As câmaras servidas pela via-férrea do Douro pretendem a reactivação da ligação a Espanha e a requalificação da linha entre Marco de Canaveses e Barca de Alva.domingo, 15 de julho de 2007
Autarcas do Douro querem linha férrea para Espanha
As câmaras servidas pela via-férrea do Douro pretendem a reactivação da ligação a Espanha e a requalificação da linha entre Marco de Canaveses e Barca de Alva.José Saramago defende que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha
O prémio Nobel português José Saramago defende, numa entrevista publicada hoje no "Diário de Notícias", que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha e integrar um país que passaria a chamar-se Ibéria para não ofender "os brios" dos portugueses. Públicosábado, 14 de julho de 2007
Feira TerraFlor - Vila Flor
21.30 horas - Animação do recinto da feira com a Companhia de Teatro Filandorra
VI Festival de Música Medieval
Sinalização com ordem para avançar
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Feira TerraFlor - Vila Flor
22.30 horas - Espectáculo musical com Fernando Pereira
Daqui e dali... Zaratustra
"O vereador da Câmara de Setúbal foi condenado a três anos de prisão, suspensa por dois anos, devido a um acidente de trabalho que causou a morte a um trabalhador da Portucel, em Novembro de 2000.
Na altura dos acontecimentos, Paulo Valdez era director dos Serviços de Apoio da Portucel, que integrava o departamento de segurança. O trabalhador morreu na sequência de um atropelamento provocado por um empilhador.O autarca foi condenado pelo não cumprimento das normas de segurança, mas assegurou que já interpôs recurso."
in Correio da Manhã, 28/06/2007
Ficção:
"O Ministério Público, está a investigar a morte de Paulo Peão na sequência de um atropelamento que ocorreu entre as localidades de Cara Azeda e Fonteperto.
Paulo Peão, de 13 anos de idade, caminhava na estrada e junto ao lancil do passeio que nunca fora construído, quando foi colhido por uma carrinha de transporte de gado. O motorista, Joaquim Sincero, disse à Bola de Cristal que não se conseguiu desviar porque nesse preciso momento estava cruzar por outra viatura que vinha de frente.
Gabriel Amizade, amigo de Paulo Peão, referiu o seguinte: "Não consigo dormir desde que o Paulo foi atropelado. E não tenho vontade de ir à piscina. Costumávamos ir à piscina a pé. Nas férias de Verão todos os dias fazíamos isso e às vezes íamos jogar ténis ou futebol. Ainda por cima já não tenho com que brincar. Cá no bairro só já há velhotes." Juliana Pedantes, habitante de Cara Azeda, diz que aquela via costuma ser usada por pessoas para prática de caminhadas e que já há muito tempo que deveriam ser criadas condições para lá circular em segurança.
Agosto Fastídio, líder da oposição do executivo camarário, diz ter pedido um estudo a um geógrafo para apresentar como promessa nas próximas eleições. "Pedi a um geógrafo que elaborasse um estudo sobre a criação de uma pista pedonal/ciclopista com um bebedouro e um abrigo no meio do percurso ".
Estudo tardio porque a vida de Paulo Peão, certamente iria fazer falta a uma terra com cada vez menos jovens."
in Bola de Cristal, 32/08/2007
Por ser um assunto demasiado sério, só pela sátira o consegui expressar.
Apelo aos pais para sensibilizarem os filhos dos riscos que correm naquela estrada.
Zaratustra
Grupo de Cantares de Carrazeda actua em Penamacor
Carrazeda de Ansiães lidera perda de população
As estimativas do Instituto Nacional de Estatística para o ano de 2004 continuam a colocar os distritos de Bragança e de Vila Real como perdedores de população residente.Linha do Tua: Remoção da carruagem começa segunda-feira
«Os trabalhos para o desmantelamento e remoção da carruagem do metro de Mirandela envolvida no acidente de Fevereiro na linha do Tua, de que resultaram três mortos, começam segunda-feira. (...)José Silvano disse que ainda não está definida a data para a reabertura contínua o troço onde ocorreu o descarrilamento que matou dois funcionários do metro de Mirandela e um da CP. (...)
Depois do acidente de Fevereiro, as carruagens do metro de Mirandela, que fazem as viagens para a CP, circulam apenas entre Mirandela e a estação da Brunheda.
O restante percurso até ao Tua, onde é feita a ligação à linha do Douro, é efectuado por um táxi ao serviço da CP.
