domingo, 30 de novembro de 2008

Trânsito cortado devido à queda de neve

O trânsito está hoje cortado na A7, no IP4 e em todos os acessos à Serra da Estrela devido à queda de neve, disseram à Lusa fontes da Brigada de Trânsito da GNR e do Centro Nacional de Operação de Socorro.
A queda de neve das últimas horas obrigou ao corte de trânsito na auto-estrada A7, entre o Alto de Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, e no IP 4, entre Mesão Frio e Campeã.
As estradas nacionais EN 206, entre Bragança e Torre Dona Chama, a EN 311, entre Cabeçeiras de Basto e Salto (Montalegre), e as EN 236 e 344 no distrito de Coimbra também se encontram cortadas.
Na A24 o trânsito já foi reposto, enquanto nas estradas nacionais EN 311, EN 312 e EN 103, em Boticas, a circulação está condicionada.
De acordo com o Centro Nacional de Operação de Socorro, a freguesia de Castro Laboreiro, em Viana do Castelo, esteve isolada devido à queda de neve, estando prevista a limpeza e manutenção dos acessos com três máquinas ainda durante a manhã.
Em declarações à agência Lusa, o alferes Pedro Valente, da GNR, aconselha os automobilistas a evitarem as estradas que tenham gelo e neve e circularem o estritamente necessário.
Expresso
DN

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Castanheiro: perfeita sintonia com o Tua

Deixe-se passear por ruas estreitas e tradicionais, onde casas de pedra e ferro forjado parecem fundir-se com construções modernas e recentes. Se de um lado, os montes e vales recortados pelo rio Tua atraem até os olhares mais distraídos, por outro, a imensas vinhas plantadas em terrenos sinuosos dominam a atenção de qualquer pessoa que por ali passe.
Carrazeda de Ansiães, oferece isso mesmo: múltiplas possibilidades de passeio e visita aos que gostam de paisagens e vistas de profundos contrastes. Na margem esquerda do rio Tua e na direita do Douro, a freguesia integra mais de 14 quilómetros da linha ferroviária do Tua, conhecida pelas escarpas que fazem deste, um dos percursos mais belos e emblemáticos. Com a possibilidade da construção da barragem Foz-Tua, Castanheiro será uma das freguesias mais afectadas, uma vez que, mesmo erguida à cota mais baixa, ficarão submersos cerca de 14 quilómetros de via. “Ficaremos sem um único metro de linha, que, apesar de já não ser garantia de segurança, é muito bonita”, adiantou o presidente da Junta de Freguesia de Castanheiro do Norte, Sérgio de Castro. Com a criação da albufeira, algumas dezenas de habitantes verão os seus terrenos serem inundados. Contudo, não se manifestam contra o projecto, uma vez que acreditam que poderá trazer alguns benefícios para a freguesia. “Não sou contra a construção da barragem, apesar de ter um olival que será submerso, pois poderá ser boa para a localidade”, sublinhou Cândida de Sousa, residente em Castanheiro do Norte. Já Celestino Claro, outro habitante, defende a comunhão entre a albufeira e a linha do Tua, já que, na sua óptica, poderá trazer mais turistas à região. Apesar do Tua ser o principal cartão de visita de Castanheiro do Norte, os visitantes podem deixar repousar a vista pelas imensas vinhas, com vista para a foz do Tua, e que, no Outono, adquirem tonalidades únicas. Jornal Nordeste

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

DN

A maior manifestação de professores

A maior manifestação de professores realizada em Bragança. Esta é a convicção da Plataforma Sindical àcerca do protesto dos docentes realizado ontem à noite na cidade. Cerca de 2300 professores encheram a Praça Cavaleiro Ferreira e depois percorreram as ruas da cidade, mostrando o descontentamento em relação ao modelo de avaliação proposto pelo Ministério da Educação.
No final da manifestação foi entregue uma moção no governo civil. Refira-se que em 12 agrupamentos escolares no distrito de Bragança apenas dois não suspenderam o modelo de avaliação. RBA
Fotos Aníbal Gonçalves

Novo estádio de Vila Flor abre dia 6 de Dezembro

O novo Estádio Municipal de Vila Flor vai ser inaugurado no próximo dia 6 de Dezembro. A moderna infra-estrutura tem campo de relva sintética, pista de atletismo e bancadas com 250 lugares sentados.
Trata-se de um investimento de cerca de um milhão de euros, próximo do parque de campismo e das piscinas municipais. Os arranjos exteriores e novos acessos custaram mais um milhão de euros.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, Artur Pimentel, o equipamento “vai beneficiar os jovens que praticam desporto”, já que passam a ter um estádio com “condições condignas”, o que contrasta com o velho campo.
O convidado para a inauguração é o secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias.
Rádio Ansiães/Eduardo Pinto

