terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Justiça na agenda de Adão Silva: deputado quer explicações do Ministério da Justiça
O deputado do PSD eleito pelo Circulo eleitoral de Bragança, Adão Silva, está preocupado com o estado da justiça no nordeste transmontano devido à recentes transformações levadas a cabo pelo Governo.Estas alterações reflectiram-se na retirada do Magistrado do Ministério Público das Comarcas de Vila Flor, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães.
Segundo o deputado social-democrata “esta situação está a causar as maiores perturbações naquelas Comarcas, no que tange com a aplicação da justiça, levando mesmo à pos
sibilidade de prescrição de diversos processos-crime”.Esta situação leva ao “adiamento de julgamento de dezenas de processos, o que se traduz numa acrescida demora na aplicação da Justiça, incómodos e despesas incalculáveis para os cidadãos e para a s empresas com processos nos Tribunais daquelas Comarcas”.
Adão Silva demonstra a sua preocupação através de um requerimento que endereçou ao Ministério da Justiça onde pergunta porque é que depois de um mês passado sobre a situação da saída dos Procuradores-Adjuntos de diversas Comarcas do Distrito de Bragança ainda não foi criada uma solução alternativa e quando é que vai haver, novamente, um Procurador-Adjunto naquelas Comarcas.
O deputado do PSD refere ainda que “o que mais espanto causa é que ninguém responsável pela área da Justiça explicou, até agora, aos cidadãos a situação criada”. NN
Cadilhe critica centralismo de Lisboa
"O encerramento de linhas ferroviárias no Douro é o retrato do centralismo no seu pior". A crítica é do economista Miguel Cadilhe, que considera a destruição daquele património um "atentado à humanidade".Cadilhe lançou farpas aos políticos durante um colóquio realizado, ontem, no Peso da Régua, pela Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, e no qual participou como moderador. Da iniciativa saiu "um grito para que os políticos centrais percebam que é preciso preservar o património ferroviário".
Para além da Linha do Douro, oradores e plateia foram unânimes que é necessário salvar o que resta dos seus "afluentes" do Tua, Corgo e Tâmega. O que não apaga os erros do passado, pois como considerou o professor da Universidade do Porto, Gaspar Martins Pereira, o panorama ferroviário no Douro "é pior que há 100 anos". E nos últimos 20 foi "agravado pelas políticas neoliberais dos sucessivos Governos, desde o primeiro de Cavaco Silva".
Na sua opinião, à "falta de investimentos adequados" na modernização das linhas e das composições, seguiu-se "uma política verdadeiramente terrorista" de "amputação sem sentido" da rede ferroviária regional. Aduziu-lhe a "destruição gratuita" de estações e apeadeiros, o "miserável serviço público prestado pela CP" e, ainda, o "desleixo criminoso da Refer pondo em risco a vida dos utentes".

Inconformado, Miguel Cadilhe observou que se o património ferroviário de Trás-os-Montes e Alto Douro estivesse junto ao rio Tejo, perto de Lisboa, "nunca estaria nestas condições de degradação". Mas como é no interior profundo "as políticas centralistas determinam-lhe uma morte lenta".
Não obstante as nuvens negras que pairam, nomeadamente, sobre a linha do Tua - o troço final de 16 quilómetros vai ser submerso por uma barragem - respirou-se alguma esperança entre quem encheu, ontem, o wine-bar do Museu do Douro. Manuela Cunha, dirigente de "Os Verdes" até desejou que "esta acção venha a tempo de travar a barragem". Até porque, frisou José Lopes Cordeiro, professor da Universidade do Minho, "a linha do Tua possui todas as condições para ser classificada como Património Ferroviário da UNESCO".
