sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Metro de Mirandela descarrilou com 50 pessoas a bordo

Uma composição da Linha do Metro de Mirandela descarrilou, esta sexta-feira, numa altura em transportava cerca de 50 pessoas, disse fonte do Centro Coordenador das Operações de Socorro de Bragança.

O acidente ocorreu cerca das 11:00, a um quilómetro da estação de Brunheda, concelho de Carrazeda de Ansiães.

Uma fonte autárquica disse à agência Lusa que na sequência de uma explosão, ocorreu um descarrilamento da composição, encontrando-se pessoas encarceradas e outras já a ser transferidas para um hospital da zona. TSF

Uma composição da Linha do Metro de Mirandela descarrilou hoje, numa altura em transportava cerca de 50 pessoas, disse fonte do Centro Coordenador das Operações de Socorro de Bragança. Há pelo menos um ferido grave e outras pessoas foram transportadas para o hospital.(...)

Nesta altura, a Linha do Tua é muito procurada por turistas, seguindo as carruagens bastante apinhadas, tal como foi o caso desta manhã. Sol

Última hora - Linha do Tua - novo acidente

Novo acidente na Linha do Tua.

Explosão seguida de descarrilamento.
Vários feridos.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Portugal importou 63% de electricidade até Julho

Energia.

Nos primeiros sete meses do ano, o saldo negativo entre exportações e importações subiu 63% face a Julho de 2007. No mesmo período, a produção nacional caiu 6%, mas o consumo cresceu 1,3%. A electricidade de Espanha abastece 19% do consumo português
As importações de electricidade a partir de Espanha estão a crescer este ano. Em Julho, os últimos dados públicos sobre o mercado nacional apontam para uma subida de 63% desde o início do ano do saldo importador, ou seja, da diferença entre a electricidade comprada e vendida a Espanha. (...)
Portugal é em regra deficitário na compra e venda de energia com Espanha, mas isto não significa que o País não tenha capacidade instalada suficiente para responder à procura. A opção de importar do mercado vizinho resulta muitas vezes de uma gestão que procura limitar os custos da energia consumida. Muitas vezes acaba por ficar mais barato comprar na bolsa espanhola do que pôr a funcionar uma central em Portugal. DN

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

"Os Verdes" reagem ao caso das sondagens arqueológicas adiadas pela EDP

"Os Verdes" consideram que é escandaloso e inaceitável se o governo der luz verde à EDP para que só realize sondagens arqueológicas no Vale do Sabor durante a construção da barragem. O Partido Ecologista refere mesmo que essa atitude do executivo e da EDP não são surpresa face ao património arqueológico importante que foi detectado durante o Estudo de Impacte Ambiental.
Ainda assim exorta o Ministro da Cultura a dizer se estão a ser defendidos os interesses do país se as sondagens arqueológicas prévias à construção da Barragem do Sabor não forem feitas antes da empreitada. "Os Verdes" esperam uma clarificação de todo o processo denunciado pela imprensa e anunciam a vontade de exigir explicações no parlamento, caso os trabalhos arqueológicos não sejam prévios à construção da barragem. RBA