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Contrato para a Auto-Estrada Transmontana assinado em Dezembro

O consórcio da Soares da Costa vai assinar o contrato para a Auto-Estrada Transmontana no próximo dia 10 de Dezembro, disse o hoje o primeiro-ministro José Sócrates em Vila Flor, durante a cerimónia da assinatura do contrato para a concessão do Douro Interior.
O consórcio da Soares da Costa vai assinar o contrato para a Auto-Estrada Transmontana no próximo dia 10 de Dezembro, disse o hoje o primeiro-ministro José Sócrates em Vila Flor, durante a cerimónia da assinatura do contrato para a concessão do Douro Interior. As obras nesta auto-estrada irão iniciar-se em Janeiro do próximo ano. A Concessão do Douro Interior, com uma extensão aproximada de 261 quilómetros, abrangerá os Concelhos de Alijó, Murça, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro, Alfândega da Fé, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Torres de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda, Trancoso e Celorico da Beira, com influência em cerca de 330 mil habitantes. O investimento previsto é de 826 milhões de euros e a obra estará concluída em 2011. Jornal de Negócios

Daqui e dali... João Lopes de Matos

AVALIAÇÕES (uma perspectiva)

Vivemos actualmente um clima algo agitado nas escolas por causa das avaliações.
Ultimamente, tem-se tido o sentimento de que as escolas existem para que os professores tenham direito a uma boa, muito boa ou excelente classificação. E, como se tem pensado tanto na hipótese de todos poderem ter a classificação máxima, parece que tudo se resume à postergação ou não do direito sagrado de todos à classificação máxima de excelente.
Ora como a mim me parece que a escola está, inequivocamente, ao serviço dos alunos e da sociedade, tudo o resto terá que ser visto como aperfeiçoamento das técnicas que visam aquele desiderato.

Limitemo-nos a olhar as avaliações.
Será bom que haja distinções tão pormenorizadas (insuficiente, suficiente, bom, muito bom, excelente - não sei se é isto, mas é mais ou menos isto) entre professores?
Penso que não, que isto é mais factor de perturbação da vida escolar do que factor de melhor funcionamento - gera rivalidades entre professores de todo em todo desnecessárias e perturbadoras dum são relacionamento. Além disso, existe, subjacente a esta classificação, a ideia de que a grande maioria das pessoas pode facilmente atingir, se quiser, o bom, o muito bom e o excelente. Não vejo as coisas assim: acho que à grande maioria dos humanos é possível atingir o suficiente (o normal) e que só uma pequena percentagem pode chegar a níveis superiores, sendo ainda certo que aqueles que para uns se situam num patamar, para outros situam-se em patamar diferente.
O que é preciso é que todos cumpram de modo a que se consiga entre professores um bom espírito de entre - ajuda e uma realização que consiste no sentirem-se bem numa escola que todos conseguem que cumpra, dadas as circunstâncias de cada uma, o papel que lhe cabe na sociedade.
Os professores não precisam de ser classificados. Todos subirão na vida normalmente, sem necessidade de formalidades burocráticas.

Mas perguntar-me-ão: então não há controle nenhum? Há. Ele é feito dia a dia pela direcção e, periodicamente, pelos inspectores, pertencentes aos escalões superiores da administração escolar.
O tempo é todo aproveitado para o aperfeiçoamento do trabalho , resolução das dificuldades e vigilância da acção concreta dos docentes. Todos eles serão ajudados e todos vigiados. Ficarão mais que conhecidos (nos defeitos e nas virtudes) pela direcção e pelos inspectores - sem necessidade de grande burocracia.
E não haverá distinções? Claro que sim. Aqueles que não atinjam o patamar da satisfação serão especialmente inspeccionados e, se não subirem ao nível desejado, serão (em último recurso) punidos (ou encontrada outra solução). Os que se salientarem serão, no momento próprio , chamados a desempenhar missões específicas, remuneradas de modo especial.
Qual será melhor: todos serem classificados de excelente (ou parecido), com a burocracia que isso acarreta, ou reduzir a burocracia ao mínimo e optar por um critério prático que tenha como preocupação, de longe primordial, o bom funcionamento das escolas?
Sei que o problema é difícil. Apenas quis fazer um exercício mental para dar uma achega à discussão construtiva do problema.

