domingo, 15 de julho de 2007

José Saramago defende que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha

O prémio Nobel português José Saramago defende, numa entrevista publicada hoje no "Diário de Notícias", que Portugal deveria tornar-se uma província de Espanha e integrar um país que passaria a chamar-se Ibéria para não ofender "os brios" dos portugueses. Público

sábado, 14 de julho de 2007

Feira TerraFlor - Vila Flor

Vila Flor - 14 de Julho
Sábado

21.30 horas - Animação do recinto da feira com a Companhia de Teatro Filandorra
22.30 horas - Espectáculo musical com Quinta do Bill

VI Festival de Música Medieval

Cantos de La Vida
Cantos sefarditas
Igreja de Pombal de Ansiães - Carrazeda de Ansiães
14 de Julho - 21.30 horas

Sinalização com ordem para avançar

O Secretário de Estado da Protecção Civil, Ascenso Simões, anunciou anteontem, em Alijó, que a sinalização do Alto Douro Vinhateiro vai avançar até ao final deste ano. Quase seis anos depois da sua classificação como património mundial da humanidade, só agora vai ser iniciado o processo que levará à colocação de dezenas de placas informativas ao longo das vias rodoviárias que cruzam a região. (...)
Esta fase deverá começar ainda este ano e decorrer ao longo do primeiro semestre de 2008.(...)
O Alto Douro Vinhateiro engloba 13 municípios da região demarcada Vila Nova de Foz Côa, São João da Pesqueira, Tabuaço, Armamar, Lamego, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Sabrosa, Alijó, Carrazeda de Ansiães e Torre de Moncorvo.(...) Eduardo Pinto, JN
DN

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Feira TerraFlor - Vila Flor

Vila Flor - 13 de Julho
6.ª feira
21.00 horas - Grupo de Gigantones de Valtorno
22.30 horas - Espectáculo musical com Fernando Pereira

Daqui e dali... Zaratustra

Facto:
"O vereador da Câmara de Setúbal foi condenado a três anos de prisão, suspensa por dois anos, devido a um acidente de trabalho que causou a morte a um trabalhador da Portucel, em Novembro de 2000.
Na altura dos acontecimentos, Paulo Valdez era director dos Serviços de Apoio da Portucel, que integrava o departamento de segurança. O trabalhador morreu na sequência de um atropelamento provocado por um empilhador.O autarca foi condenado pelo não cumprimento das normas de segurança, mas assegurou que já interpôs recurso."
in Correio da Manhã, 28/06/2007


Ficção:
"O Ministério Público, está a investigar a morte de Paulo Peão na sequência de um atropelamento que ocorreu entre as localidades de Cara Azeda e Fonteperto.
Eugrémio Crosta, edil da autarquia, foi constituído arguido por não garantir as condições de segurança aos habituais caminhantes que ali circulam desde que foi feita uma piscina e um parque desportivo na freguesia de Fonteperto.

Paulo Peão, de 13 anos de idade, caminhava na estrada e junto ao lancil do passeio que nunca fora construído, quando foi colhido por uma carrinha de transporte de gado. O motorista, Joaquim Sincero, disse à Bola de Cristal que não se conseguiu desviar porque nesse preciso momento estava cruzar por outra viatura que vinha de frente.

Gabriel Amizade, amigo de Paulo Peão, referiu o seguinte: "Não consigo dormir desde que o Paulo foi atropelado. E não tenho vontade de ir à piscina. Costumávamos ir à piscina a pé. Nas férias de Verão todos os dias fazíamos isso e às vezes íamos jogar ténis ou futebol. Ainda por cima já não tenho com que brincar. Cá no bairro só já há velhotes." Juliana Pedantes, habitante de Cara Azeda, diz que aquela via costuma ser usada por pessoas para prática de caminhadas e que já há muito tempo que deveriam ser criadas condições para lá circular em segurança.