Cadilhe desafiou quem vive na região a que defender o que é seu: "Se uns jovens acamparem, afixando mensagens para que não se faça mal à linha do Tua, será importante para se fazerem ouvir". E então vieram-lhe à memória os clientes do BPP que, para serem ouvidos, se barricaram na sede do Porto. Eduardo Pinto/JN
VI Passeio Pedestre / 09
Do evento faziam parte: o levantamento e registo do Índice de Massa Corporal, - (I.M.C.) a todos os participantes, duas palestras sobre a importância da Alimentação, ministradas pela Nutricionista Diana Fernandes e Drª Isabel, representante da Herbalife, (marca que patrocinou
Participaram neste evento um elenco de 150 pessoas de ambos os sexos e com idades variadas, (dos 4 aos 75 anos de idade), que durante aproximadamente uma hora caminharam e conversaram, alegre e descontraidamente, tendo como palco uma magnífica paisagem, localizada na zona da "Veiga".
Os objectivos principais com esta acção foram: proporcionar a todos os participantes uma manhã de convívio com exercício físico à mistura, bem como alertar a
No seu cômputo geral e segundo a auscultação que foi feita durante o convívio/lanche, que se realizou no final, podemos dizer que a actividade alcançou os objectivos que a organização previamente estabelecera.
Não queria terminar este relatório sem deixar antes, uma palavra de agradecimento e apreço a todas as entidades que directa ou indirectamente contribuíram para que este evento se tornasse uma realidade.
Assim, a organização agradece aos Bombeiros Voluntário de Carrazeda de Ansiães, Câmara Municipal, Rádio Ansiães, Caixa Agrícola Mutuo de Carrazeda de Ansiães, Peixaria Noratlantico,
G.N.R. Carrazeda de Ansiães, Drª Diana Fernandes, Águas Frize de Vila Flor, Farmácia Rainha, na pessoa da Drª Isabel, Farmácia Veiga, na pessoa da Dª Sofia, Enfermeiras Carina e Beta, Construções Armando Matos, Herbalife nas pessoas da Drª Isabel e Luís.
Assim, a organização agradece aos Bombeiros Voluntário de Carrazeda de Ansiães, Câmara Municipal, Rádio Ansiães, Caixa Agrícola Mutuo de Carrazeda de Ansiães, Peixaria Noratlantico,
O especial agradecimento vai, como não podia deixar de ser, para todos os participantes que animaram, deram vida e cor à paisagem da "Veiga", que unca esta tinha visto tanta gente caminhar nos seus prados.
Não se esqueça de caminhar 30 minutos por dia.
O Seu Coração Agradece.
A todos o nosso muito obrigado.
Não se esqueça de caminhar 30 minutos por dia.
O Seu Coração Agradece.
A todos o nosso muito obrigado.
Por: Abcdesporto/C.Fernandes
Rubrica:
Bom,
Carlos Fernandes,
Muito bom,
Noticiário
Música anti-Sócrates dos Xutos varrida da rádio
O tema chama-se 'Sem Eira nem Beira', mas não há ninguém que não o conheça por 'Sr. Engenheiro'. É uma das faixas mais comentadas e cantadas na rua do último disco dos Xutos & Pontapés, lançado a 6 de Abril. Mas, nas rádios nacionais só passou uma vez, uma única vez. Foi na Antena 3. (...) ExpressoDobradinha
O FCCA, esta época fez a dobradinha, este sábado ao vencer a Taça da AFB, jogo realizado no Pavilhão Municipal de Bragança, com muito público a aplaudir a equipa do FCCA.
Estes miúdos merecem muito mais respeito por todos os Carrazedenses, temos o Futuro do FCCA. Parabéns, Prof. Hélder, Victor Ribeiro (Padeiro), Inácio e restante Direcção.
Uma palavra de agradecimento à Freguesia de Carrazeda que patrocinou esta Equipa, durante toda a época.