De acordo com as conclusões de dois inquéritos ao acidente, o descarrilamento da carruagem, que arrastou cinco pessoas por uma ravina em direcção ao rio, foi causado pelo desabamento de pedras. (...)» Diário Digital / Lusa
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Linhas do Sabor e do Tua podem ser transformadas em percursos turísticos
«Os autarcas dos concelhos servidos pelas antigas linhas do Sabor e do Tua, no Nordeste Transmontano, e a Refer começam amanhã a debater em Mirandela a possibilidade de as transformar em percursos turísticos a pé, a cavalo ou de bicicleta.Segundo o presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano, a ideia é fazer um estudo do aproveitamento dos troços desactivados há quase 20 anos para um eventual projecto a apresentar ao próximo quadro comunitário de apoio (QREN). Em discussão estará a possibilidade de transformar estes troços em ecopistas, à semelhança do que já fez o município de Torre de Moncorvo com parte da linha do Sabor. Percursos equestres, pedestres ou de bicicleta poderão ser as propostas para os adeptos do turismo de natureza, a aposta desta região, conjugadas com o serviço de caminho de ferro que ainda existe, nomeadamente na linha do Douro e parte do Tua. Público
Feira TerraFlor - Vila Flor
18.00 horas - Inauguração da Feira TerraFlor
21.00 horas - Animação do recinto da Feira com Palhaços e Malabaristas
22.30 horas - Espectáculo musical com Quim Barreiros
Sem comentários!
Daqui e dali... Tiago Verde
Daí considerar que, qualquer empresa, só teria sucesso com gente que pensasse, discernisse e usasse o bom senso, quando tivesse que tomar decisões ou actuar nas suas funções.
Segundo o mesmo Presidente de Administração, poderia haver uma quantidade infindável de leis, regulamentos, organogramas, hierarquias e tudo o mais que é indispensável a uma organização, mas tudo aquilo não teria qualquer efeito prático se quem decidisse ou actuasse não ponderasse qual seria a melhor solução para este ou aquele caso – isto é, em síntese, usasse e abusasse do BOM SENSO.
Daí ser aquele jantar o reconhecimento da Administração para quem punha ao serviço das suas funções aquelas qualidades, criando, com isso, um bom ambiente de trabalho, alta produtividade e principalmente a manutenção do bom-nome da Companhia com os clientes – razão única da sua existência.
Tratava-se de facto de uma empresa privada, mas se, com os devidos cuidados, extrapolarmos para as hoje “empresas públicas” que são todas as Repartições Públicas incluindo aquelas com que mais lidamos no nosso dia-a-dia ou sejam as Autarquias Locais, teremos necessariamente que reflectir e interrogarmo-nos se, efectivamente, aquilo que é apanágio numa empresa privada tem qualquer analogia com uma pública.
Será que a maioria dos funcionários que desempenham as suas funções “perde tempo” a pensar, discernir e a usar o bom senso para a resolução fácil, atempada e simples das inúmeras questões postas ou aos pedidos da prestação de um serviço, pelos cidadãos contribuintes – afinal a principal razão da sua existência como tais?
Pelo contrário, salvo honrosas excepções que importa referir e há algumas, refugiam-se no estatuto duma carreira ou de funções que pomposamente exercem, agigantam-se, geram conflitos internos e externos, encenam cenas de evidente prepotência, arrogância e de humilhação com os seus interlocutores, tentando com isso, muitas vezes, encobrir a sua mal formação, a falta de carácter e dos conhecimentos mínimos necessários às funções que exercem, pondo a descoberto a falta das mais elementares regras de boa educação e de vivência humana.
Se numa empresa privada tal acontecesse, facilmente se adivinharia qual seria o fim de um colaborador que pusesse em causa o bom-nome da mesma mas, infelizmente, nas nossas “empresas públicas”, alguns “colaboradores” fazem-no todo o dia, com a passividade, impunidade e o beneplácito de quem tem a obrigação de zelar por um melhor, célere e competente serviço público, esquecendo, afinal, que a única razão da sua existência naquelas funções é servir todos os cidadãos com igualdade, lisura e comportamentos adequados, procurando a mínima satisfação de todos nós mortais pagantes, mas que tivemos a ousadia de os “incomodar” .
Porque será que também nestas situações, por quem tem a responsabilidade pela orgânica institucional, não impera a obrigação de pensar, discernir e utilizar o BOM SENSO, para pôr cobro a isso, em nome do “bom-nome”?
Vai-se lá saber porquê, ou melhor, para quem pensa e discirna, há muito que entende.
Tiago Verde
O Douro a três dimensões na Internet
Saneamento é atrasado três anos por burocracia
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Outros olhares... Roberto Moreno Tamurejo
Me he encajado en la vida de Carrazeda de Ansiães, una de tantas vidas paralelas que existen en el mundo. La vila de Carrazeda tiene sus personajes, su rutina, en fin, unas características que la diferencian de las demás. Ya tengo experiencia en adaptarme a vidas paralelas, por eso, no fue difícil hacer mi vida con normalidad.
Todos lo inicios son complicados, había un nuevo habitante en el pueblo, pero aún no era Carrazedense, era yo. Sólo los bichos raros consiguen adaptarse sin necesidad de conocer a nadie, necesitaba compañía. Un “romance” sin personajes es aburrido, como me sentía cuando estaba sólo.