Agosto Fastídio, líder da oposição do executivo camarário, diz ter pedido um estudo a um geógrafo para apresentar como promessa nas próximas eleições. "Pedi a um geógrafo que elaborasse um estudo sobre a criação de uma pista pedonal/ciclopista com um bebedouro e um abrigo no meio do percurso ".

Estudo tardio porque a vida de Paulo Peão, certamente iria fazer falta a uma terra com cada vez menos jovens."
in Bola de Cristal, 32/08/2007

Por ser um assunto demasiado sério, só pela sátira o consegui expressar.
Apelo aos pais para sensibilizarem os filhos dos riscos que correm naquela estrada.

Zaratustra

Grupo de Cantares de Carrazeda actua em Penamacor

O centro da vila de Penamacor recebe a Feira das Actividades Económicas de Penamacor. No domingo, o programa sugere a actuação do Grupo de Cantares de Carrazeda de Ansiães e um festival de etnografia e folclore, desta feita, agendados para as 17h00 e 18h00, respectivamente. Diário XXI

Carrazeda de Ansiães lidera perda de população

As estimativas do Instituto Nacional de Estatística para o ano de 2004 continuam a colocar os distritos de Bragança e de Vila Real como perdedores de população residente.
Na verdade, comparando a população dos 14 concelhos do distrito de Bragança entre os anos de 2001 e 2004, verifica-se que há uma perda de residentes da ordem dos dois milhares de homens e mulheres (HM) que corresponde a uma diminuição percentual de 1,4. O distrito de Vila Real acompanha esta evolução negativa embora menos acentuada.
Distrito de Bragança: à excepção dos concelhos de Bragança e de Mirandela todos os restantes perderam população. Bragança ganhou 265 (HM) e Mirandela 160 (HM) o que em percentagem corresponde a aumentos de apenas 0,8 para Bragança e 0,6 para Mirandela. Todos os restantes concelhos tiveram perdas. As mais significativas verificaram-se nos concelhos de Carrazeda de Ansiães 5,5% (511HM), Torre de Moncorvo 5,2% (422HM) e Vinhais 3,4% (357 HM). Estas perdas estão relacionadas com a saída de população do concelho à procura duma vida melhor mas mais ligadas à taxa de natalidade que é muito inferior à da mortalidade. Esta atinge em alguns concelhos o dobro e até o triplo da taxa de natalidade, como nos de Alfandega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Miranda do Douro, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso e Vinhais. Semanário Transmontano

Linha do Tua: Remoção da carruagem começa segunda-feira

«Os trabalhos para o desmantelamento e remoção da carruagem do metro de Mirandela envolvida no acidente de Fevereiro na linha do Tua, de que resultaram três mortos, começam segunda-feira. (...)
José Silvano disse que ainda não está definida a data para a reabertura contínua o troço onde ocorreu o descarrilamento que matou dois funcionários do metro de Mirandela e um da CP. (...)
A linha que ligava Bragança ao Tua, na confinação dos concelhos de Carrazeda de Ansiães e Alijó, ficou reduzia no início década de 1990 aos actuais cerca de 60 quilómetros.
Depois do acidente de Fevereiro, as carruagens do metro de Mirandela, que fazem as viagens para a CP, circulam apenas entre Mirandela e a estação da Brunheda.
O restante percurso até ao Tua, onde é feita a ligação à linha do Douro, é efectuado por um táxi ao serviço da CP.
De acordo com as conclusões de dois inquéritos ao acidente, o descarrilamento da carruagem, que arrastou cinco pessoas por uma ravina em direcção ao rio, foi causado pelo desabamento de pedras. (...)» Diário Digital / Lusa

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Linhas do Sabor e do Tua podem ser transformadas em percursos turísticos