Futebol Clube Carrazeda de Ansiães
O que se disse... Vasco Pulido Valente
«Se estivesse no lugar de Sócrates, ia para casa»
Vasco Pulido Valente, "Correio da Manhã"
Vasco Pulido Valente, "Correio da Manhã"
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Ferrovias em debate amanhã no Peso da Régua
A Liga de Amigos do Douro promove sábado, na Régua, um debate sobre "O Património Ferroviário do Vale do Douro", com o objectivo de apresentar soluções para o aproveitamento e salvaguarda das linhas do Tua, Corgo e Tâmega.
O colóquio decorre cerca de dois meses depois da suspensão das Linhas do Corgo (Régua e Vila Real) e do Tâmega (Livração e Amarante) para obras de reforço de segurança das vias.O Ministério do Ambiente emitiu este mês a Declaração de Impacto Ambiental "favorável condicionada" à construção da barragem de Foz Tua, impondo o estudo de uma linha ferroviária alternativa à actual que será parcialmente inundada.O presidente da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial (LADPM), Armando Moreira, referiu que esta associação quer contribuir para a valorização do património ferroviário do Douro, evitar o seu desaparecimento e ajudar no desenvolvimento integral de toda a região.
O colóquio surge no âmbito de um dos objectivos estatutários da Liga que passa por contribuir para a preservação e valorização do Património do Douro, onde se inclui os vinhedos, os muros de xisto e as ferrovias.
Armando Moreira lamentou a falta de reacção da região perante o "pré-afogamento" da Linha do Tua e alertou para a situação "de abandono, por parte da REFER, deste património muito valioso", apesar de reconhecer que, do ponto de vista comercial, estas linhas, "têm uma rentabilidade reduzida".
"Não por culpa das pessoas ou da região, mas da política que foi seguida nos últimos 50 a 60 anos", acrescentou.
O responsável defendeu a necessidade de preservar estas linhas enquanto património construído como o são outros monumentos que, apesar de não terem a mesma utilidade de outrora, são preservados e mantidos.
O colóquio vai ser moderado por Miguel Cadilhe e terá como oradores José Manuel Cordeiro, da Universidade do Minho, que vai falar sobre "As vias férreas - Um património Irrepetível", e do historiador Gaspar Martins Pereira que se debruçará sobre as "Vias Férreas do Douro Património da Humanidade".
De França vem o vice-presidente da Federação dos Caminhos-de-ferro Turísticos Franceses (UNECTO), Jacques Daffis, que vai falar sobre as soluções que foram postas em prática em França e noutros países em linhas de bitola reduzida.
Com as conclusões do colóquio, a LADPM pretende elaborar uma proposta com vista à valorização deste património, que será enviada ao Governo, "É um passado que queremos transmitir para o futuro. É disso que se trata, da preservação do património", realçou o responsável.
Quanto à Barragem de Foz Tua, Armando Moreira referiu que a liga "nunca estará contra o armazenamento de água para a produção de energia eléctrica, mas lamentou a "solução simplista" encontrada para este caso.
Outra solução, na sua opinião, poderia ser uma "uma cascata de barragens, desde montante até jusante, para o regadio e produção, naturalmente, de energia eléctrica". Espigueiro
Bolsas para fixar médicos no interior
A partir de Janeiro vai ser criada uma bolsa para ajudar os médicos a fixarem-se nas regiões do interior.O anúncio foi feito ontem pela ministra da Saúde, em Bragança, à margem da inauguração do novo centro de saúde.
“É uma bolsa para que os médicos optem por algumas especialidades e que as façam em zonas mais carenciadas e para além dos seu vencimento têm uma bolsa” explica Ana Jorge acrescentando que “ao fim do internato têm de trabalhar pelo menos durante o mesmo número de anos da especialização, no local no qual receberam a bolsa”. Com esta medida o Governo acredita que “há maior probabilidade de se fixarem, se não o fizerem têm de devolver a bolsa na totalidade”.