Muchos conocidos curiosos se asomaron a mi vida, pero sólo me quedé con aquellos que me sacaban de mi soledad y de mi rutina. El roce, hace el cariño.
He regresado a mi vida real, aquella que para vosotros es paralela y no conocéis en persona, pero conocéis a una pequeña representación, a mí.
Voy acumulando vidas paralelas, para conocer en primera persona otra realidad que sólo aparece en el mapa. Soy caminante y embajador de culturas, por eso empecemos por ser patriota en nuestra tierra y tornemos el mundo más pequeño.
Roberto Moreno Tamurejo
Dez novos hotéis duplicam camas disponíveis até 2008
Dez novas unidades hoteleiras deverão nascer na região do Douro no decorrer dos próximos dois anos, num investimento total que ronda os 135 milhões de euros, aumentando a oferta actual de camas em mais mil unidades. Nove dos projectos são investimentos privados ao abrigo do Plano Integrado Estruturante de Base Regional do Douro (PITER-Douro) e têm uma comparticipação comunitária de 60 milhões de euros. Deverão estar concluídos até finais de Junho de 2008.Pousada de luxo na antiga estação da CP
Túnel do Marão vai custar mais de 325 milhões de euros
Cinco consórcios de empresas concorreram ao concurso público de concessão do túnel do Marão, que vai fazer a ligação entre Amarante e Vila Real, na continuação da A4.As 14 propostas feitas pelos vários concorrentes, foram abertas no passado dia 6 e situam-se entre os 325 e os 375 milhões de euros. O concurso diz respeito à concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, exploração e conservação do lanço de auto-estrada entre Amarante e Vila Real, que vai ter portagem, numa extensão de 30 km. A adjudicação da obra está prevista para o primeiro trimestre de 2008. Brigantia
Alijó - A4 - IC5
terça-feira, 10 de julho de 2007
Daqui e dali... João Lopes de Matos
Mais uma vez vou tentar dizer o indizível. Se, por exemplo, o padre Manuel Bernardes o disse, porque não hei-de eu tentar dizê-lo?
Auto-estrada transmontana vai ocupar 82% do traçado do IP4
4 mil litros de óleos reciclados
Daqui e dali... Rui Guerra
Podem chamar-me bairrista, regionalista ou nordestino fundamentalista, mas já estou cansado de constatar que a possível realidade prevista em antevisão há mais de 12 ano por um meu amigo editorialista do Terra Quente, é afinal uma confirmação permanente e em crescendo. As cidades médias, sitas ao longo do eixo viário do IP4 (futura A4) têm já um nível de desenvolvimento razoável e com alguma capacidade atractiva sobre determinada população da região (e não só). Os investimentos ao longo desse eixo, continuam a merecer mais atenção e prioridade para a classe politica nacional. Aqui os representantes parlamentares da região, aplaudem (o possivel arranque da A4), (veja-se noticia do blog). Já agora, quando porventura algum serviço público ficar no distrito por "generosidade" dos politicos, que tal admitir ao menos a hipótese de um ou outro não ter que ficar em Mirandela, Macedo ou Bragança? Que tal descentralização também para o distrito? Outras terras há no Nordeste Transmontano que ainda fazem parte integrante deste nosso Portugal. Ou será que não? Sei que nem sempre será possível, mas quando for porque não?
Chefes que não avaliem funcionários cessam comissão de serviço
«Os dirigentes intermédios que forem considerados responsáveis pelo não-funcionamento do sistema de avaliação dos funcionários públicos nos seus departamentos terão como penalização a cessação imediata da sua comissão de serviço.Esta é uma das novidades daquela que poderá ser a última proposta para o sistema de avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP) entregue pelo Governo aos sindicatos.» Público
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Outros olhares... Roberto Moreno Tamurejo
Embora pareça ridículo, os espanhóis acham pequenos os copos portugueses, mas eu vou explicar o motivo...
Um espanhol de Pueblonuevo (a minha vila) vem passar férias a Portugal e pede um “cubata” ou uma “cubalibre”... o empregado não percebe e fica com cara de interrogação, então o espanhol imita o sotaque português e diz assim: “¡Si hombre! Un whisky con cola”... ahhh!, já percebi, ¡vale hombre! O empregado pega num copo pequeno, enche-o quase de todo de álcool e depois acescenta uma pinga de cola. O espanhol, habituado a largos e compridos copos, e a misturar “pouco” whisky com muita cola, fica corado, e a seguir amarelo uma vez engolido o “chopito”...
O português que gosta de whisky não costuma misturá-lo com nada, pois tira o sabor. Talvez o espanhol não goste muito de whisky, só do “gustillo” que deixa quando é misturado!
Se o objectivo é ficar bêbado, o português está de parabéns, pois apanha uma borracheira económica, o que acaba por não interessar ao dono do bar. Enquanto o espanhol pode beber muitos copos e ficar na mesma, deixando um grande capital ao balcão.
