A maior parte das obras públicas em Portugal termina com derrapagem financeira e, segundo um estudo que analisou 73 empreitadas (realizadas entre 1985 e 2004), o custo final atinge geralmente o dobro do preço inicialmente previsto. O novo Código dos Contratos Públicos (CCP) deveria pôr cobro a esta situação, mas os agentes do sector estão pessimistas e não acreditam nas virtualidades do novo enquadramento legislativo. JN
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