Ana Jorge revelou ainda que têm sido tomadas outras medidas para aliciar médicos para o interior do país, que encontram maior qualidade de vida longe do litoral. “A satisfação profissional e a melhoria de equipamento na área hospitalar” exemplifica a ministra.
Para além disso, a abertura de mais vagas nas universidades vai permitir, segundo a ministra da Saúde, ter mais médicos dentro de quatro ou cinco anos.
Na mesma ocasião, Ana Jorge falou ainda das obras nas Urgências do Hospital de Bragança “que estão a ser ultimadas e por isso durante o mês de Junho serão inauguradas” adianta.
O Governador Civil de Bragança apontou 16 de Junho como a data provável para a inauguração deste serviço. Brigantia
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Encontros de Antropologia, Cinema e Sentidos
Este ano, em Miranda do Douro, nos Encontros de Antropologia, Cinema e Sentidos também se fala e apresenta a Linha do Tua:- No dia 29 de Maio, comunicação de António Lourenço "A Linha do Tua. Identidades colectivas, projectos hidráulicos e fluvioholocausto";
- No dia 30 de Maio, apresentação de um excerto do documentário (pré-produção) de Jorge Pelicano, "Páre, Escute e Olhe".
Atentamente,
Movimento Cívico pela Linha do Tua
http://www.blogger.com/www.linhadotua.net
LIGA DOS AMIGOS DO DOURO PATRIMÓNIO MUNDIAL
A Liga dos Amigos Douro Património Mundial (LADPM) tem como um dos seu objectivos contribuir para a preservação e valorização do Património do Douro. Desta forma, e uma vez mais alertando os associados e o publico em geral, para os assuntos relacionados com o património edificado na Região, a LADPM vai realizar a 30 de Maio no Museu do Douro, em Peso da Régua, um colóquio subordinado ao tema :
“Património Ferroviário do Vale do Douro”
Na expectativa de poder contar com a sua presença e promover a divulgação do nosso evento, cujo folheto anexamos, apresentamos os nossos melhores cumprimentos .
P´ Direcção
Ana Margarida Alves
Liga dos Amigos Douro Património Mundial
LADPM
Rua Diogo Dias Ferreira Edifício Municipal
5000-559 Vila Real - Portugal
Telefone---+351 259 375 142
Fax ----------+351 259 375 147
Telemóvel +351 917 688 588
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Estradas e barragens podem não melhorar economia de Trás-os-Montes
O investimento de 3,8 mil milhões de euros em barragens e novas estradas em Trás-os-Montes e Alto Douro, a concretizar durante os próximos oito anos, pode ter poucos efeitos na região. Pelo menos no curto prazo.O investimento de 3,8 mil milhões de euros em barragens e novas estradas em Trás-os-Montes e Alto Douro, a concretizar durante os próximos oito anos, pode ter poucos efeitos na região. Pelo menos no curto prazo.
