quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Cancro do colo do útero: implementação da vacina está a correr “muito bem”

A afluência das jovens aos centros de Saúde para a toma da vacina contra infecções por Vírus do Papiloma Humano (HPV) tem decorrido com normalidade e tudo indica que vai ser possível atingir a meta das 99% das jovens do distrito nascidas em 1995 e 1996 vacinadas até ao final de 2009 como definido no plano de actividades da SRS de Bragança.
Lembramos que a vacina ficou disponível em todos os Centros de Saúde do distrito de Bragança no dia 27 de Outubro de 2008 em conformidade a indicação da Direcção Geral de Saúde.A sua implementação no nosso distrito correu "muito bem", como confirma Helena Meirinhos, da equipa distrital de vacinação.
A elevada taxa de sucesso no plano de vacinação no nosso distrito é de resto extensivo a todas as outras vacinas. Helena Meirinhos recorda que esta é a região que tem a maior taxa de população vacinada.
Esta vacina protege as mulheres contra o cancro do colo do útero, o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher em todo o mundo. Esta patologia está relacionada com a presença do HPV em cerca de 75% dos casos.
Se tudo continuar a correr como planeado, em 2010 serão vacinadas as jovens nascidas em 1997. NN

O que se disse... Mário Soares

«Como é que as pessoas podem aguentar que o Estado vá salvar um banco onde se sabe que há roubalheiras absolutas e fique tudo na mesma e aqueles continuem a dirigir os bancos depois do Estado lá meter o dinheiro dos contribuintes?»
Mário Soares, TSF

URBEANSIÃES celebra o dia de S. Valentim

A URBEANSIÃES, no dia 14 de Fevereiro celebra o dia de S. Valentim, uma iniciativa dedicada a todos os namorados.
Esta acção conta com a presença de animadores de rua, decoração de montras alusivas ao dia dos Namorados, promoções especiais no comércio para o dia de S. Valentim e distribuição de poesias aos comerciantes, promovendo assim a celebração do dia, tornando o comércio local mais animado. Esta iniciativa pretende revitalizar o comércio tradicional com muita animação de forma a atrair mais consumidores para o comércio local.

Câmara vai ajudar famílias e empresas a enfrentar a crise

A Câmara de Vila Real vai pôr em prática um plano municipal de combate à crise, no valor de um milhão de euros. Engloba 10 medidas para famílias desfavorecidas e cinco dirigidas às empresas com sede no concelho.
O autarca, Manuel Martins, apresentou o plano, ontem, salientando que a edilidade está empenhada em “minimizar os efeitos da crise”, ajudando as famílias mais carenciadas do concelho a “restabelecer um nível de dignidade social minimamente admissível”. (...)Eduardo Pinto/Rádio Ansiães

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Quanto mais me mentes...

Henrique Monteiro

Câmara de Macedo dá apoios à cultura e desporto

O município de Macedo de Cavaleiros atribui cerca de 400 mil euros a trinta e cinco colectividades desportivas e culturais daquele concelho. A iniciativa resulta da assinatura de dezanove protocolos de âmbito cultural e onze contratos-programa. Os protocolos ascendem a um montante de 102.550 euros enquanto os contratos-programa a um valor de 281.750 euros, visando dotar associações culturais, desportivas e clubes de condições que lhes permitam colaborar com a autarquia na promoção e dinamização de actividades culturais e desportivas, envolvendo assim o maior número possível de munícipes. De acordo com Bernardino Pinto, presidente do município macedense, este é um esforço financeiro significativo para a autarquia, no entanto as associações do concelho mostram provas de dinamismo. RBA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

EDP sem obrigação de construir ferrovia alternativa na Linha do Tua

A EDP - Energias de Portugal afasta, liminarmente, a hipótese de construir uma variante ferroviária à linha da Tua, tal como é exigido pela secretária de Estado dos Transportes, soube o Negócios.
Ana Paula Vitorino quer impor esta solução como contrapartida para a construção da barragem de Foz-Tua, mas a eléctrica considera que esta alternativa não estava prevista no concurso de adjudicação da barragem. Oficialmente, a EDP não faz qualquer comentário sobre o assunto, alegando que está a decorrer o processo de consulta pública da avaliação de impacto ambiental da barragem (que termina no dia 15 de Fevereiro), mas o Negócios sabe que a empresa liderada por António Mexia vai permanecer irredutível. Jornal de Negócios
Colaboração: Mário Carvalho