«Os autarcas dos concelhos servidos pelas antigas linhas do Sabor e do Tua, no Nordeste Transmontano, e a Refer começam amanhã a debater em Mirandela a possibilidade de as transformar em percursos turísticos a pé, a cavalo ou de bicicleta.
Segundo o presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano, a ideia é fazer um estudo do aproveitamento dos troços desactivados há quase 20 anos para um eventual projecto a apresentar ao próximo quadro comunitário de apoio (QREN). Em discussão estará a possibilidade de transformar estes troços em ecopistas, à semelhança do que já fez o município de Torre de Moncorvo com parte da linha do Sabor. Percursos equestres, pedestres ou de bicicleta poderão ser as propostas para os adeptos do turismo de natureza, a aposta desta região, conjugadas com o serviço de caminho de ferro que ainda existe, nomeadamente na linha do Douro e parte do Tua. Público

Feira TerraFlor - Vila Flor

Vila Flor - 12 de Julho
5.ª feira

18.00 horas - Inauguração da Feira TerraFlor

21.00 horas - Animação do recinto da Feira com Palhaços e Malabaristas

22.30 horas - Espectáculo musical com Quim Barreiros

Sem comentários!

É mais um caso de uma professora que sofre de cancro e que a Caixa Geral de Aposentações (CGD) quer ver de volta à escola. JN

Daqui e dali... Tiago Verde

Bom Senso
Já lá vão quase 40 anos quando, num jantar de aniversário de uma grande Companhia onde tive o privilégio de prestar a minha colaboração, ouvi o Presidente do Conselho de Administração da referida Companhia afirmar que, para ele, o maior património das Empresas do Grupo não eram as inúmeras fábricas que detinham, nem os equipamentos mais modernos e sofisticados ou quaisquer outros bens, mas sim, o conjunto dos inúmeros colaboradores (entenda-se empregados), porque, na sua óptica, uma empresa para “trabalhar no duro”, teria as mais variadas máquinas e outros equipamentos, mas para pensar, discernir e usar o bom senso só o ser humano tinha essas capacidades.

Daí considerar que, qualquer empresa, só teria sucesso com gente que pensasse, discernisse e usasse o bom senso, quando tivesse que tomar decisões ou actuar nas suas funções.

Segundo o mesmo Presidente de Administração, poderia haver uma quantidade infindável de leis, regulamentos, organogramas, hierarquias e tudo o mais que é indispensável a uma organização, mas tudo aquilo não teria qualquer efeito prático se quem decidisse ou actuasse não ponderasse qual seria a melhor solução para este ou aquele caso – isto é, em síntese, usasse e abusasse do BOM SENSO.
Daí ser aquele jantar o reconhecimento da Administração para quem punha ao serviço das suas funções aquelas qualidades, criando, com isso, um bom ambiente de trabalho, alta produtividade e principalmente a manutenção do bom-nome da Companhia com os clientes – razão única da sua existência.

Tratava-se de facto de uma empresa privada, mas se, com os devidos cuidados, extrapolarmos para as hoje “empresas públicas” que são todas as Repartições Públicas incluindo aquelas com que mais lidamos no nosso dia-a-dia ou sejam as Autarquias Locais, teremos necessariamente que reflectir e interrogarmo-nos se, efectivamente, aquilo que é apanágio numa empresa privada tem qualquer analogia com uma pública.

Será que a maioria dos funcionários que desempenham as suas funções “perde tempo” a pensar, discernir e a usar o bom senso para a resolução fácil, atempada e simples das inúmeras questões postas ou aos pedidos da prestação de um serviço, pelos cidadãos contribuintes – afinal a principal razão da sua existência como tais?

Pelo contrário, salvo honrosas excepções que importa referir e há algumas, refugiam-se no estatuto duma carreira ou de funções que pomposamente exercem, agigantam-se, geram conflitos internos e externos, encenam cenas de evidente prepotência, arrogância e de humilhação com os seus interlocutores, tentando com isso, muitas vezes, encobrir a sua mal formação, a falta de carácter e dos conhecimentos mínimos necessários às funções que exercem, pondo a descoberto a falta das mais elementares regras de boa educação e de vivência humana.