É o receio do director do Departamento de Engenharias da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Luís Ramos, manifestado ontem, no fórum "O futuro é hoje", que decorre em Vila Real, até amanhã. O investigador não põe em causa os benefícios que a Auto-estrada Transmontana, o IP2 ou o IC5 vão trazer para a região, mas duvida dos efeitos induzidos na sua economia. Assume-se “preocupado” com a “grande passividade e desinteresse” dos agentes locais, como são “autarcas e presidentes de associações”, que “ainda não se aperceberam que o investimento previsto pode mexer muito com a economia da região”. Luís Ramos observa que as novas obras não podem ser olhadas apenas pelo prisma da criação de postos de trabalho. Há
outras áreas que podem sair a ganhar, “como a publicidade, o fornecimento de refeições, bens e serviços, os gabinetes de engenharia”, entre muitas outras. Mas “se a região não estiver preparada para agarrar essas oportunidades vai passar tudo ao lado”, assevera, já que “todos os materiais e produtos virão de fora, fornecidos por empresas do Porto, Lisboa ou Madrid”. Alertar os responsáveis regionais para estas questões é objectivo do fórum organizado pelo Núcleo de Engenharia Civil da UTAD. Foi lá que o administrador da Somague, Francisco Silva, garantiu que as obras do Túnel do Marão “arrancam em pleno a partir do próximo mês de Julho”, embora neste momento já decorram trabalhos nos acessos ao túnel, que vai ter quase seis quilómetros de extensão. No pico da obra estarão envolvidos nos trabalhos “800 a 900 pessoas, uma boa parte oriunda da região”.Eduardo Pinto, Rádio Ansiães
terça-feira, 26 de maio de 2009
Projecto Suvidur pretende melhorar viticultura no Douro
Chama-se Suvidur e é um projecto que envolve entidades portuguesas e espanholas. Pretende efectuar a zonagem e ordenamento da vinha no Douro, bem como a elaboração de um manual de boas práticas em viticultura.O projecto vai ser desenvolvido ao longo dos próximos dois anos. Custa cerca de um milhão e cem mil euros. Envolve o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), como chefe de fila, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Tecnológico Agrário de Castela e Leão e a Universidade Politécnica de Madrid. (...) Rádio Ansiães
Fórum "O futuro é hoje" debate impacto de novas obras na região
Os alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vão promover, entre terça e quinta-feira, um debate sobre o impacto das novas obras públicas no desenvolvimento desta região, para onde está previsto um investimento de 3,8 mil milhões de euros nos próximos anos.O fórum "O Futuro é hoje", organizado pelos alunos do Núcleo de Engenharia Civil da UTAD, traz a Vila Real, entre outros, António Castro da EDP, Pina Moura da Iberdrola, Pedro Gonçalves, da Soares da Costa, Francisco Silva da Somague e Corte Real Magalhães da Mota-Engil.
Estas empresas vão construir, globalmente, o Túnel do Marão e a Auto-Estrada Transmontana, que vão ligar Amarante, Vila Real e Bragança, o Itinerário Complementar 5 (IC5), o Itinerário Principal 2 (IP2), e ainda as barragens do Alto Tâmega, Sabor e Tua.
"Se todas as obras previstas forem construídas, serão investidos 3,8 mil milhões de euros em Trás-os-Montes e Alto Douro num período de cinco a 10 anos", salientou hoje um dos responsáveis pelo NEC, Rui Guedes. (...) RádioAnsiães
Rosé chega ao Vinho do Porto
A Região Demarcada do Douro vai poder produzir vinho do Porto rosé, o que até agora não era permitido.A autorização está expressa no novo decreto-lei aprovado, na semana passada, em Conselho de Ministros.
“Foi considerada uma nova categoria de vinhos do Porto passando a existir o rosé, sendo que até agora só tínhamos o branco e o tinto” explica directora executiva da Associação de Empresas de Vinho do Porto.
Isabel Marrana está convicta que o rosé vai abrir novas janelas de negócio. “É uma opção para o consumidor que pode abrir mais oportunidades de vendas” afirma, salientando que “já há muitas empresas dispostas a produzi-lo”.
O presidente da União das Adegas do Douro concorda com a autorização para a produção de Vinho do Porto rosé. “Tudo o que significar mais negócio e mais mercado é positivo porque dá mais rendimento aos vitivinicultores” afirma. José Manuel Santos considera ainda que “as coisas têm de evoluir e esta ideia do rosé por significar mais um segmento de mercado”.
De referir ainda que o ano passado foram vendidos 9,8 milhões de caixas de 9 litros de Vinho do Porto, menos 5% do que no ano anterior.
O volume de negócios rondou os 374 milhões de euros.
França é o principal país importador, com 28%, seguindo da Holanda (15%), Bélgica (12%) e Reino Unido (10%).
Fora da Europa, os EUA compram pouco mais de 4%.
Portugal absorve 14% da comercialização de Vinho do Porto. Rádio Brigantia
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