EDP aceita fazer linha férrea alternativa à do Tua mas só se o Governo a pagar

A estratégia da EDP é deixar o processo de avaliação de impacte ambiental faça o seu caminho. Defensores da linha aplaudem alternativa ferroviáriaA EDP não reage publicamente à posição assumida ontem, ao PÚBLICO, pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que exige uma alternativa ferroviária à submersão da linha do Tua pela futura barragem da eléctrica nacional. Mas a empresa tem uma posição clara sobre o assunto. A EDP não se importa de construir uma nova linha férrea, desde que o seu custo seja suportado pelo Governo. Caso o Executivo lhe impute esse investimento, então a empresa desiste da barragem, uma vez que esta se torna economicamente inviável. A estratégia da EDP é deixar que o processo de avaliação de impacte ambiental faça o seu caminho e esperar que o empenhamento pessoal de José Sócrates na concretização Plano Nacional de Barragens e os compromissos já assumidos sejam suficientes para contornar todos os entraves ao empreendimento. Para poder construir a barragem de Foz-Tua, a EDP já pagou 56 milhões de euros, mas a licença obtida é apenas provisória. (...)Público

Linha do Tua - Comunicado do MCLT

COMUNICADO
O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, face à gravidade da situação actual da Linha do Tua, exige aos organismos tutelares da Linha do Tua as seguintes medidas:
O fim imediato da delapidação do Património Ferroviário do distrito de Bragança;
O apuramento de responsabilidades nos acidentes recentes;A reabertura célere da Linha do Tua com garantias de segurança para a sua exploração;
A apresentação de um plano de modernização e dinamização da via, estações e material circulante;
A reabertura da Linha do Tua até Bragança e prolongamento à estação da rede convencional espanhola e de alta velocidade europeia de Puebla de Sanábria. (...)
Para ler o comunicado na íntegra clique aqui

Notícia RTP sobre a Linha do Tua

http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1098&idpod=21964&formato=flv&pag=recentes&escolha
Colaboração: Mário Carvalho

Nota do IDP sobre a Linha do Tua

O Instituto da Democracia Portuguesa sauda a posição assumida a 5 de Fevereiro de 2009 pela Srª Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, ao considerar imprescindível a manutenção da Linha do Tua e inaceitável o plano de alternativas rodoviárias propostas pela EDP.
Ao ganhar a concessão da barragem do Tua, sem concurso, a EDP pagou ao Estado 56 milhões de euros. A EDP já manifestou preferência por uma barragem com cota a 170m, que inundaria 16 quilómetros de linha e quatro apeadeiros. Feita a análise de custos/benefícios, é o melhor negócio para a EDP. Terá que indemnizar menos pessoas e pagará menos ao Estado. Com uma cota de 170 metros, a albufeira teria 31 quilómetros, a capacidade de armazenamento de água seria de 156,2 milhões de metros cúbicos de água, mas a potência instalada acrescentaria apenas 0,7% ao potencial energético nacional.
O bom negócio para a EDP com um investimento de 282 milhões de euros é um mau negócio para a região, e um atentado à mobilidade das populações. É um mau negócio porque a construção de uma barragem por um consórcio nacional não cria emprego na região. É um mau negócio porque destrói uma ligação ferroviária que é uma ferramenta turística com capacidade de projectar na Europa os cinco concelhos do vale do Tua. É um atentado à mobilidade porque prejudica as populações das aldeias ribeirinhas. É um atentado à mobilidade porque priva os transmontanos de uma linha com capacidade de criar uma ligação dorsal do Douro a Puebla de Sanabria.
Apoiando o esforço de cidadania das populações e dos autarcas transmontanos que exigem alternativas de desenvolvimento sustentado para a região, o IDP reitera que esta atitude da Srª Secretária de Estado Ana Paula Vitorino honra quem a toma e merece ser seguida da apresentação de planos de modernização da Linha do Tua.
Lisboa, 6 de Fevereiro de 2009
A Direcção do IDP - Instituto da Democracia Portuguesa
www.democraciaportuguesa.org

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Sem comentários!

?! ?! A olhar para onde?!...

Autarquias e investigadores reclamam medidas nacionais para combater desertificação

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu hoje que o Governo deve tomar medidas para incentivar a natalidade nos concelhos desertificados, uma reclamação que é também subscrita por uma investigadora desta área.
Para Maria Filomena Mendes, investigadora e professora da Universidade de Évora, é importante que a "muito baixa" fecundidade nacional seja encarada como "um problema do país" e não apenas do interior. (...) Público

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O que se disse... Manuel Alegre

«Pessoas que não gostam do debate dentro do PS, que se discutam as questões internas e que quando se discutem se diz que está a fazer o jogo da oposição.
É o discurso estalinista por excelência.»

Manuel Alegre, histórico do Partido Socialista

Troços cortados no IP4, A7 e A24 devido à neve

O trânsito no IP4 está cortado no Alto de Espinho devido à neve bem como na A7 em Ribeira de Pena e na A24 em Vila Pouca de Aguiar, segundo dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Efeito Pinócrates

Henrique Monteiro

Professor de Aveiro enviou sapatos a José Sócrates pelo correio como forma de protesto

António Morais decidiu dar seguimento ao gesto do jornalista iraquiano e enviou um par de sapatos a José Sócrates, pelo correio, como forma de protestar pelas políticas seguidas pelo Governo. RTP

Secretária de Estado dos Transportes exige da EDP alternativa ferroviária para a Linha do Tua

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, mantém a posição defendida a 22 de Agosto de 2008 sobre a manutenção da Linha do Tua.