EDP nega ter adiado trabalhos no Sabor, mas empresa envolvida confirma

A EDP negou, em declarações à Lusa, ter adiado qualquer trabalho arqueológico no vale do Sabor para não atrasar o início da construção da futura barragem, insistindo ainda em reafirmar que "não adjudicou nem teve intenção de adjudicar à Ecossistema qualquer trabalho de sondagens e escavações, pelo que nenhum concurso ou consulta foi suspensa”. Mas é a própria Ecossistema, a empresa que juntamente com a Agri.Pro Ambiente realizou o Estudo de Impacte Ambiental da obra, que desmente a eléctrica nacional.
Numa carta que enviou ao PÚBLICO esclarecendo o seu envolvimento neste processo, a Ecossistema diz o seguinte: “Em Fevereiro de 2007, em plena fase de avaliação do RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução) – procedimento que faz parte da Avaliação de Impacte Ambiental de projectos, conforme o Decreto-Lei nº 69/2000, republicado pelo Decreto-Lei nº 197/2005 – a Ecossistema preparou para informação da dona da obra, a EDP, uma consulta, e não um concurso formal, a três empresas de arqueologia para apresentação de condições (nomeadamente prazos e preços) para a execução de sondagens arqueológicas e de levantamentos arquitectónicos dirigidos aos elementos patrimoniais identificados nos trabalhos realizados no EIA e no RECAPE do Baixo Sabor”. Ainda de acordo com a mesma informação, o propósito desses trabalhos era o de “permitir ter dados substantivos para discutir a oportunidade e a viabilidade da realização desde logo desses trabalhos”.
As três empresas consultadas apresentaram as suas propostas, mas, como acrescenta a Ecossistema, “no decurso da avaliação então a decorrer, acabou a EDP, de acordo com as entidades de tutela do património cultural, nomeadamente como resultado de uma reunião entre estas entidades organizada pela Agência Portuguesa do Ambiente, em Março de 2007, por entender promover os referidos trabalhos na chamada “fase de obra”, ou seja, durante os vários anos que demorará a construção da barragem, integrados com vários outros trabalhos de intervenção patrimonial igualmente definidos no RECAPE ou exigidos pela Comissão de Avaliação. Por essa razão, não teve essa consulta qualquer sequência”.
O principal levantamento dos bens patrimoniais existentes na zona que irá ser submersa tinha sido feito em 2005 pela ERA Arqueologia, uma das empresas que respondeu à consulta da EDP promovida através da Ecossistema (esta firma foi apenas intermediária no processo). Mas já depois desse estudo foi revelada a existência de gravuras rupestres que ainda não eram conhecidas. Público

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Autarcas levam Estado a tribunal

As autarquias estão a intentar acções em tribunal contra o Estado por incumprimento de contratos assinados com o Governo. A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), liderada por Fernando Ruas, tem conhecimento de casos concretos nas câmaras de Vila Nova de Poiares e Carrazeda de Ansiães. Castelo de Paiva prepara-se para avançar para a via judicial. Mas o presidente da ANMP acredita que "haverá muitas mais". Correio da Manhã

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura

E depois do Festival de Música medieval?


CAMÕES E A TENÇA

Irás ao paço. Irás pedir que a tença
seja paga na data combinada
Este país te mata lentamente
País que tu chamaste e não responde
País que tu nomeias e não nasce

Em tua perdição se conjuraram
calúnias desamor inveja ardente
e sempre os inimigos sobejaram
a quem ousou seu ser inteiramente

E aqueles que invocaste não te viram
porque estavam curvados e dobrados
pela paciência cuja mão de cinza
tinha apagado os olhos no seu rosto

Irás ao paço irás pacientemente
pois não te pedem canto mas paciência

Este país te mata lentamente

(Sophia de Mello Breyner Andresen)


Um dia, quando falava com o ex-futuro presidente da Câmara de Carrazeda, João Lopes de Matos, percebi (até porque ele já o havia escrito) que uma de suas medidas consensuais na Chefia virtual da edilidade seria pôr termo ao Festival de Música medieval, uma vez que o povo o tinha abandonado há muito… Fiquei surpreendido porque mesmo quando o redigiu, no sentido de apurar da relação custos/benefícios para a população, tirava uma conclusão óbvia, não necessitando de realizar uma de suas projecções para o futuro do Desert(ificand)o. Mas


ainda focava na Câmara e para mim talvez se devesse direccionar as luzes para a outra metade da Organização. Assim, perguntar a Pedro Caldeira Cabral sobre o satisfatório (e não sobre a sua satisfação)… Se a realização do Festival não deveria ter objectivos mínimos: tanto no público, quanto na mudança de mentalidades. Se o amor dele pela Terra, também sua Senhora, não deveria ir além de uma espécie de tença anual tão pouco camoniana (tão longe da mísera cantada por Sophia, em Grades, 1970), acumulando para as Finanças o cachet de Organizador, Director Artístico de alguns grupos e de músico do seu próprio La Batalla, assaz omnipresente. Pergunto