Talvez seja este o motivo da aparição do “botellón”: O espanhol, farto de beber, gastar dinheiro e não tirar “lucro nenhum”, resolve por inventar o “botellón”, uma coisa tão simples como comprar umas garrafinhas de “algo”, cola de dois litros (claro!) e gelo, e misturá-lo tudo em grande copos.
Mas só os mais espertos conhecem a solução mais económica e saudável:
NÃO CONSUMIR ÁLCOOL OU CONSUMI-LO COM MODERAÇÃO!
Roberto Moreno Tamurejo
Está mal...
Depois de postes dobrados, lâmpadas partidas e contentores do lixo degradados, chegou a vez ás pobres e inofensivas árvores.
Que mal faria esta "jovem" árvore para ser dobrada ao ponto de partir? Quem ousaria pintar tal quadro para oferecer como forma de atracção a quem visite Carrazeda?
Pense, medite e analise a sua atitude. Para se redimir de tal, plante outra no seu lugar e só assim conseguirá viver em paz com a sua consciência.
Uma árvore um amigo! "SOS Natureza"
Carlos Fernandes
Ordenamento no Douro tempos de mudança
O título desta crónica foi tema de um seminário organizado recentemente em Sabrosa pela Estrutura de Missão do Douro e na qual participaram autarcas, vitivinicultores, dirigentes e técnicos da administração central e local, jornalistas, universitários e especialistas ou simples cidadãos interessados nesta problemática. (…)Reparação da linha do Tua não tem datas nem orçamento
«As potencialidades turisticas da linha do Tua estão subaproveitadas. domingo, 8 de julho de 2007
Sobre o Amor... João, Helder, Caracol, Vitorino, Zaratustra, Mcm, Alzira e mais alguém...
Hélder Rodrigues disse...
Desculpe, mas o AMOR não se diz... DÁ-SE!
cumprimentos.
3 de Julho de 2007 23:25
Caracol disse...
Diz-se o amor durante séculos de literatura, porque havíamos agora de remeter-nos ao silêncio?
4 de Julho de 2007 9:58
João Lopes de Matos disse...
Prof. Helder: Obrigado pela participação.
"Dou-lhe" a resposta de Caracol.
4 de Julho de 2007 11:18
João Lopes de Matos disse...
O problema está, sobretudo, em saber o que o amor é, a que impulsos obedece (morais, religiosos, dons divinos, biológicos, humanistas) e gostava que me "dessem" a vossa opinião, que eu depois darei a minha. Por enquanto ponho mais perguntas que "dou" respostas.
4 de Julho de 2007 12:59
vitorino ventura disse...
Aos Amores!
Em primeiro lugar, caro João Lopes de Matos, acho que as melhores respostas são as suas perguntas...
Que melhor resposta encontrará de Amores do que as dúvidas, as constantes interrogações sobre de onde vem e para onde vai, em líbido, perante todas _ _ impossibilidades de verbalizar tão completamente os maiores sentimentos?
Vem-se... o amor. Caetano Veloso usa o reflexo e lembra que a palavra dá uma volta sobre si mesma.
Esses sentimentos sofrem depois todo um jogo de antinomias que Camões leu melhor do que ninguém, dada impossibilidade de racionalmente o entendermos.
A que causas frias obedece? Que suores quentes desperta? Não sei, mas o que é, em ilegibilidade, entre a causa e a consequência, faz-me mais camoniano ou, com Rui Reininho, leitor de uma lírica come on & Ana, do que de uma revista científica, já que a poesia mais nos aproxima da sua transcendência.
vitorino almeida ventura
4 de Julho de 2007 21:36
Zaratustra disse...
caro João Helder Caracol Vitorino,
O amor pode não implica necessariamente uma dualidade entre partes. Pelo contrário, o amor é quase sempre unidireccional.
Para mim, o amor, reside numa esperança insuportável de sentir e partilhar e fica-se apenas por um gesto muito longe da verdade.
e sabeis porquê?
porque o amar é uma estratégia para viver.
Talvez um dia postarei sobre isso.
Caro João, Sobre presente passado futuro, tenho uma opinião bastante diferente da sua. Ficará para uma próxima.
É um prazer tertuliar convosco.
4 de Julho de 2007 22:43
Hélder Rodrigues disse...
Tem razão "Caracol" quando afirma que o amor se diz durante séculos de literatura... porém, não se trata de definições (dizer não é necessariamente definir). Na verdade, O amor não é concreto, objecto,substantivo, mas sim um "estado de alma", um sentir, que o artista (escritor, pintor, músico...) procura, de algum modo, exprimir com a beleza, a harmonia, a "força" semântica que puder... Estou assim, de acordo com V.V., no que concerne ao "jogo de antinomias"... basta (re)v(l)er um dos célebres versos de índole petrarquista do nosso Camões: "amor é fogo que arde sem se ver..." e estou igualmente de acordo, pelos mesmos motivos, quanto à "impossibilidade de verbalizar" tal sentimento. Ora, em meu entender, o prezado dr. João L. Matos, o que nos mostra são meras definições "compartimentadas", contextualizadas de uma "coisa" que, por si só, não tem definição. Daí, o meu primeiro (inofensivo) comentário, que é, de resto, um verso (excluindo, naturalmente, o "desculpe, mas") de um poema que faz parte do meu livro de poesia "A Palavra na Boca". E só nesta perspectiva de DÁDIVA, no sentido poético (artístico) é que entendo o amor. Cordiais saudações.
