ajuda externa, que persistiu no mote defender Portugal, título da moção que leva ao congresso socialista - em dois dias mudou radicalmente de posição.
É este o problema de José Sócrates: a sua obstinação não lhe permite ser um chefe de Governo responsável e com visão. Foi mesquinho e incompetente. Quem perde? Os mesmos de sempre: Portugal e os portugueses.(...)»
João Lemos Esteves, Expresso
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O que se disse... Pedro Santos Guerreiro
«Adiar o pedido de empréstimo é mergulhar o País na falta de dinheiro, salários em atraso, no medo das poupanças, na bancarrota, no incumprimento. Isso só acontecerá se formos governados por eunucos da política, habitantes da negação patológica. Até há dez dias, Sócrates era um resistente; agora é um desistente. Se não vê a realidade, será preciso interná-lo e fazer o que fizeram a Salazar, fingir que governa.»
Pedro Santos Guerreiro, Negócios online
terça-feira, 5 de abril de 2011
O que se disse... Paulo Portas
«Com o país sem dinheiro, com a banca sem financiamento, com a economia sem crédito, com uma dívida que destrói e com uma mão estendida para ver se nos emprestam dinheiro, o primeiro-ministro ainda acha que o que é bom é fazer o TGV endividando-nos ainda mais.»
Paulo Portas, DN
quinta-feira, 31 de março de 2011
O que se disse... ABC Diário Digital - Espanha
«El primer ministro portugués se parece a un conductor que avanza a toda velocidad por la autopista en dirección contraria, convencido que son todos los demás automovilistas los que se equivocan.» ABC Economia
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
O que se disse... Daniel Oliveira
«O debate político português resume-se, hoje, à credibilidade ou falta dela de José Sócrates. É assunto. Não tem nenhuma.»
sexta-feira, 18 de março de 2011
O que se disse... António Costa
«A comunicação do ministro das Finanças da passada sexta-feira ficará certamente para a história como a mais desastrada e desastrosa que alguma vez foi feita em Portugal, se não mesmo no hemisfério Norte, de todos os pontos de vista»António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, SIC Notícias
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O que se disse... João Cândido da Silva
«Os tempos exigem mais estadistas responsáveis e menos especialistas em efeitos pirotécnicos.»
João Cândido da Silva, Jornal de Negócios
Daqui e dali... Tiago Mesquita
Sr. Presidente, há muito que lhe queria escrever umas linhas mas sei que ultimamente tem tido pouco tempo devido às eleições, aos problemas na Coelha e ao jogo de pingue-pongue que insiste em manter com esta coisinha que nos governa. Não promulga, devolve, promulga-se. Eu também andei engripado, mas aproveito agora para lhe dirigir um pedido que espero que leia com atenção, se alguma vez lhe chegar às mãos:
Acabe com isto de uma vez: assim que possa dissolva a AR. O senhor, melhor do que qualquer outro político pois já passou pela contestação enquanto Primeiro-Ministro, saberá que há alturas na vida em que as situações se tornam insustentáveis política e socialmente e torna-se necessário parar. Mudar. Corrigir. Antes que o povo, por exaustão e revolta, as tente mudar da pior forma. E neste país em absoluta decadência e governado em demência o senhor é a única pessoa com a capacidade de o fazer sozinho, sem moções ou revoluções. Sei que precisa de razões imperativas para "implodir" a AR, mas passo a explicar, sem presunção, porque acho que o deve fazer o quanto antes:
Nunca em toda a minha vida vi este país no estado letárgico em que se encontra. Tenho apenas 31 anos mas nunca senti o que sinto hoje nas ruas e nas mentes (93% dos portugueses acham a situação económica má ou muito má). Vivemos numa democracia é certo, mas uma democracia não é só legitimar um governo através do maior número de votos obtidos por determinado partido em eleições. Viver em democracia deveria garantir ao povo sentir-se protegido por quem o governa e não acossado, esperançado, confiante e não sem qualquer perspectiva de futuro. Impotente perante o que meia dúzia de incompetentes está a fazer a um país fantástico.