se não seria mais útil, até pelos contactos que o concertista Caldeira Cabral possui, relevar mais ao interesse concelhio, em metamorfosear anualmente num festival diferente (Barroco, Romântico, Contemporâneo…) com outros organizadores, outros Directores Artísticos, outros músicos, para que o repertório se não esgotasse, levando o concelho a Outras Músicas. Mas todos eles, subordinados a objectivos mínimos: tanto no público, quanto na abertura de mentalidades. Para isso, no entanto,


teria de existir uma formação de públicos antecipada, para estar a escuta mais disponível. Como se não descobriu ainda tal vontade,


provavelmente, seria melhor abandonar todos os projectos 'estranhos' (os de música erudita) e cultivar o concelho por um gosto mais próximo do dos cidadãos. Neste contexto, avanço outra proposta alternativa, dentro dos espectáculos a que este ano assisti, apostando na qualidade da seguinte bolsa de novos valores nacionais, reduzindo imenso os custos. Tal proposta acrescentaria também o facto de ser Carrazeda a ajudar a revelá-los (e não o inverso, com meia dúzia de referências nos jornais):


Deolinda (Novo Fado); Mandrágora e Diabo a Se7e (World Music); Tiago Guillul, Clube dos Nadadores de Inverno e João Peludo e a Orquestra Sonâmbula (Pop/Rock). Meros bons exemplos


e não só da Música. Concluí estas semana, como formando, um Curso de Cultura e Pensamento Contemporâneo com Gonçalo M. Tavares e calhou de falarmos, a propósito do Corpo Dilacerado, de Leonor Keil. Ele falava nessa dançarina da companhia de Paulo Ribeiro, de um nível tão alto quanto Pina Bausch. Eu falei que a vi na Serralves, 40 horas Non Stop, fazendo sozinha todas as personagens de Noite de Reis de W. Shakespeare, e não vi apenas uma dançarina, mas uma actriz, uma cantora, sei lá. Eu sei, seccionando o corpo, respondeu-me o Gonçalo, os braços tristes, a cara alegre. Completamente em peças de um puzzle! Alguém as junte…


Vitorino Almeida Ventura


Post Scriptum: Mas estará mesmo Pedro Caldeira Cabral disposto ao próprio 'sacrifício'? Admiro muito as suas colaborações dentro da música popular e a sua obra, sobretudo, em La Batalla, como a pictórica das Escolhidas de sua esposa Graça Morais, mas além de um ou outro espectáculo e exposição efémeros, aquém dos painéis de azulejos na Biblioteca, o que dela ficou por Carrazeda? Para mim, a culpa está de não haver uma política de intervenção: cultural, pedagógica, cívica, repito — não contribuindo para a formação de públicos, melhorando o concelho, através de Cursos, Círculos de Estudos, Workshops… dirigidos a professores e alunos e outros interessados, muito antes dos espectáculos, já que a Organização do Festival, em meu entender, a isso obrigaria (ou mesmo responsabilizaria a). Assim,


tenho por mais essencial o labor de Cristiano (de cujo «currículo» faz parte, felizmente, o ser irmão de Graça Morais…), nos deixando uma Monografia, indo pelas aldeias para as deixar escritas. Dir-me-ão que fazia parte do trabalho e que foi pago a peso de ouro, mas que deixou uma marca bem maior ao concelho, na (transmissão da) cultura,


isso também (me) fica claro.

Câmara de Carrazeda de Ansiães penalizada pelo governo

A Câmara de Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, vai ter a dedução do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) suspensa por não ter cumprido o esforço mínimo na redução de endividamento. É uma das trinta autarquias que o governo decidiu penalizar, e a única nessa situação em Trás-os-Montes.