Hélder
4 de Julho de 2007 23:30
Continuo com uma postura um tanto diferente: Claro que com qualquer tipo de amor uma pessoa vibra, escorrem-lhe as lágrimas, sorri-se, escreve, fala. Mas porquê as reacções? Que mal há em tentar compreendê-las? Não é isso uma atitude digna do homem: -tentar compreender-se? Conhece-te a ti mesmo - dizia Sócrates. Mais uma vez, obrigado a todos.
5 de Julho de 2007 12:47
5 de Julho de 2007 23:27
caracol disse...
Diz-se do indizível. Deixa-nos, como sempre, surpreendidos. Pelo inesperado do tema, pela provocação latente nas suas tão interessantes questões.
E quantos dias depois me atrevo a dizer algo mais? Será hoje? E porque me fico em tão grande bloqueio de palavras? Acabarei por dar razão aos que dizem do amor que se não diz?
Diz-se. Diz-se. Diz-se. Forcemos a protecção dos poetas e continuemos a dizê-lo, ainda que não tenhamos as palavras. Digamo-lo como quem o faz, digamos tudo, que de mais nada falamos toda a vida.
6 de Julho de 2007 23:05
Alzira disse...
AMOR: EXACTIDÃO ABSOLUTA QUE NOS CONDICIONA
Amor? Dizer o amor?
Tantas e tantas maneiras!
Falar, calar, olhar, sentir, rir, chorar…….
Amor? - Uma atitude!
Atitude? – Trono.
Trono? – Mundo.
Mundo? – Nós.
(AMOR AO MEU MARIDO)
ANTI ANTI-MOVIMENTO
Quando me progrido na aura do teu sentimento,
E desperto de cabelos entrelaçados, molhados com teu suor
Repito que ser tua, é a minha majestade.
E celebro-te!
Senhor!
Reino!
Detentor dos meus gemidos!
Nobreza perene insensatamente mergulhando
No mar do teu curso…
Anti anti-movimento entre um espaço que não deixamos existir…
Inscrição perpétua.
(AMOR AOS MEUS FILHOS)
PLENITUDE
A ti, Lara,
Feto, criança, mulher!
Espaço que nunca ninguém conseguirá preencher!
A ti Rui,
Feto, criança, homem!
Espaço que nunca ninguém conseguirá preencher!
AINDA A PLENITUDE
A minha dividiu-se
E de mim, sairam
Aqueles que eu amo
Que me Preenchem e me Completam
Mesmo eu sabendo que cada um é ele próprio…
AINDA MAIS A PLENITUDE
Nascemos!!
De tão desejados que fomos, aparecemos no Mundo
para mudar o Mundo… , …
Perto de nós, todas as flores se escondem!!
O sol dar-nos-á chama em todos os caminhos que
idearmos!!
(AMOR PERDIDO)
QUESTÃO
O fardo de me quedar a deixar-me a ti
Que me recheaste inteira os espaços
Extinguiu todas as minhas forças
E fez-me sentir escrava do mundo que descobri.
Que amor é este,
Que de tão forte
Me fez cair?
(AMOR UNIVERSAL)
METADES
Sou metade do que sinto
Metade do que dou
Metade do que eu me sinto eu te dou…
Escrevo a minha metade
E espero a outra
(AMOR AOS IRMÃOS)
INTENÇÃO
Mano,
Vida,
Luz,
Brilho,
Atalho a cores…
Viagem. Opção.
Nuvem que desmaia a lua.
Dia.
Curva.
Volta ao mundo
(todo, o instante).
Ver. Rir.
Querer chorar, continuando a ser.
(AMOR À MÃE)
MÃOS DE MÃE
Os meus cabelos vivam mãos suaves:
- Dorme…Sonha
(Quando eu era criança…)
Ventre que me gerou
Olhos que me olharam
Nasci,
Para ser parte de ti…
Dia da Mãe em 1979
(AMOR AOS AMIGOS)
BEM-QUERER
Se me pedirem para sorrir,
Chorarei…
Não posso ser alheia à alegria de constatar que o
meu sorriso afortuna Alguém!