João Lopes de Matos

IC5 e IP2 adjudicados hoje em Vila Flor

A construção do IC5 e do que falta do IP2 é cada vez mais uma certeza. Está previsto que as obras comecem durante a segunda metade de 2009 e possam estar concluídas em finais de 2011.
O primeiro-ministro, José Sócrates, e o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, deslocam-se hoje a Vila Flor para a cerimónia de assinatura, com o consórcio liderado pela Mota-Engil, do contrato da concessão Douro Interior, no valor de 826 milhões de euros.
A concessão do Douro Interior engloba cinco troços do IP2, entre Vale Benfeito, Macedo de Cavaleiros e Celorico da Beira, no distrito da Guarda.
Estão igualmente incluídos três lanços do IC5, entre o IP4, no Alto do Pópulo, e Miranda do Douro.
Tanto o IC5 como a conclusão do IP2 são aguardados há anos pelos autarcas da região, nomeadamente do sul do distrito de Bragança e norte da Guarda, que consideram estas vias como imprescindíveis para aproximar os seus concelhos dos grandes centros urbanos.
A concessão do Douro Interior vai beneficiar directamente cerca de 330 mil habitantes dos concelhos de Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfandega da Fé, Mogadouro, Miranda do Duro, Macedo de Cavaleiros, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda, Trancoso e Celorico da Beira, entre outros. Rádio Ansiães/Eduardo Pinto

José Sócrates inaugura hoje barragem na Vilariça

O primeiro-ministro e o ministro da agricultura inauguram, hoje à tarde, a Barragem do Ribeiro Grande e do Arco, que concluiu o plano de regadio do Vale da Vilariça.
Esta barragem foi concluída na Primavera deste ano e já efectua testes de enchimento. Representa um investimento de cerca de 19 milhões de euros.
A partir de agora, o Vale da Vilariça passará a servir uma superfície de aproximadamente 1500 hectares de rega, beneficiando cerca de 800 agricultores e culturas como o olival e as horto-frutícolas.
Rádio Ansiães/Eduardo Pinto

Professores voltam hoje aos protestos contra avaliaçao de desempenho

Cerca de três mil professores de todo o distrito são esperados ao final da tarde de hoje numa manifestação que vai decorrer em Bragança.
Poderá ser o maior protesto dos últimos tempos por parte da classe docente, na região.
Contestam a implementação do estatuto da carreira nomeadamente a questão da avaliação de desempenho.
Apesar de o Ministério da Educação ter anunciado uma simplificação do processo, os sindicatos do sector entendem que nada está garantido.
A manifestação é organizada pela Plataforma Sindical de Professores e José Domingues, um dos membros, acredita que vão marcar presença "mais de três mil docentes".
Os docentes da região Norte concentram-se, esta terça-feira, em Braga, Bragança, Porto, Viana do Castelo e Vila Real, ao final da tarde. (...) RBA

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Sócrates adjudica terça-feira, em Vila Flor, IP2 e IC5

Os contratos para a construção das duas estradas mais aguardadas no Nordeste Transmontano, o IP2 e o IC5, vão ser oficializados terça-feira, em Vila Flor, pelo primeiro-ministro, anunciou hoje o Governo Civil de Bragança.
A cerimónia vai contar também com a presença do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e do secretário de Estado adjunto, Paulo Campos.
O 1P2, que ligará o interior de Norte a Sul, e o IC5 que vai rasgar o distrito de Bragança, a sul, em direcção à fronteira, representam 261 quilómetros de novas estradas aguardadas há décadas nesta região.
A obra terá um custo próximo dos 700 milhões de euros, a cargo da empresa Estradas de Portugal (EP), um valor que contempla um subsídio de investimento de 46 milhões, de acordo com dados disponibilizados, na Internet, pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC).
O IP2 é o itinerário principal que há mais de duas décadas promete ligar o país de Norte a Sul pelo interior, mas no distrito de Bragança tem apenas construídos dois pequenos troços.
O primeiro foi implementado no final da década de 1980, a sul do distrito, no concelho de Torre de Moncorvo, e o segundo, mais recente, a Norte da região, entre Macedo de Cavaleiros e Valbenfeito.
A obra, que agora vai ser adjudicada, contempla 116 quilómetros que se estendem para além do distrito de Bragança até à Guarda, beneficiando os concelhos de Mirandela, Vila Flor, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda e Trancoso.
A esta estrada, considerada pelo ministério de Mário Lino "fundamental para o desenvolvimento do interior de Portugal", junta-se a outra, na mesma concessão, o Itinerário Complementar nº5, (IC5), aguardado desde a mesma altura.
A adjudicação desta estrada contempla 145 quilómetros entre os concelhos de Murça e Alijó, no distrito de Vila Real, e Mirandela, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfândega da Fé e Mogadouro.
Segundo dados do MOPTC, estas duas estradas, que "vão melhorar a qualidade de vida de 330 mil pessoas", estarão concluídas em três anos, em 2011.
Para o distrito de Bragança, o IP2 e o IC5 garantem ligação a toda a rede viária nacional e a melhoria de acesso dentro da própria região, já que permitirão viajar em todas as direcções, entrecruzando-se com a principal estrada que atravessa o Nordeste Transmontano, o IP4
De acordo com as previsões do Governo, estas estradas vão estar concluídas em simultâneo com a auto-estrada transmontana, que equivalerá, na maior parte da sua extensão, à duplicação do actual IP4. Lusa