Ao todo são 59, os municípios no país que em 2007 excederam os limites de endividamento. O governo pretendia uma redução de 10% nas dívidas municipais nos concelhos com excesso de gastos.
Carrazeda de Ansiães é reincidente, pois já relativamente às contas de 2006, tinha sido penalizada. Eugénio de Castro, o autarca local, justifica a situação com o incumprimento do governo no pagamento de contratos-programa de empreitadas realizadas no concelho.
O autarca admite que a não dedução do FEF tem um peso significativo para o funcionamento das finanças municipais, mas garante que vai manter a execução das obras no concelho.
O governo notificou as câmaras no sentido de confirmarem ou corrigirem os dados apurados, para que em Setembro haja uma decisão sobre os municípios que vão ser penalizados no FEF de 2008. RBA

Feira da Maçã, do Vinho e do Azeite reduzida a três dias

Este ano a feira da Maçã, do Vinho e do Azeite, de Carrazeda de Ansiães vai ter menos um dia de exposição. A feira, que decorre de 29 a 31 de Agosto, tem esta pequena alteração, que segundo o presidente da Câmara de Carrazeda, Eugénio Castro, não passa, no entanto, de uma experiência na procura de fixar o calendário mais apropriado e equilibrado para a feira.A maçã, o vinho e o azeite são, segundo o autarca, os grandes suportes da economia local, e por isso motivam a realização da feira. Mas para além destes três produtos, vai haver também a presença de artesanato e gastronomia da região.
O autarca de Carrazeda espera que, entre os expositores, estejam presentes "algumas largas dezenas de agricultores" e refere que o orçamento deste ano é mais baixo, o que se pode explicar por haver menos um dia de feira, o que representa uma grande redução de custos.
Eugénio Castro não espera muito mais desta décima terceira edição da Feira da Maçã, do Vinho e do Azeite, senão manter o mesmo nível dos anos anteriores. RBA

Tribunal anulou eleições na Cooperativa Agrícola

O tribunal de Carrazeda de Ansiães anulou as eleições para os órgãos sociais da Cooperativa Agrícola, realizadas em 9 de Março de 2007. Declarou também nulos todos os actos praticados desde então. A direcção vai recorrer.
A acção judicial foi interposta pelo cooperante Sérgio de Castro, que considerou o acto eleitoral “ilegal”. Alega que, uma vez que os órgãos sociais tinham tido uma baixa, pela morte de um dos membros, “a Assembleia-geral deveria ter reunido para destituir os órgãos eleitos em 2005”. Segundo diz, “isso não foi feito” e como tal avançou para o tribunal.
Ele próprio era candidato às novas eleições, mas desistiu mal se apercebeu que o acto seria “ilegal”. Explica que avisou “verbalmente e por escrito” o então presidente da direcção, João Rodrigues – que viria a recandidatar-se e ganhar. Mas, acrescenta, “não quiseram saber”, pelo que fez queixa no Ministério Público.
Mais de um ano depois, o Tribunal de Carrazeda de Ansiães deu razão ao queixoso declarando “nula a deliberação da Cooperativa Agrícola de Carrazeda de Ansiães, de 9 de Março de 2007, em que designou os órgãos sociais”. E deliberou serem igualmente “nulos todos os actos praticados por estes, com salvaguarda do previsto no artigo 291.º do Código Civil”.
Na reacção à sentença, o presidente da direcção eleita em Março do ano passado, João Rodrigues, foi peremptório: “Não tenho nada a comentar a esse respeito. São decisões judiciais e nós vamos recorrer”. Explicou, no entanto, que “não está agarrado àquilo (leia-se presidência da cooperativa)” e que se não visse a instituição a necessitar de “muita atenção”, já “tinha dado oportunidade para que se convocassem novas eleições e o problema já estava resolvido. Demitia-se tudo, convocavam-se novas eleições e acabava-se a história”.
Sérgio de Castro estima que o recurso arraste a situação mais uns meses mas acredita que as instâncias judiciais superiores “vão manter a decisão”. Quando forem marcadas novas eleições, este cooperante garante que será candidato.
Eduardo Pinto/JN/Rádio Ansiães

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Câmaras de Trás-os-Montes acusam Governo de atraso no pagamento de contratos-programa