(AMOR DESAMOR)
ACASO
Já dissemos tantas vezes a palavra
Amor
Que ele consumiu-se, finalmente
Sim, porque todas as palavras se acabam
Morrem por não existir
E fica, assim, uma pessoa
Procurando nos ombros algum resto da palavra
Que por acaso
- Só por acaso -
Tivesse ficado esquecida…
(OU SIMPLESMENTE O QUE EU PENSAVA AOS 14 ANOS)
OMNIPOTENTE
Conhecer o amor
É não saber defini-lo.
Alzira Lima de Jesus Castro Pinto
7 de Julho de 2007 22:23
Estava eu entretido a fazer um comentário quando, dada a minha pouca habilidade, o texto desapareceu no computador.
7 de Julho de 2007 23:51
Ao ler Alzira Castro Pinto, senti afundar-me.
Senti que ainda há pessoas com uma sensibilidade
que fazem os outros descer à terra.
Senti que há muito a aprender,
Senti um exemplo.
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Eu não me digo...
mas acrescentei-me ao lê-la.
8 de Julho de 2007 11:12
sábado, 7 de julho de 2007
Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura
Que melhor resposta encontrará de Amores do que as dúvidas, as constantes interrogações sobre de onde vem e para onde vai, em líbido, perante todas _ _ impossibilidades de verbalizar tão completamente os maiores sentimentos?
Vem-se... o amor. Caetano Veloso usa o reflexo e lembra que a palavra dá uma volta sobre si mesma.
Esses sentimentos sofrem depois todo um jogo de antinomias que Camões leu melhor do que ninguém, dada impossibilidade de racionalmente o entendermos.
A que causas frias obedece? Que suores quentes desperta? Não sei, mas o que é, em ilegibilidade, entre a causa e a consequência, faz-me mais camoniano ou, com Rui Reininho, leitor de uma lírica come on & Ana, do que de uma revista científica, já que a poesia mais nos aproxima da sua transcendência.
vitorino almeida ventura
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Energia solar aquece piscinas municipais
Daqui e dali... João Lopes de Matos
É natural que já antes nos tivéssemos encontrado. Mas verdadeiramente foi há cerca de dois anos que nos conhecemos.
João Lopes de Matos
Activistas protestam contra barragem
«Um grupo de activistas do ambiente que pedala pela Península Ibérica chamando a atenção para questões ambientais incluiu, ontem, no percurso o Nordeste Transmontano para se manifestar contra a construção da barragem do Baixo Sabor. Cerca de 20 pessoas estão a fazer de bicicleta o percurso entre Barcelona e Aljezur. A localidade portuguesa deverá receber nas duas primeiras semanas de Agosto cerca de 500 ecologistas e activistas do ambiente de várias nacionalidades num acampamento que se faz há 17 anos em diferentes pontos da Europa. JNquinta-feira, 5 de julho de 2007
O Governo dos Ofendidinhos
«Já estou mesmo a imaginar os meus próximos pesadelos: - «Costuma criticar o ministro da Saúde?» – «Sim, faz parte das minhas obrigações como jornalista.» – «Então, está de castigo!»Da noite de fados...
Noite fria - mas mesmo assim as gentes de Carrazeda marcaram presença em grande número - na Noite de Fados, que teve lugar na Fonte das Sereias, no passado dia 30 de Junho.É bom que actividades como estas continuem com mais regularidade. O Povo de Carrazeda agradece o empenho e dedicação que a autarquia teve na realização deste Evento de carácter cultural. Continue assim, estamos no bom caminho.
Carlos Fernandes
Bebé nasce no IP 4
O primeiro ocorreu na aldeia de Abreiro. Valter Costa confessa que se sente muito emocionado e preocupado, já que se até ao momento os partos têm corrido bem, receia que se possam deparar com situações mais complicadas. “Temos um curso de Tripulantes de Ambulâncias de Socorro, dão-nos umas luzes de como se faz um parto, mas mais nada. Até agora tem corrido bem, mas nunca se sabe”, refere. Para já, a sorte tem sorrido aos novos residentes do concelho de Mirandela esta madrugada, mais uma criança nasceu nas estradas de Portugal, neste caso no IP4, a escassos minutos de Mirandela. Brigantia
Do vinho...
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Câmara de Carrazeda de Ansiães - pedido de demissão
Carrazeda criou associação URBEANSIÃES pra dinamizar comércio tradicional
Para isso, Câmara e Associação Comercial e Industrial locais uniram-se para criar uma Unidade de Acompanhamento do Comércio a que deram o nome de URBEANSIÃES.
A área de intervenção da nova associação contempla as ruas Luís de Camões e Marechal Gomes da Costa, mais as praças do Município e Lopo Vaz de Sampaio.
E os comerciantes têm de aderir para beneficiarem de vantagens que vão desde a formação a animação no tempo de Verão com, por exemplo, a iniciativa Comércio Vivo que vai levar à abertura do comércio à noite durante alguns dias do mês de Agosto.