Tapar as vergonhas

Antero

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Olhares Soltos... a não perder!


OLHARES SOLTOS


Daqui e dali... Aníbal Gonçalves

BTT Carrazeda 16-11-2008 - Apontamentos

No dia 16 de Novembro foi inaugurada em Carrazeda de Ansiães a Rede Municipal de Percursos. Juntamente com mais 5 percursos pedestres espalhados por várias aldeias do concelho, integra também a rede, uma Rota por Trilhos Vinhateiros para BTT.
A concentração para o PR4 - Percurso Pedestre Trilho da Fraga das Ferraduras (Carrazeda de Ansiães) e para o percurso em BTT aconteceu junto às piscinas municipais. A adesão ao evento não foi das melhores e, no caso do BTT, não fosse a amizade entre os praticantes da modalidade entre Carrazeda e Vila Flor, através do Clube de Ciclismo de Vila Flor, e o grupo de participantes teria ficado reduzido a metade.

O primeiro contratempo aconteceu logo no momento de pagamento das inscrições. O reforço distribuído aos participantes limitou-se a uma barra de chocolate, uma maçã e uma garrafa de água. Tudo isto no início de um percurso com 29 quilómetros!
O sr. Presidente da Câmara brindou os participantes com algumas palavras dando-se de seguida a partida.

O percurso foi no geral bastante interessante com passagem pelas localidades de Amedo, Paradela, Pombal, Pinhal do Norte, Felgueira, Zedes e Samorinha. A segunda metade do percurso é a mais dura com subidas bastante extensas embora com bom piso. Os tons de Outono eram bem visíveis quer nos soutos, nas vinhas e nos pomares de macieiras.
Dois momentos interessantes são a passagem pela Felgueira, lugar a que restam 2 habitantes e a subida à capela de Senhora da Graça a 898 metros de altitude.

O banho revigorante foi nos balneários da Escola EB2,3 e Secundária.
O almoço, na Quintinha do Manel, era mais prometedor do que aquele que tinha sido servido em eventos de BTT, em Carrazeda. Infelizmente também o almoço deixou muito a desejar. Foi servida uma feijoada, com fraco aspecto, que em nada dignifica o restaurante nem a organização do evento.
Se o grupo de participantes no BTT já era pequeno, foram ainda menos os que se inscreveram no almoço. Ou já sabiam o que os esperava, ou não se sentem bem na companhia dos restantes companheiros do pedal.

Durante o almoço foi distribuído um inquérito com algumas questões sobre o percurso. A insatisfação era maior com a organização do que propriamente com o percurso, no entanto, este também merece alguns reparos: a classificação do grau de dificuldade do percurso como Fácil é um eufemismo. Mesmo os mais experientes no BTT acharam que esta classificação não estava correcta. Os quilómetros feitos por estrada entre Pombal e Pinhal podiam e deviam ser feitos por caminhos rurais. Chamar ao percurso “Trilhos Vinhateiros” também é exagero. Apenas se encontram vinhas em menos de um quarto do percurso, com maior concentração à volta de Paradela e Pombal. Há freguesias no concelho com muito mais vinhedos do que Zedes!