Viver em democracia deveria ser ter jovens empregados, a construirem a sua vida e futuro e não sentados em bancos corridos com uma senha na mão à espera da sua sorte, a viverem à custa dos pais até aos 40. Em democracia não se brinca à economia e às empresas, não se expõe ao recibo verde quem cria, quem trabalha desalmadamente e não se encosta ou esmaga quem empreende de encontro a um muro de vazio. Numa democracia não se abatem e hipotecam gerações desta forma. Isto não é uma democracia. Isto não é nada.
Numa democracia deveríamos ver os idosos viverem com qualidade e com pensões que lhes permitissem, ao fim uma vida de trabalho, viverem os últimos anos de vida com dignidade e conforto. Viver em democracia deveria passar por ter trabalhadores satisfeitos e não permanentemente violentados por um governo sem vergonha, sem palavra ou carácter, que os está a roubar como nunca ninguém ousou fazer, nem em tempos de ditadura. Prometeu, não cumpriu, subiu impostos, pediu, pediu novamente, subiu novamente para estabilizar sabe-se lá o quê e ao dia de hoje os juros da divida a cinco anos estão nos 7,21%. Coisa nunca vista em tempo algum. O défice, esse, paga-o o contribuinte. Ninguém confia neste governo, nem os portugueses, nem os países da UE, e muito menos os mercados internacionais.
Este governo é um fracasso e deve ser demitido. Não reformou. Transformou e multiplicou empresas públicas em colmeias de boys inúteis. Infestadas de negociatas e directores plantados. Não tem qualidade, responsabilidade, dignidade ou carácter. E pior, não tem vergonha. Não demonstra qualquer rumo ou orientação e quanto mais tarde cair pior será para quem pegar no que sobrou, seja que partido for, grupos ou alianças, com ou sem FMI. Derrubar o governo neste momento mais do que uma necessidade é uma obrigação. Cada dia que passa é mais um dia perdido. Não há outra solução. Tiago Mesquita, Expresso
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O que se disse... Helena Garrido
«O Governo tem de se convencer que não chega fazer listas de medidas, agora 50, depois 60 ou 70, sobre isto e aquilo. (...)Nada do que é efectivamente importante poderá ser concretizado se o Governo governar por impulsos do tipo hoje é a justiça, amanhã o mercado de trabalho, depois as energias renováveis e a seguir outra coisa qualquer que esteja na crista da onda.
Assim como não se consegue fazer o que é preciso fazer com a atitude do "contra tudo e contra todos" ou do "eu é que sei e vocês estão é todos contra mim".
É preciso contar com a colaboração da máquina do Estado, dos empresários e das elites. O problema que o país enfrenta é demasiado complexo para ser resolvido com atitudes voluntaristas, centralistas e agressivas. Portugal está a afundar-se. Todos sabemos isso.»
Helena Garrido, Jornal de Negócios
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O que se disse... Ana Benavente
«"[A liderança de Sócrates] tornou-se autocrata, distribuindo lugares e privilégios, ultrapassando até o 'centralismo democrático' de Lenine que tanto criticámos. Alimentando promiscuidades que recuso."
"Sócrates e os seus amigos serviram-se de uma ideologia incompatível com a essência do socialismo democrático.""O PS hipotecou o seu papel na sociedade portuguesa e deixou-nos sem perspectivas de um futuro melhor. (...) tornou o país mais pobre, política e economicamente."»
Ana Benavente, secretária de Estado da Educação de António Guterres (1995-2001), Público
Ana Benavente, secretária de Estado da Educação de António Guterres (1995-2001), Público
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O que se disse... António Barreto
"A função que exerce e a responsabilidade que tem, estão muito, muito acima das suas capacidades."
António Barreto respondendo à questão "José Sócrates, por exemplo, falemos dele. É um 'case study'?" Diário Económico, 28/01/2011
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