A URBEANSIÃES é ainda uma forma de se obterem financiamentos para iniciativas de promoção do comércio que provêm em 75% do programa PRIME e os restantes 25% terão de ser arranjados pela URBEANSIÃES. "É óbvio que a associação vai ter dificuldades para obter esses 25 por cento, e está-se mesmo a ver para quem é que vai sobrar", prevê o presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, Eugénio de Castro, deixando no ar que terá de ser a autarquia a financiar a restante verba para as actividades da nova associação.
O autarca carrazedense considera ainda que esta será uma forma de "revitalizar a parte comercial que na sede do concelho está um pouco, para não dizer muito, estagnada."
Estrela Barbosa, gestora da URBEANSIÂES, enumera mais actividades que estão previstas e que vão desde um "festival gastronómico que deverá ser feito em Outubro, e onde se pretende que os restaurantes confeccionem pratos feitos com produtos tipicamente da região, um boletim informativo ou um roteiro comercial para quem visita a vila", e que se espera que sejam cada vez mais.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Carrazeda de Ansiães acredita que "os comerciantes da vila vão aderir à URBEANSIÂES como renovaram a ligação à Associação Comercial e que foi superior aos 50 por cento de adesão dos nossos associados", refere Nuno Carvalho.
O projecto financiado é para um ano, mas todos esperam dar continuidade à recém-criada associação, que poderá chegar um dia a beneficiar todos os 150 comércios da vila de Carrazeda, ou mesmo os 200 de todo o concelho.
Jornal Terra Quente
Festa da geografia em Mirandela
Alijó vai receber festival internacional de folcore
O Festival Internacional de Folclore “O Cantaréu/07”, vai passar pelo Anfiteatro das Piscinas Municipais de Alijó, já no próximo dia 5 de Julho.Deste modo, a partir das 21.30h poderá assistir às apresentações dos seguintes grupos: por Portugal o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”- Vila Real, pela Holanda o Folkloristsche Dansgroeps Hellendork, pelo Canadá o Ensemble Folkloric Tam Ti Delam e finalmente, pela França o Cercle Celtic “Boked er Lan”.
Câmara de Macedo promove reciclagem de óleos alimentares
Ligações de Amarante à Régua e a Vila Real adjudicadas este ano
As ligações de Amarante a Vila Real, em auto-estrada, e à Régua, em Itinerário Complementar, serão adjudicadas ainda este ano, garantiu ao JN o ministro das Obras Públicas, Mário Lino. O compromisso político do Governo diz respeito também à conclusão da auto-estrada Transmontana, com a transformação do IP4 entre Vila Real e Bragança. O ministro garante que vai lançar o concurso para esta concessão "no primeiro trimestre de 2008", com final previsto para 2010 ou, "se houver peripécias", para 2011.Cinco nascimentos na estrada após fecho da maternidade
Com a suspensão do bloco de partos do hospital de Lamego - fez ontem um ano - , muitas grávidas da região foram encaminhadas para Vila Real, a mais de 40 quilómetros, resultando em pelo menos cinco nascimentos fora da maternidade. JNterça-feira, 3 de julho de 2007
Daqui e dali... João Lopes de Matos
Revidouro/2007 - Alijó
A Câmara Municipal de Alijó vai realizar de 12 a 15 de Julho a Revidouro/2007 – Feira de Vinhos e Gastronomia do Douro.Este certame, que granjeou uma enorme reputação a nível regional, nacional e internacional nas duas edições anteriores, teve e continua a ter como objectivo principal, a promoção dos vinhos da região, bem como a sua gastronomia tão rica e variada e as tradições tão peculiares. Programa
Rota do café em Miranda
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Dívida do Serviço Nacional de Saúde subiu 15 por cento em 2006
"A dívida do Serviço Nacional de Saúde (SNS) aumentou 14,6 por cento em 2006, para 1,1 mil milhões de euros, e o prazo de pagamento aos credores subiu para 3,8 meses, segundo a Conta Geral do Estado.De acordo com o relatório de finanças públicas hoje divulgado pela Direcção-Geral do Orçamento, a dívida do SNS cresceu 147 milhões de euros, embora este valor possa estar enviesado porque os dados não se encontram consolidados (pode haver algumas duplicações de dívidas)."
Público
Daqui e dali... Zaratustra
O que é "EB 2,3/S"?Matricula de um automóvel? - Podia ser.
Prazo de validade de um iogurte? - Podia ser.
Referência de uma peça de um gira-discos? - Podia ser.
Modelo de uma máquina de costura?- Podia ser.
Nome de Escola em Carrazeda de Ansiães? - Não pode ser ! Mas é.
EB 2,3/S, significa Escola Básica 2º e 3º Ciclo com Secundário.
Quando perguntei ao Filipe de onde vinha a resposta deixou-me confuso: "-Venho da Básica 2,3" . Imediatamente me lembrei do Gouveia, homem rude de Mogadouro, que por ter chumbado na especialidade, ficou Soldado Básico e passou o resto da tropa na cozinha a descascar batatas. O Gouveia era o Soldado Básico nº. 23 da Companhia de Comunicações do Porto.