Quanto à organização, há a salientar pela negativa: o preço elevado da inscrição (12€); a não existência de qualquer brinde ou recordação; o reforço alimentar que praticamente não existiu; a distribuição de bebidas ao longo da prova, que também não existiu e a fraca qualidade do almoço.
Salvam-se disto tudo: as bonitas paisagens percorridas que, mesmo com um dia pouco agradável, provocaram algumas exclamações de espanto e a companhia de um grupo de pessoas de Carrazeda e de Vila Flor que levam a amizade para além das provas ou passeios de BTT.
Do Grupo de Ciclismo de Vila Flor estiveram presentes 13 praticantes de BTT.
Aníbal Gonçalves

http://cciclismo-vilaflor.blogspot.com/ http://descobriransiaes.blogspot.com/

Meia centena de alunos de Carrazeda em greve durante esta sexta-feira

Cerca de meia centena de alunos da Escola Básica 2,3 e Secundária de Carrazeda de Ansiães estão hoje em greve às aulas.
Uma semana depois de protestos generalizados por todo o país, estudantes de vários anos de escolaridade de Carrazeda contestam hoje o estatuto do aluno entre outras medidas do Ministério da Educação.
Ana Sofia, aluna do 11º ano, admitiu à Rádio Ansiães, que "já foram feitas algumas alteraçoes ao regime de faltas, mas mesmo assim não chega". Além disso, acrescentam não concordam com "a proibiçao de entrar com telemóveis na escola", embora entenda que não devem ser utilizados dentro da sala de aula.
Ana Sofia gostaria de ter mais adesão a uma greve que não tem o apoio da Associação de Estudantes e que reúne aproximadamente 10% por cento da comunidade escolar. "A Associação de Estudantes não nos apoia por que diz que não concorda com esta greve", frisou.
Rádio Ansiães/Eduardo Pinto

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Imprudências que podem ser fatais!


Rua Luís de Camões, Carrazeda de Ansiães
DN

BEI financia A4

O Banco Europeu de Investimento (BEI) vai financiar a Auto-Estrada Transmontana com um montante até 325 milhões de euros. O contrato de financiamento deve ser assinado na próxima semana. A notícia é avançada esta quinta-feira pelo Jornal de Negócios.
O diário obteve esta garantia junto do banco de que o Banco deverá começar a libertar, em tranches, este montante ao consórcio vencedor, liderado pela Soares da Costa. Recorde-se que está em causa um investimento global de 801 milhões de euros, 360 milhões suportados pelo Estado e outros 180 são relativos a fundos comunitários. A A4 deverá estar pronta em 2012. O Primeiro Ministro, José Sócrates, deverá vir dentro de poucos dias à região anunciar o calendário de execução da auto-estratada transmontana, bem como do IP2 e do IC5. RBA

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Daqui e dali... M. Lameiras

É próprio do Senhor JLM levantar estas boas questões!
Esta faz parte do nosso passado, que bem gostaríamos que tivesse sido mais positivo.
Infelizmente, para sair das muralhas de Ansiães, houve confrontos e a saída para o lugar de Carrazeda não podia ser pacífica.
Afinal o centralismo desta Carrazeda em relação ao resto do concelho até nem era, nem é assim tão evidente.
Certo era que se dali não tivessem saído, hoje, Ansiães seria uma Vila bem mais airosa, desenvolta e com o património devidamente cuidado e a meu ver muito mais desenvolvida. Teria três aglomerados populacionais próximos, como sendo Selores, Lavandeira e Marzagão, muito mais desenvolvidos também... o concelho seria diferente para melhor! Ex: - A Vila de Óbidos cresceu muito dentro e fora de muralhas e o problema de abastecimento de água também o resolveram, pois dentro delas não a havia, sendo hoje um extradordinário centro urbano e qualificado.
Carrazeda, implantada que estava junto a uma linha de água (Ribª dos Cabrais) era muito pobre e a construção nova obrigou-se ao afastamento - Rua Luís de Camões, Toural e Pç. D. Lopo.
Mais tarde no pós 25 de Abril não houve, infelizmente planeamento nem ninguém que se lembrasse disso, na "mania" que um Presidente sabe tudo e o que ele disser está bem dito e logo bem feito!

Resultado, Carrazeda cresceu para onde não devia e ainda hoje, sem planeamento digno desse nome, verificamos que a "nobreza" das entradas no espaço urbano da Vila são uma vergonha e longitudinalmente inaceitáveis.
Continuamos sem gente capaz, apesar de ter passado mais de um quarto de século desde a fundação de Carrazeda.
Já "fomos buscar" Luzelos e a seguir, por este andar, vamos buscar os Mogos!
O que é que esta gente quer a não ser desordem e inqualificável urbanidade apesar de estarmos no século XXI!
Por tudo isto valeu o alerta do Senhor JLM!
Haja outros alertas para ver se tratamos do futuro, embora comprometido por tanta asneira unilateralmente cometida!
M. Lameiras