Os autarcas transmontanos de Carrazeda de Ansiães e Mondim de Basto justificam o excesso de endividamento das suas autarquias com "obras concretizadas" e "atrasos" do Governo no pagamento dos contratos-programa.
O despacho conjunto da Presidência do Conselho de Ministros e do Ministério das Finanças a que a Lusa teve acesso confirmou a dedução de 10% das transferências do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) a apenas sete municípios por excesso de endividamento, uma redução de 12 concelhos em relação à anterior avaliação.
Em Trás-os-Montes e Alto Douro, os municípios de Carrazeda de Ansiães e Mondim de Basto mantiveram o excesso de endividamento, pelo que serão mantidas as deduções mensais de 10% do FEF. (...)

O apuramento do endividamento líquido municipal relativo a 2007 indicou ainda que Carrazeda de Ansiães foi o município que teve uma maior variação do excesso de endividamento líquido (375,5%).
Eugénio de Castro, presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, reconheceu que a situação financeira da autarquia se mantém, mas disse esperar que, "se tudo correr bem", tudo fique regularizado até ao final do ano".
O autarca explicou que a câmara foi confrontada com um problema decorrente da construção do centro cultural, num investimento de três milhões de euros, em que, devido a um litígio com o empreiteiro foi obrigada a repor a verba da obra. Ou seja, segundo explicou, a autarquia teve "que repor o financiamento comunitário correspondente a esta obra, mas, para não perder esse mesmo investimento, gastou valor idêntico em outras obras no concelho".
"Foi um esforço financeiro muito grande por parte do município", salientou o autarca. Diário Económico

Excesso de endividamento do município de Carrazeda de Ansiães

Segundo o despacho, a que a agência Lusa teve acesso, os municípios de Carrazeda de Ansiães, Fornos de Algodres, Mangualde, Mondim de Basto, Santa Comba Dão, São Pedro Sul e Vouzela mantiveram o excesso de endividamento e consequentemente serão mantidas as deduções mensais de 10 por cento do Fundo de Equilíbrio Financeiro. O apuramento do endividamento líquido municipal relativo ao ano passado concluiu ainda que os municípios de Ansião, Lourinhã e Ourique reduziram entre 10 a 20 por cento o endividamento permitido.

Carrazeda de Ansiães foi o município cuja variação do excesso de endividamento líquido registou maior percentagem (375,5 por cento), enquanto que no médio e longo prazo foi Santa Comba Dão com 35 pontos percentuais de aumento do endividamento. TSF

domingo, 10 de agosto de 2008

Incêndio em Campelos, Carrazeda de Ansiães

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) precisa que o incêndio de Campelos, em Carrazeda de Ansiães, distrito de Bragança, começou às 15h57, encontrando-se com "duas frentes activas". O fogo está a ser combatido por 25 bombeiros, apoiados por cinco veículos, dois helicópteros e um helibombardeiro pesado "Kamov". Expresso