Caso se peça ao Gouveia, para falar do seu passado, certamente não falará do seu tempo de tropa. Até porque ele nunca foi aos jantares dos antigos militares da Companhia de Comunicações. Evidentemente o Gouveia não se identifica com a nossa Companhia. Quanto aos restantes soldados, ainda hoje temos orgulho da tropa que fizemos. E porquê? - Porque o curso de comunicações criou em nós uma identidade que nos caracterizava e nos diferenciava dos outros pela positiva.
A criação de identidade é um dos aspectos mais importantes na construção da personalidade. As pessoas, e nomeadamente os mais jovens, sentem uma necessidade intrínseca para se identificarem com algo. Seja a um clube de futebol, a um tipo de música, a uma modalidade desportiva, ou até mesmo à marca dos ténis ou à marca das calças. As pessoas, necessitam de pertencer a um grupo que os caracterize e os diferencie.
Proponho por isso ao Conselho Executivo da EB 2,3/S de Carrazeda de Ansiães, que dê um nome digno à escola que presidem. Um nome com que os seus alunos, funcionários e docentes, se identifiquem pela positiva. Seja: Escola D. Duarte, Escola Camões, Escola Miguel Torga, Escola Lopo Vaz de Sampaio, ou outro nome que faça jus à nossa terra. Um nome que crie uma identidade nas pessoas que lá trabalham, que lá estudam ou estudaram.
Porque Básico 23, foi o Gouveia e nunca gostou de o ser.
Zaratustra.
O que se disse...
Daniel Serrão, entrevista ao CM
Fim do curso de Antropologia põe em causa o futuro do pólo de Miranda da UTAD
domingo, 1 de julho de 2007
Vento obriga os pilotos de parapente a ficar em terra
Aeródromo melhora condições de aterragem
Daqui e dali... Vitorino Almeida Ventura
Quando avancei com a ideia da Manuela Azevedo, voz do Clã, levar _ Poesia às Escolas do 1º Ciclo, no que logo concordou comigo a d.ra Fernanda Natália, vereadora da Cultura, num Plano Local de Leitura que obteve assinatura do próprio presidente da Câmara, Eugénio de Castro, e do professor José Mesquita, pelo agrupamento de Escolas...
Quando avancei, dizia, fi-lo por duas ordens de razões:
1ª. a de levar uma cantora mostrar como a Vida é bem melhor além do entretenimento, quando a noite se faz atrás de nós, e Fiat lux, Poesia!
2ª. havendo já uma leitura prévia da Manuela, que convidei para a Escola onde lecciono, em Gondomar, lendo ao 3º Ciclo, "As coisas" de Arnaldo Antunes, que se constituiu um êxito, pela expressividade da ‹‹actriz››...
Assim, quando Manuela Azevedo se dispôs a ler Cecília Meireles e Almada Negreiros às Escolas do 1º Ciclo de Carrazeda, fiquei comovido. E mais pela forma gentil em que o soube executar. No Pombal, onde confluiu a escola do Castanheiro, os miúdos acabaram em apoteose — de solicitar autógrafos... No crescendo que fora já pensar um minuto e executar depois tal pensamento em flor, obtivemos várias em vários locais da folha e um dos nomes para: mau-me-quer, com uma gralha que acabou sendo poética como um mau que me quisesse.
Recebi com agrado a crítica docente de que melhor fora que Manuela cantasse, mas o objectivo não podia ser (apenas) esse: mas o de melhor contribuir para o Plano local de Leitura. Claro que se entende que, já ouvidas canções dos Clã, nas aulas, os miúdos houvessem rubor de perguntar... Assim mesmo, de muito bom nos foi!
Só tenho notícia — não estive presente —, da timidez da turma em Linhares... Normalíssima em miúdos desta idade.
Excelente foram as turmas das Selores, com duas pequenas poetisas a revelarem-se, pela leitura atenta da Manuela.
Intervalo: para almoço.
À tarde, o início foi com a turma do Vilarinho, excelente na preparação das professoras — talvez (n)o melhor entre os melhores momentos do dia. Muito bom também o Grande Final em Carrazeda, com duas sessões no Centro de Apoio Rural, acabando com a coreografia de H2omem, uma letra do tribalista Arnaldo Antunes para o Clã.
Em conclusão: todos os professores estão de parabéns porque abriram a sua escola a uma escola outra — no complicado processo de ensino/aprendizagem. E, pela resposta dada pelos miúdos, entre os 6 aos 10 anos, terá sido marcante.
vitorino almeida ventura
Post Scriptum: Dois amigos e uma amiga me perguntaram — será que, além dos livrinhos de José Viale Moutinho, por exemplo, não poderia fazer parte do Plano Nacional de Leitura a Manuela Azevedo, dizendo poesia? Em Carrazeda, essa pergunta já a têm respondida.













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