Numa resposta enviada ontem ao PÚBLICO, a governante reafirma que, "se for considerado imprescindível o encerramento do troço em causa [por causa da construção da nova barragem da EDP], deverão ser garantidas, pela concessionária, condições para a criação de uma variante ferroviária". Ou seja, a alternativa rodoviária proposta pela EDP não é solução.
"Nem pensar", foi a resposta dada por Ana Paula Vitorino naquele mesmo dia, poucas horas depois do último acidente ferroviário na Linha do Tua, quando confrontada com a possibilidade de o comboio deixar de circular entre esta estação e Mirandela. Na altura, a secretária de Estado afirmou que o comboio "é muito importante para a mobilidade da região". O PÚBLICO tentou ontem obter uma reacção da EDP à posição da governante, mas tal não foi possível.

De acordo com o estudo de impacte ambiental (EIA) do Empreendimento hidroeléctrico de Foz-Tua (EHFT), actualmente em fase de consulta pública, a centenária linha ferroviária será sempre submersa, seja qual for a cota que vier a ser aprovada. Em cima da mesa estão as cotas de 170 metros, 180 e 195. Com a cota maior, a linha será submersa em 31 quilómetros e desaparecerão nove apeadeiros. Se a barragem ficar a 180 metros, serão alagados 23 quilómetros de linha e sete apeadeiros. A cota mais baixa inundará 16 quilómetros de linha e quatro apeadeiros.

Assumindo como irreversível o fim da Linha do Tua, a EDP propõe como alternativa um serviço rodoviário. Outra solução, não prevista no estudo mas assumida pela EDP, seria levar os passageiros vindos do Douro até à barragem e, daqui, transportá-los de barco até à estação não submersa. "Isso não é nenhuma solução", insurge-se José Silvano, o presidente da Câmara de Mirandela. "Não há alternativa à Linha do Tua. O fim do comboio é terrível para a região."
Esta autarquia já aprovou uma deliberação contra o EIA, considerando-o "incompleto e perfeitamente desajustado da realidade", como disse ao PÚBLICO José Silvano. "É um estudo que engana as pessoas. Desde logo porque tem em atenção três cotas possíveis, mas não diz qual é a preferida da EDP", sustenta.

Segundo José Silvano, a EDP já manifestou a sua preferência pela cota mais baixa, porque acredita que, feita a análise custo/benefício, é a mais vantajosa. Terá que indemnizar menos pessoas e pagará menos ao Estado.
Só por ter ganho a concessão desta barragem, a EDP teve que pagar ao Estado 56 milhões de euros e este valor vai subindo de acordo com a cota, podendo atingir os 125 milhões de euros se o nível pleno de armazenamento for de 195 metros. A esta cota, a futura albufeira terá 39,5 quilómetros de comprimento e uma capacidade de armazenamento de 269,4 milhões de metros cúbicos de água, produzirá anualmente 350 gigawatts e o custo da obra ascenderá aos 320 milhões de euros. Com uma cota de 170 metros, a albufeira terá 31 quilómetros, a capacidade de armazenamento de água será de 156,2 milhões de metros cúbicos de água, a produção anual atingirá os 306 gigawatts e o custo da obra rondará os 282 milhões de euros. Público

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

EDP financia plano para salvar aves em vias de extinção

Está em curso no Parque Natural do Douro Internacional, o Plano de Emergência para Aves Rupícolas (PEAR). A iniciativa abrange toda a área protegida e tem como objectivo global inverter o declínio de três espécies importantes de aves rupícolas ameaçadas de extinção. (...) RBA

Reaproveitamento de resíduos vai gerar novas receitas no Nordeste Transmontano

Metade dos resíduos produzidos no Nordeste Transmontano vai ser reaproveitada para produção de material orgânico e energia, no âmbito de um projecto que promete 30 postos de trabalho, anunciaram hoje os responsáveis.
O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, preside hoje, em Mirandela, à assinatura do contrato de financiamento do projecto que custará 24 milhões de euros, inserido no programa operacional temático da valorização do território.
O projecto consiste na criação de uma unidade de tratamento mecânico e biológico por digestão anaeróbica (compostagem), que vai dar um novo destino a metade do lixo produzido nesta região, no âmbito do plano estratégico para os resíduos sólidos.
Segundo informações disponibilizadas à agência Lusa pela Empresa Resíduos do Nordeste, a nova unidade vai transformar metade das mais de 50 mil toneladas de lixo produzidas por ano nos 13 concelhos da sua área de influência.
Actualmente, 94 por cento do total dos resíduos sólidos da região são depositados no aterro sanitário da Terra Quente que, com a nova unidade, terá o seu prazo de vida útil alargado
. (...) Eduardo Pinto, Rádio Ansiães