sábado, 9 de agosto de 2008

FARPA 2008 - Pombal de Ansiães

09 de Agosto - Sabado
Teatro - Pombal - TEPO - A Princesa e o Sal


Era uma vez um rei que tinha três filhas. Um dia resolveu perguntar-lhes, a cada uma delas por sua vez, qual era a mais sua amiga. As duas mais velhas disseram algo que agradou ao Rei mas a mais nova não se lembrando de mais nada disse-lhe:Quero-lhe tanto, como a comida quer o sal. O rei entendeu por isto que a filha mais nova o não amava tanto como as outras, e pô-la fora do palácio. Ela foi muito triste por esse mundo, e chegou ao palácio de um rei, e aí se ofereceu para ser cozinheira.Um dia, o rei, ao partir um bolo achou dentro um anel muito pequeno, e de grande preço. O príncipe mais novo que costumava espreitar a princesa, engendrou uma estratégia para mostrar a toda a gente o segredo da cozinheira. O príncipe mais velho, quando a viu vestida com trajos de princesa, declarou a sua paixão e pediu ao rei para casar com ela. O Rei consentiu e a Cozinheira aceitou mas com a condição de ser ela a cozinhar pela sua mão o jantar do dia da boda. Para a festa de noivado convidou-se o rei que tinha três filhas e Princesa banida, pensou numa forma de provar ao pai o quanto estava enganado.
Criação colectiva a partir do contoA Comida e o Sal” de Teófilo Braga
Escrita Teatral, Espaço Cénico e Encenação: Acácio Pradinhos
Oficina de Cenografia e Adereços: InterActividade Produções
Figurinos: Hermínia Pinto
Manipulação de Luz e Som: Eduardo Teixeira
Elenco: António Baltazar, Alberto Calçada, Carlos Manuel Almeida, Chantal Félix Fernanda Cardoso, José Carlos, Luís Matos, Luísa Brás, Laura Almeida, Noémia Almeida, Victor Fernandes
Uma Produção: InterActividade Produções
ARCPA - Associação Recreativa e Cultural de Pombal de Ansiães
Antero

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

FARPA 2008 - Pombal de Ansiães

08 de Agosto - Sexta Feira
Musica - Águeda - Orquestra Típica de Águeda, Na Rota dos Ventos
Divagamos ao sabor dos ventos e ouvimos Rusgas e viras nas Nortadas, o trinar das cordas dos bandolins no balanço do vento do mar, a nostalgia e é no vento levante e romarias no vento Suão. Desta divagação surge “ Na rota dos Ventos”, espectáculo levado a palco por esta Orquestra.

Musica - Espinho - DJ Jota, Disca-Riscos

A sua sonoridade é jazzistica apostando na vertente electrónica. Os seus sets são ecléticos, energéticos e divertidos passando Funk, Hip-Hop, Drum and Bass, Elektro, Breakbeat, sem nunca esquecer o scratch aliado a todos estes estilos musicais.

Festa do Emigrante em Macedo até Domingo

Começou ontem, em Macedo de Cavaleiros, a quarta edição da Festa do Emigrante. Há quatro anos que a Associação Comercial e Industrial oferece aos emigrantes da região quatro dias de música nacional, encontros tunning, passeios de clássicos e provas de perícia. A entrada continua a custar apenas um euro. António Cunha, presidente da Associação Comercial, gostava que, no próximo ano, a festa tivesse mais apoio a autarquia, transformando o evento nas "festas da cidade". Pelo palco do Parque Municipal de Exposições de Macedo passam, até domingo, artistas como: Dança Brasil, Vamp, Rui Alves, Maria Lisboa, Michaela e Luís Manuel. CIR/Eduardo Pinto/Rádio Ansiães

Dia da juventude assinalado com DJ na piscina

A Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães comemora na próxima terça-feira o Dia Internacional da Juventude. Este ano não há concerto no parque do Pinoco da Fontelonga, mas, em troca, a autarquia promove uma tarde dançante na piscina municipal descoberta. O DJ Vasco Campos é o convidado, a partir das 17.00 horas, para dar música aos banhistas. No dia 12 de Agosto a entrada nas piscinas também é grátis para todos os que tenham menos de 35 anos. Rádio Ansiães/Eduardo Pinto

Feira da Maçã, Vinho e Azeite de 29 a 31 de Agosto

A Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães divulgou hoje o cartaz da XIII edição da Feira da Maçã, Vinho e Azeite. O certame tem uma duração de apenas três dias. Começa na sexta-feira, dia 29 de Agosto e termina no Domingo, dia 31, feriado municipal. Os destaques vão para a tenda que privilegia os produtos que dão o nome ao evento, mas também o artesanato e o comércio da terra. Este ano apenas há um espectáculo musical por noite. Na sexta-feira actuam os Blasted Mechanism; no sábado, os Anjos; e no Domingo, Jorge Ferreira. O espaço reservado para as tasquinhas também vai ser animado todos os dias por grupos de cantares. Refira-se ainda que, no Domingo, haverá a habitual procissão com os padroeiros do concelho. Rádio Ansiães/Eduardo Pinto