Se numa empresa privada tal acontecesse, facilmente se adivinharia qual seria o fim de um colaborador que pusesse em causa o bom-nome da mesma mas, infelizmente, nas nossas “empresas públicas”, alguns “colaboradores” fazem-no todo o dia, com a passividade, impunidade e o beneplácito de quem tem a obrigação de zelar por um melhor, célere e competente serviço público, esquecendo, afinal, que a única razão da sua existência naquelas funções é servir todos os cidadãos com igualdade, lisura e comportamentos adequados, procurando a mínima satisfação de todos nós mortais pagantes, mas que tivemos a ousadia de os “incomodar” .

Porque será que também nestas situações, por quem tem a responsabilidade pela orgânica institucional, não impera a obrigação de pensar, discernir e utilizar o BOM SENSO, para pôr cobro a isso, em nome do “bom-nome”?
Vai-se lá saber porquê, ou melhor, para quem pensa e discirna, há muito que entende.

Tiago Verde

O Douro a três dimensões na Internet

O território ribeirinho do Douro pertencente aos distritos do Porto, Aveiro, Viseu, Vila Real, Guarda e Bragança vai estar disponível a três dimensões na Internet através do projecto 3D Douro que é hoje apresentado na Régua. (...)
O 3D Douro oferece aos cibernautas uma viagem virtual pelo património natural e cultural do território, a respectiva oferta turística, além da vertente de protecção civil.
Através deste programa o cibernauta poderá planear, segundo o anunciado, gerir os recursos, monitorizar, treinar e simular cenários que impõem medidas de segurança, tais como eventos especiais, situações de emergência ou focos de criminalidade geolocalizados.
Será ainda possível efectuar treino de campo e construção de cenários de contingência baseados na estrutura morfológica e ambiental do território.Este projecto prevê que possam vir a ser detectadas ocorrências, por exemplo, na linha do Douro ou no leito do rio, de forma a que a intervenção seja o mais rápida e eficaz possível. JN

Saneamento é atrasado três anos por burocracia

A população da localidade de Fiolhal, no concelho de Carrazeda de Ansiães, reivindica a conclusão da rede de saneamento básico daquela aldeia. As canalizações estão instaladas vai para três anos, mas a fossa para a qual os esgotos vão drenar ainda não está construída, devido a problemas resultantes da expropriação de terrenos.
O povo já se cansou de esperar e exige mais celeridade, pois a demora obriga à construção de novas fossas particulares. "Começaram o trabalho ao contrário. Puseram as condutas sem terem um local para despejar o esgoto", critica uma moradora, Maria de Jesus Martins, corroborada pela vizinha, Delmina Seixas "Isto não tem jeito nenhum. Há três anos que estamos à espera", garante.(...)
Questão burocráticaO atraso na conclusão do saneamento em Fiolhal deve-se a um problema burocrático, relacionado com a expropriação, por parte da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães, do terreno escolhido para a instalação da fossa geral.
"Não houve acordo com o proprietário", começa por justificar o autarca, Eugénio de Castro, adiantando que "a declaração de utilidade pública foi contestada pelo dono das terras, a Edilidade teve de replicar e o processo está a correr os seus trâmites na Administração Central", justifica o autarcaSó quando aquela declaração for conseguida, "com acordo ou sem acordo, pela via judicial ou de forma amigável, a obra prosseguirá", acrescentou o edil. (...) Eduardo Pinto, in JN

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Outros olhares... Roberto Moreno Tamurejo

VIDAS PARALELAS

Hace poco el debate se centraba en el amor, una palabra que tantas connotaciones positivas nos inspiran. Pero yo quiero hablar sobre la vida.

