quinta-feira, 2 de julho de 2009

PSD promete mudar carreira e avaliação dos professores

A presidente do PSD prometeu hoje mudar os estatutos do aluno e da carreira docente, o sistema de avaliação dos professores e aliviar a carga burocrática a que estão sujeitos, caso vença as eleições legislativas.
Esses quatro compromissos farão parte do programa eleitoral social-democrata, anunciou Manuela Ferreira Leite em declarações aos jornalistas, em Lisboa, a meio de uma reunião sobre educação enquadrada no Fórum Portugal de Verdade do PSD.
"No nosso programa não poderemos deixar de contemplar a alteração destes quatro aspectos que estão a paralisar o sistema, estão a torná-lo inviável, desmotivador da acção dos professores", declarou
. Expresso

4 comentários:

  1. As políticas do actual Governo Socialista na Educação são desmotivadoras para educadores e educandos,demasiado complexas para serem aplicadas, em vez de promoverem a coesão de grupo, divide-o criando um ambiente de desconfiança, competitivo no sentido negativo. A elevada carga horária tanto de alunos como de professores diminuem a rentabilidade de ambos. em alguns países Europeus o ensino é totalmente gratuito, ex (livros, cadernos e outros). Este sistema de avaliação faz com que haja professores de primeira e de segunda. Na Filandia não existem turmas com mais de 12 alunos. Nós por cá chegamos a ter mais de 30!!!!! e ainda por cima com milhares de professores desempregados!!...

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  2. O que quer dizer com isso?
    De todo o modo só se lê nas entrelinhas!
    Explique-se bem e diga se é professor(a)!

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  3. Referiu, a Dr.ª Manuela Ferreira Leite (MFL), há dias, através da comunicação social que, a nível da educação, é necessário que se façam mudanças no âmbito do:

    1 - Estatuto da Carreira Docente;
    2 - Estatuto do aluno;
    3 - Avaliação dos professores;
    4 - Desburocratizar.

    Também comungo dessa necessidade. Para confusão e instabilidade desta classe profissional, já basta! Precisamos de um clima/ambiente que volte às Escolas e possa trazer outra dimensão cultural e profissional que transporte no seu âmago o gosto e o prazer no trabalho educativo de toda a comunidade educativa.

    A reforma que este Governo tentou fazer a nível da educação, infelizmente, não passou das suas intenções. Não sei de que lhe serviu a maioria parlamentar nesta legislatura. Teve todas as condições para implementar a dita reforma, se a soubesse implementar. Na minha modesta maneira de ver, poderia ter começado por uma arquitectura pedagógica que lhe permitisse testá-la. Corrigi-la, onde fosse necessário. Reajustá-la, face às circunstâncias detectadas e, mais tarde, quando chegasse o tempo ideal, consubstanciá-la nos devidos espaços educativos: a ESCOLA. Porém, a pretender fazê-la, a meu ver, nunca contra os actores educativos, os professores, que a vão operacionalizar no campo educacional.

    Entretanto, voltando aos princípios, acima referidos por MFL, segundo a minha opinião, as mudanças a prosseguir, elas devem assentar, obrigatoriamente, nos seguintes pressupostos educativos:

    i) Eliminar a divisão da carreira docente nas categorias de professor titular e professor;
    ii) Não hierarquizar os professores;
    iii) Avaliar sim; mas com competência académica, justiça e equidade;
    iv) Desburocratizar e simplificar a organização técnico-pedagógica do sistema educativo;
    v) Corrigir o estatuto do aluno e torná-lo mais operacional, eliminando as suas incongruências;
    vi) Não paralisar o sistema educativo vigente, antes pelo contrário, melhorá-lo em todos os campos educacionais.

    Neste caso, a ser introduzidas estas medidas científico e técnico-pedagógicas consubstanciadas em termos legislativos, por quem de direito, salvo o devido respeito, penso estarem criadas as condições indispensáveis para se poder trabalhar e tornar o próximo ano lectivo que se avizinha e seguintes, mais profícuos nas suas mais diversas variáveis educacionais.

    Carrazedense

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  4. Não espere facilidades amigo(a) profesor(a)!
    Espere para ver!

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