Me he encajado en la vida de Carrazeda de Ansiães, una de tantas vidas paralelas que existen en el mundo. La vila de Carrazeda tiene sus personajes, su rutina, en fin, unas características que la diferencian de las demás. Ya tengo experiencia en adaptarme a vidas paralelas, por eso, no fue difícil hacer mi vida con normalidad.
Todos lo inicios son complicados, había un nuevo habitante en el pueblo, pero aún no era Carrazedense, era yo. Sólo los bichos raros consiguen adaptarse sin necesidad de conocer a nadie, necesitaba compañía. Un “romance” sin personajes es aburrido, como me sentía cuando estaba sólo.
Muchos conocidos curiosos se asomaron a mi vida, pero sólo me quedé con aquellos que me sacaban de mi soledad y de mi rutina. El roce, hace el cariño.

He regresado a mi vida real, aquella que para vosotros es paralela y no conocéis en persona, pero conocéis a una pequeña representación, a mí.
Voy acumulando vidas paralelas, para conocer en primera persona otra realidad que sólo aparece en el mapa. Soy caminante y embajador de culturas, por eso empecemos por ser patriota en nuestra tierra y tornemos el mundo más pequeño.

Roberto Moreno Tamurejo

Dez novos hotéis duplicam camas disponíveis até 2008

Dez novas unidades hoteleiras deverão nascer na região do Douro no decorrer dos próximos dois anos, num investimento total que ronda os 135 milhões de euros, aumentando a oferta actual de camas em mais mil unidades. Nove dos projectos são investimentos privados ao abrigo do Plano Integrado Estruturante de Base Regional do Douro (PITER-Douro) e têm uma comparticipação comunitária de 60 milhões de euros. Deverão estar concluídos até finais de Junho de 2008.
Em Alijó, abriu há poucos dias o Hotel Rural de luxo da "Quinta da Romaneira", num investimento totalmente privado, a cargo de um grupo de franceses, de 30 milhões de euros.
Até final do mês deverá ser inaugurado, também, o "Aquapura Douro Valley", na Quinta de Vale Abraão, em Lamego. A unidade inclui quartos, villas, três restaurantes, um bar, piscina exterior aquecida, um SPA com 2200 metros quadrados, cortes de ténis, tudo rodeado por três hectares de mata. O SPA vai disponibilizar tratamentos exclusivos com produtos locais, como a cereja, o azeite e o vinho. Ao todo, o investimento ultrapassou os 25 milhões de euros. Criará, pelo menos, 80 postos de trabalho.
Para além destes, estão em fase de projecto ou já em obra mais dois hoteis em Lamego, e outros em Tarouca, Tabuaço (Valença do Douro), Armamar, Baião e Murça. JN

Pousada de luxo na antiga estação da CP

«A antiga estação de caminhos de ferro de Mirandela pode vir a ser transformada numa pousada de luxo. A venda do imóvel ao grupo hoteleiro está em fase final de negociações.
Mas além desta oferta de alojamento na cidade do Tua também há interesses em construir novas unidades hoteleiras. (...)
Ainda ao nivel dos investimentos turisticos, Mirandela vai ter já a partir de 1 de Agosto uma praia fluvial no rio Tua com campo de voleibol e a possibilidade de ser ainda instalada uma piscina flutuante.Infra-estruturas que vão melhorar a oferta turistica do concelho de Mirandela.»RBA

Túnel do Marão vai custar mais de 325 milhões de euros

Cinco consórcios de empresas concorreram ao concurso público de concessão do túnel do Marão, que vai fazer a ligação entre Amarante e Vila Real, na continuação da A4.
As 14 propostas feitas pelos vários concorrentes, foram abertas no passado dia 6 e situam-se entre os 325 e os 375 milhões de euros. O concurso diz respeito à concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, exploração e conservação do lanço de auto-estrada entre Amarante e Vila Real, que vai ter portagem, numa extensão de 30 km. A adjudicação da obra está prevista para o primeiro trimestre de 2008. Brigantia